Livro transita entre Uberaba e São Paulo

Link do original: Jornal de Uberaba – Cultura

Meu agradecimento ao Luiz Hozumi, do Jornal de Uberaba, autor da publicação acima.

De volta à rua onde nasci

Guardem essa data: 27 de novembro. Neste dia lançarei meu novo livro, “O vai e vem da memória”, em Uberaba, MG. O evento será a partir das 16h00, no Barroco Arte Café, que fica na Rua João Pinheiro, 213. Nasci nesta mesma rua, há muitos anos, no século passado… Estou feliz com essa oportunidade. Se o tal “nada acontece por acaso” estiver valendo, será um dia inesquecível. Vejam, a seguir mais informações:

“O vai e vem da memória” transita entre Uberaba e São Paulo

Novo livro de Valdo Resende, publicado pela editora Elipse, Arte e Afins, “O vai e vem da memória” (ISBN 978-65-00-00287-4) será lançado em 27 de novembro de 2021, em Uberaba, MG. O autor nasceu na cidade mineira cujo bicentenário foi comemorado em 2020. Em seguida fará o lançamento também na capital paulista, onde reside.

Autor, diretor teatral e escritor, Valdo Resende publicou o romance “dois meninos – limbo” e a coletânea “A Sensitiva da Vila Mariana”, ambas pela Elipse, Arte e Afins.

Entrelaçando fatos que se complementam, “O vai e vem da memória” reúne crônicas, contos e poesias contando a história de uma cidade – Uberaba, MG – sob a perspectiva de alguém que nasceu em um bairro, o Boa Vista, e mora longe, em São Paulo. Vivendo como tantos brasileiros, viaja no tempo, reconstrói espaços e cria um mosaico em um vai e vem onde cada texto vale por si, referenciando retirantes e migrantes.

Memória e emoção contam uma história da cidade onde viveu Chico Xavier, lembrando personalidades locais e nacionais como o imortal Mário Palmério e os compositores Joubert de Carvalho e Cacaso (Antônio Carlos de Brito).

Histórias de cidades são contadas a partir de seus fundadores, de grupos de personagens ilustres que desbravam continentes, atravessam mares, ultrapassam serras e montanhas, vencem grupos adversos. Em “O vai e vem da memória”, o recorte parte da vida de alguém que foi menino livre, brincando em campos e várzeas locais, e que no processo de desenvolvimento descobre a cidade em que vive, os mecanismos que a compõem, as forças que em constante jogo buscam equilíbrio necessário à sobrevivência de seus protagonistas.

Quintais, festas religiosas e hábitos culturais estão lado a lado com personagens presentes em toda e qualquer família convivendo com outros, esses habitantes que percorrem ruas da maioria das cidades brasileiras. A escola, a igreja, os meios de comunicação aproximando mundos, o tempo inexorável que transforma em passado o que foi vivido, as personagens que se constituem em exemplos e, em um país onde a economia provoca migrações, a cidade passa a ser vista de longe.

Com prefácio do escritor mineiro João Eurípedes Sabino, atual presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, “O vai e vem da memória” tem apresentação do autor pela produtora cultural Sonia Kavantan. O projeto gráfico, diagramação e capa são de Flávio Monteiro. As fotos que compõem o livro são do próprio autor.

EXPOSIÇÃO FRAGMENTOS VISUAIS

Para o lançamento em Uberaba, no Barroco Arte Café, Valdo Resende preparou a exposição “Fragmentos Visuais”, com reprodução de imagens que compõem o livro e complementam a narrativa.

Ao escolher ângulos e detalhes específicos de locais uberabenses, em imagens permeadas pelo vazio e solidão da cidade, o autor propõe um diálogo entre as memórias narradas no livro e as memórias particulares de cada espectador.

Uma escola de arte, espaço expositivo de pinturas e fotografias, além de sessões musicais, o Barroco Arte Café encantou o autor. O estabelecimento fica na Rua João Pinheiro, rua que é capítulo do livro. De quebra, o local oferece quitutes da inconfundível cozinha mineira.

Serviço:

O vai e vem da memória – Valdo Resende

ISBN 978-65-00-00287-4 Elipse, Arte e Afins Ltda.

312 páginas – R$ 65,00

Lançamento: 27 de novembro/2021 – 16h00

Barroco Arte Café – Rua João Pinheiro, 213

Uberaba – MG

Contos de gente jovem

Quer saber o que pensam, como pensam, o que vai pela cabeça dos jovens? E, para isso, evitando os questionários frios, as manifestações forçadas por interrogatórios ou situações similares? Entre as possibilidades das respostas do que pensam, o que gostam, como se comunicam… Que tal um concurso de contos? O resultado é certeiro e pode ser comprovado no “V Concurso de Contos Meu Livro, Minha Arte” promovido pela Academia de Letras do Triângulo Mineiro!

Recebi uma caprichada publicação da ALTM: Antologia, com o registro do Concurso de Contos, Meu livro, Minha Arte. Além dos três primeiros lugares, há outras cinco menções honrosas e outros vinte trabalhos classificados pela comissão julgadora, formada por membros da Academia: Ani de Sousa Arantes Santos, Arahilda Gomes Alves, Gilberto de Andrade Rezende, João Eurípedes Sabino. Esta comissão presidida pelo Acadêmico Renato Muniz Barreto de Carvalho. O conteúdo vai muito além de um exercício formal de um gênero literário!

É ler os contos publicados e constatar um amplo painel humano. Há jovens sonhadores, inquietos investigadores… há os que deixam fluir a fantasia, e outros que revelam suas mazelas, suas inquietações, suas aspirações. Me vejo entre esses adolescentes e percebo neles meus conhecidos, meus sobrinhos, jovens amigos. Alguns já carregam profundas lembranças, futuros memorialistas, transmitindo faces de situações que mostram nossa cultura, nossos hábitos e tradições.

Também há romance, é claro! E investigação. E situações atávicas que revelam vidas vividas no serrado, no chapadão. Gostei de rever meus medos de infância, quando fantasmas brincalhões abriam e fechavam portas, ou quando objetos se transformavam em outros por artimanhas de sabe-se lá quem! Sobretudo, há contos que referem livros, o tema prioritário do concurso.

Espero que esses trabalhos de jovens escritores sejam lidos por muitos! Pelos pais, para que conheçam quais os caminhos percorridos pela verve criativa dos filhos; por professores, para que sintam orgulho do trabalho realizado – um leitor é aquele sujeito alfabetizado, em toda a acepção da palavra. Também espero que esses contos, material de reflexão, sejam lidos por irmãos, amigos, conhecidos dos autores que, via literatura, são vozes de todos os demais jovens com seus anseios, suas angústias, medos, desejos…

Parabenizo e agradeço ao João Eurípedes Sabino, o presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro que, em meio a essa triste pandemia, conseguiu aglutinar parcerias e colaborações, não medindo esforços para realizar o concurso. Temos na publicação mais que o registro de um evento: temos o pensamento dos nossos jovens de Uberaba que, em sua singular individualidade, expressam toda uma geração.

Parabéns aos envolvidos!

João Eurípedes Sabino, do Triângulo Mineiro para o Trem das Lives

Um encontro com o escritor João Eurípedes Sabino, Presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro acontecerá no próximo domingo, 23 de maio, 18h00, na página do Instagram do Trem das Lives. As principais obras, o lançamento da Revista Convergência e os próximos projetos literários do escritor serão abordados na live.

O CONVIDADO JOÃO EURÍPEDES SABINO

Engenheiro Civil e Engenheiro de Segurança, Perito Judicial, Professor Universitário, Auditor Fiscal do Trabalho aposentado, sobretudo João Eurípedes Sabino é um escritor. Nascido em Uberaba, Minas Gerais, onde reside e exerce a presidência da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, ocupando a cadeira n° 32, o escritor mantém uma agenda cheia, sendo articulista do Jornal da Manhã e cronista da Rádio Sete Colinas. É membro fundador e preside o Fórum Permanente dos Articulistas de Uberaba e Região.

Nascido em 1949, João Eurípedes publicou sua primeira obra em 1987: Da Pertinência e Objetividade dos Quesitos nas Ações Possessórias e de Retratação é uma importante contribuição na formulação de quesitos judiciais. Em seguida, João Eurípedes publicou uma série de livros destacando-se em poesia e prosa.

Aos 17 anos de idade descobriu que no mapa da cidade natal, algumas ruas e avenidas formam o desenho nítido de uma ave. Foi o mote para publicar, tempos depois, “A Pomba da Paz de Uberaba”. Anos de pesquisa em presídios, hospitais e institutos envolvendo andarilhos, familiares desses e encontros com alguns resultaram no livro “O Andarilho, quem é ele?”. Entre os demais livros publicados pelo autor está a biografia de José Formiga do Nascimento, o Zote, figura proeminente de Uberaba que foi descrita no livro “O Zote que eu Vi”.

Defensor ardoroso da cultura em todos os sentidos. A literatura, o meio ambiente e o patrimônio histórico, têm sido bandeiras prioritárias para ele.

Ex-membro da Sociedade dos Amigos da Biblioteca Municipal de Uberaba, João Eurípedes Sabino integrou o Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico da cidade e possui algumas condecorações, dentre elas: Diploma e medalha de honra ao mérito no Exército Brasileiro; Medalha Major Eustáquio, pela Câmara Municipal de Uberaba, em 1992 e a Medalha Comemorativa dos 150 Anos de Uberaba, pelo Poder Executivo Municipal, em 2006.

A Academia de Letras do Triângulo Mineiro e a Revista Convergência.

Fundada em 1962 por um grupo de intelectuais de Uberaba, tendo entre seus membros Mário Palmério, o imortal da ABL – Academia Brasileira de Letras, a Academia de Letras do Triângulo Mineiro vem, desde então, divulgando os escritores e obras regionais, cumprindo um papel importante e fundamental no Brasil Central.

Entre os trabalhos da ALTM destaca-se a Revista Convergência, uma das publicações oficiais mais antigas feitas pelas Academias de Letras em todo o Brasil. Nestes tempos pandêmicos teve uma edição virtual, mantendo o espírito de trabalho da entidade. A edição n° 31 será comentada por João Eurípedes durante a live.

O TREM DAS LIVES

O Trem das Lives surgiu em outubro de 2020 visando divulgar lançamentos de livros, peças de teatro e demais atividades artísticas e manifestações culturais. As lives são descontraídas, priorizando o tempo dado aos convidados, facilitando aos mesmos um espaço não comum nas mídias tradicionais. As viagens desse trenzinho ocorrem aos domingos, no Instagram, às 18h00, com duração de 1h. A divulgação é feita pelos idealizadores e convidados via Facebook, Twitter e o próprio Instagram. Os vídeos com registros das lives estão no Youtube.

SERVIÇO:

TREM DAS LIVES com JOÃO EURÍPEDES SABINO

Domingo, 23 de maio, 18h00 no https://www.instagram.com/tremdaslives/

Meu livro, minha arte: Os vencedores!

De Uberaba recebi, e divulgo com prazer, o resultado da quinta edição do Concurso de Contos “Meu livro, minha arte”, promovido pela Academia de Letras do Triangulo Mineiro.

Os vencedores em frente à sede da ALTM (Foto: divulgação)

Ato solene revestido de todos os cuidados e distanciamentos prescritos para a prevenção da COVID-19, a Academia de Letras do Triângulo Mineiro – ALTM – entregou, em sua sede, os prêmios aos vencedores do Concurso de Contos. Os três primeiros colocados receberam prêmios em dinheiro a saber: 1º lugar-Júlia Cardoso e Silva(R$ 2.000,00), 2º lugar- Raul Borges Puertas (R$ 1.500,00) e 3º lugar- Rebeca Nobre Torres Macena(R$ 1.000,00). Outros cinco participantes receberam Menções Honrosas por terem também apresentado trabalhos de excelente qualidade literária.

Ressalta João Eurípedes Sabino, Presidente da Academia que o nível do certame não ficou a dever a nenhum outro do gênero, uma vez que apresentaram 167 concorrentes, alunos do 8º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio das escolas públicas e particulares de Uberaba. Esse é um alto índice para a modalidade da escrita, qual seja, conto literário.

A sede da ALTM em foto de arquivo pessoal.

Para Gilberto de Andrade Rezende, tesoureiro, acadêmico e membro da Comissão Julgadora também presente, os jovens participantes do Concurso têm um futuro promissor diante do pendor literário demonstrado em todos os trabalhos.

A ALTM irá publicar uma coletânea dos contos vencedores e apoiará os jovens escritores na materialização de seus projetos literários.O ato solene foi revestido de todos os cuidados e distanciamentos prescritos para a prevenção da COVID-19.

Parabéns aos vencedores e aos organizadores.

Restaurar e manter. Uberaba merece!

Uberaba, onde nasci, investe em turismo no ano em que comemora 200 anos. Entregou ontem, de uma só vez, duas atrações em praças distintas: Na Praça Rui Barbosa, um pequeno conjunto escultórico composto por um banco e uma estátua de Chico Xavier, o líder espírita que escolheu a cidade para viver e desenvolver seu trabalho. Na Praça da Mogiana, a Maria Fumaça restaurada.

Estive na Praça da Mogiana, em 2019, em visita ao Arquivo Público Municipal, na companhia de Vanda Spinola e minha irmã, Walcenis, quando conheci Marta Zednick e, por meio dela, João Eurípedes Sabino. Registrei, e está aí abaixo, ao lado da locomotiva restaurada, o estado em que essa se encontrava. Aniversário relevante, ano de eleição e Zás! Encontraram verbas para restaurar o que a própria prefeitura deixou corroer pelo tempo.

As Marias Fumaças, locomotivas movidas a lenha, me são caras. Carregam lembranças de meu avô, tios, primos, amigos… difícil, de pronto, identificar todos, recordar toda essa gente. Maquinista era o nome pelo qual identificávamos o condutor. Foguista era o ajudante, espécie de co-piloto, encarregado de abastecer a imensa fornalha com lenha, garantindo a energia necessária para movimentar a pesada máquina.

A viagem mais longa que fiz, a composição puxada por uma Maria Fumaça, foi para Araguari. Mamãe Laura, nossa vizinha D. Antônia e eu. Saímos bem cedinho de Uberaba para visitar meus avós paternos. Imensa excitação da criança, com cerca de cinco anos, pendurada na janela do vagão, observando o fumacê da máquina que, anos depois, ritmicamente rodando no que ficaria marcado no poema de Ascenso Ferreira:

— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
com vontade de chegar…

Lá pelas tantas, o trem para. As rodas dianteiras da máquina patinando sem conseguir puxar a composição. O foguista, com paciência de Jó, desce com um recipiente cheio de areia e vai despejando em um trilho, depois no outro. Faz isso por poucos metros, a vasilha é pequena. A Maria Fumaça avança pelos trilhos cobertos de areia para voltar a patinar nos trilhos limpos. Repete-se a operação por várias vezes até que, terminada a pequena elevação a ser vencida, o trem volte a seguir, daí pra sempre sem percalços.

Olimpio Elias, casado com Dirce, prima de minha mãe, trabalhava na Mogiana. Era maquinista, conforme minha lembrança. Pilotando uma Maria Fumaça fazia manobras no imenso pátio da estação de Uberaba. Desmembrava composições de carga, armava composições de passageiros. Terminado o trabalho, guardava a locomotiva na imensa gare, a casa das máquinas, já nas imediações do primeiro posto após Uberaba, Amoroso Costa.

Os horários eram estranhos, não sei o motivo. Sei que levávamos – os filhos dele, eu e meu irmão – refeições, particularmente o jantar. Tanta gente por uma marmita tinha sua razão de ser. Subíamos até o compartimento dos condutores da Maria Fumaça e acompanhávamos todas as manobras, apitávamos, jogávamos lenha na fornalha. Era comum que Olímpio conduzisse a máquina até a oficina, garagem e local de manutenção. Íamos, felizes, sem reclamar da longa caminhada de volta às nossas casas.

As Marias Fumaças, todas as expostas ao longo das cidades por onde trafegaram, são mais que relíquias históricas. São parte da história de muita gente. Olímpio e Dirce, que já faleceram, tiveram nove filhos e muitos, muitos netos! Meus primos, cujos avós e pais trabalharam na Mogiana, estão aí. Andam de carro, avião, ônibus… Certamente há, entre eles, gente como eu que olha com saudade para a Maria Fumaça que, presa em meio à praça, mantém vivas as nossas lembranças.

Espero que a próxima gestão municipal garanta a manutenção da máquina restaurada. Que não a deixem sem o cuidado fundamental para que mantenha viva a história de quem a utilizou. O mesmo trabalho de manutenção, espero, seja dado ao conjunto com a escultura de Chico Xavier.

Estive, com meu irmão Agostinho Hermes, visitando o Memorial dedicado ao Médium. Ficamos decepcionados por verificar a falta de manutenção do local (visitado em janeiro deste 2020!). Para uma construção tão recente, já que o Memorial foi inaugurado em 2016, não deveria estar com vidros quebrados, tinta descascando, descorada. Li, já aqui em São Paulo, durante a pandemia, que a reforma do local estava com problemas por conta da quarentena. Espero que tenha sido concluída.

Ano eleitoral, colocaram o Chico na praça; vai ver deram um jeito no Memorial, assim como garantiram a restauração da Maria Fumaça. Vou insistir: é preciso criar mecanismos de manutenção do patrimônio público, para que permaneça sempre limpo, em perfeito estado de funcionamento, garantindo a alegria de moradores e turistas. Uberaba merece.

Até mais!

Vila dos Confins e Chapadão do Bugre para as novas gerações

MARIO PALMERIO

É hoje, em Uberaba, Minas Gerais. O convite que recebi de João Eurípedes Sabino é também para todo o público:

“O relançamento dos livros: “Vila dos Confins” e “Chapadão do Bugre” de Mário Palmério promete balançar as estruturas da terra de Major Eustáquio! 07/11-quinta-feira- 19:00h – no Centro Cultural Cecília Palmério- Av. Guilherme Ferreira,217-Uberaba/MG.

Aberto ao Público! Você está convidado(a) e estenda o convite a outras pessoas! A Academia de Letras do Triângulo Mineiro e a UNIUBE lhes receberão de braços abertos! Livros serão vendidos no local! O momento é esse! Vamos fazer bonito!”

Se eu estivesse aí não perderia, João! Mas, com certeza amigos e parentes estarão nesse evento e, oportunamente, terei exemplares dessas novas edições. Desejo todo o Sucesso!

Até mais!

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