Madrigal Ars Viva celebra 65 anos

@beadasfotos

Há cerca de dois anos canto no Madrigal Ars Viva. Tem sido uma experiência ímpar, à despeito de tudo o que fiz musicalmente até então. Inúmeras horas de estudo solitário para, em seguida, mais horas de ensaio onde o grupo busca, sob comando do Maestro Ricardo Cardim, honrar a longa história do canto coral em Santos.

Minha história com o Ars Viva começa com um concerto onde o Maestro Roberto Martins se despedia como regente do grupo e apresentava oficialmente o Maestro Cardim como titular. A apresentação foi na Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem. De lá para cá nos apresentamos algumas vezes na Pinacoteca Benedito Calixto, no Teatro do Sesi-Santos, no palco da sede do AABB-Santos, no salão social da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, nas dependências da Casa das Culturas de Santos e, por três ocasiões, na Basílica de Santo Antônio do Embaré.

Nos ensaios e apresentações contamos sempre com a presença da pianista Sonia Heloisa Domenighi. Em algumas apresentações fomos acompanhados por músicos incríveis, como na Misa Creola (Ariel Ramirez) e, em outras oportunidades cantamos com a Orquestra Sinfônica de Santos (uma das apresentações da obra de Ramirez e o Réquiem, do Faure). Foram trabalhos que guardarei na lembrança junto com os próximos que, com certeza, virão.

COMEMORAÇÃO DE ANIVERSÁRIO

Nos meses iniciais deste 2026 temos estudado e ensaiado obras que apresentaremos no concerto de aniversário do Madrigal. Abaixo, texto do Maestro Ricardo Cardim sobre esse momento especial.

Em celebração aos seus 65 anos de trajetória, o Madrigal Ars Viva apresenta um concerto que reafirma sua identidade artística e seu compromisso com a música coral brasileira. Fundado em 1961, o grupo construiu, ao longo de décadas, um percurso marcado pela excelência interpretativa e pela valorização de repertórios que dialogam com a diversidade cultural do país.

Sob regência do maestro Ricardo Cardim, o programa reúne obras de importantes compositores brasileiros, transitando entre diferentes estéticas, linguagens e inspirações. Das matrizes populares revisitadas por Osvaldo Lacerda à expressividade contemporânea de Ricardo Tacuchian, passando pela força rítmica e espiritualidade presentes nas obras de Ernani Aguiar e pela riqueza do universo coral de Heitor Villa-Lobos, o concerto propõe um percurso sonoro que evidencia a pluralidade da criação musical brasileira. A celebração ainda conta com a participação especial do maestro Roberto Martins, regente titular do madrigal por 50 anos.

Também ganham destaque as obras do compositor santista Gil Nuno Vaz, que exploram sonoridades contemporâneas e atmosferas introspectivas, além das contribuições de Lindembergue Cardoso e José Vieira Brandão, que ampliam o diálogo entre tradição e invenção.

Venha celebrar com a gente!

A apresentação será no dia 2 de maio (sábado), às 19 horas, no Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100, Centro Histórico).

Ingressos gratuitos estão disponíveis neste link: INGRESSOS CONCERTO ANIVERSÁRIO

Futebol, política e outras coisas mais

Muito feliz e agradecido com o percurso do meu romance, Várzea, agora em post do Instituto Legus, com texto da Roseli Gimenes, coordenadora do Cultura em Foco, para quem registro meus agradecimentos. Veja abaixo o vídeo e texto publicado nas redes sociais.

Futebol, política e outras coisas mais
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A obra é de 2025 e tem publicação pela editora independente do autor cujas vendas
podem ser solicitadas a: valdoresende.com
De pronto, há uma citação que diz tudo feita por Nelson Rodrigues, ‘De nada adiantará o futebol se o homem não presta’. É de esperar o leitor que a obra tratará de futebol. Pela citação e pelo título intuitivo. Mas exatamente as duas coisas, citação e título, levam a leitura a contextos sociais que assolam pessoas até hoje: o transporte, a política, o mal caratismo. Todas essas mazelas podem acabar em pizza ou em futebol. Ou em carnaval. No entanto, Valdo Resende compreende a alma que corre pelas veias humanas e sabe que a alegria costuma ser vista com escárnio pela sociedade. Assim, fica mais fácil dizer que o importante não é a política ou a falta de transporte ou ser desonesto. Culpemos a alegria. Guabiru, a cidade criada para a narrativa, reflete um país que tem muito a discutir. Bem lembrada no prefácio do publicitário, Fernando Brengel, a figura do Policarpo Quaresma, por isso mesmo. Nesse sentido, a obra mergulha na várzea em que vivem os cidadãos para dela extrair questões históricas e sociais que atravessam o período dos anos 70 até o contemporâneo. E, como diz o ‘técnico’, ‘Vamos jogar uma pelada!
Para relaxar!’

Por: Roseli Gimenes
Coordenadora do Cultura em Foco
@roseligii

Grato, Roseli! Muito obrigado!

Várzea na academia.

É muito bom chegar a lugares e pessoas novas. No caso, o romance Várzea chegou e foi citado pela Academia Brasileira de Letras do Futebol. Uma grande honra! Meus agradecimentos e, abaixo, a transcrição do post da ABLF. Muito obrigado!

Quer que eu leia? Prefiro Lear

Imagem ilustrativa criada com IA

Recebo de uma amiga um desses textos “deus nos acuda”, cuja origem também refere o criador: “sabe lá Deus de onde veio”. O dito cujo apregoa nova forma de se dirigir às pessoas “60+ ativas”, recusando o “rotulo de idoso”. Respiro fundo, seguro a irritação para em seguida responder, o que faço aqui, publicamente à tal mensagem.

Por favor, dirija-se a mim pelo meu nome. Não me rotule disso ou daquilo. E, não me conhecendo, use formas de tratamento coerentes com o que minha aparência denota. Sou um senhor! A relação começa mal quando o interlocutor, pensando me agradar, solta um “e aí, garoto!”. Devo ressaltar que garoto, embora me faça sentir retardado em relação ao tempo é melhor que garotão: Aqueles gordos, barrigudos como eu. O mesmo ocorre quando soltam um “fala, coroa!”.

Volto ao texto recebido, que segue a onda de que o que vem de fora é melhor, ou seja, está em inglês, o que deveria dar importância à coisa. Se a origem é a Grã-Bretanha, meu primeiro pensamento é “abaixo a monarquia!”, já se vem dos EUA, lanço automaticamente maldições ao fascista ocupante da Casa Branca. O tal texto propõe uma nova forma de se dirigir a “pessoas que seguem vivendo com propósito, curiosidade e vontade de evoluir”.

Excluindo doentes, físicos ou psicológicos, o propósito básico de todo ser humano continua sendo comer, beber e dormir. Quer propósito mais lindo que preparar e deglutir um café da manhã, tomar cerveja no boteco com os amigos e dormir bem acompanhado – antes de dormir, óbvio, brincar com quem estiver dividindo a cama. Propósito legal, procurar alguém, caso a cama se torne local de um indivíduo.

Outra “pérola” da proposta afirma que o novo idoso faz o tempo acontecer. Pra escrever tal sandice é provável que o autor jamais tenha lido Shakespeare, pois sendo da literatura e da arte, deixarei para outra oportunidade a filosofia e as ciências sociais. Das abstrações humanas, Deus e o Tempo, existem independendo de qualquer outra coisa exceto a crença, no primeiro, e a aceitação reguladora do outro.

O texto me provoca ímpetos assassinos quando conclui que “viver bem depois dos 60 não é exceção – é tendência”. Ou seja, todo velho ferrado o é por não seguir a nova onda!. É para afirmar que o autor de tal texto deveria ser devolvido “à escuridão do ventre de onde não deveria nunca ter saído” (Ave, Chico Buarque!).

Ao caríssimo leitor que tenha chegado até aqui, caso se pergunte o motivo de eu estar escrevendo sobre algo inútil e de péssima qualidade, explico: é um apelo! Um pedido aos amigos, conhecidos, leitores! NÃO MANDE TEXTOS IDIOTAS PARA OS AMIGOS! Mande Lear, do Shakespeare, caso queira propiciar reflexões sobre a velhice. Mande Hilda Hilst, caso perceba que falta ao amigo idoso aprender algumas coisinhas que, poeticamente pela Hilst, são bem mais interessantes.

As redes sociais, os aplicativos, são pródigos em textos que deveriam ir para o lixo. Então, caríssimos, enviem livros para seus “contatos”, enviem um jornal que tenha credibilidade, físico ou em versão virtual e, quando me conhecerem, por favor, meu nome é Valdo Resende, tenho 70 anos. Ah, e não me chamem menino! Tenho dias que acordo menina, menine e ou o escambau. Quanto ao termo que indica o “novo idoso”, nem sob tortura divulgo nome e autor da coisa.

Valdo Resende

Joyce Prado, de amor e amizade

Aos 21 anos, Joyce Prado era uma menina e uma mulher. A menina que nunca deixaria de brincar, de ser doce, solidária, afetuosa e carinhosa. A mulher preta já conhecia o mundo e as batalhas todas a serem vencidas. O lugar, a redação do Papolog, era uma novidade a explorar as possibilidades da Internet.

Capitaneado por um visionário Rafael Mendes, em 2008, o Papolog possibilitava que cada artista tivesse um blog, conduzisse sua própria carreira, falasse diretamente com seu público. Cabia ao site criar um ambiente favorável com conteúdo pertinente ao universo musical. Os dois básicos, imagem e texto, eram responsabilidade nossa. Joyce Prado e eu.

Em comum tínhamos um jeito sério de levar a vida. Entrar, tomar posse do ambiente, fazer nosso trabalho da melhor maneira possível e ignorar, colocando em seu devido lugar, o que pudesse nos atrapalhar. Não sei onde e quando Rafael conheceu Joyce, jovem cineasta que dirigiria os clipes produzidos pelo site. Foi na universidade onde estudou que ele trouxe o professor para a direção de conteúdo.

Em pouco trocávamos figurinhas. O cara de 53 com a menina de 21, brincando de fazer fotos, de produzir imagens. Amigo da montadora Cris Amaral, foi normal trabalhar com Joyce Prado, deixar que ela me dirigisse nos primeiros vídeos que fizemos. Já então trocávamos confidências, de como os seres humanos tratam uns aos outros por questões de raça, gênero, idade. Um triste exemplo: com serenidade e firmeza, Joyce enfrentava vizinhos que chegaram a indicar a entrada de serviço informando que era a proprietária do apartamento tal.

Conheci e convivi com Joyce Prado transitando com coragem, cabeça erguida, tomando conta da parte desse mundo que lhe coube. No Papolog fez clipes, vinhetas, vídeos de média duração, reportagens. Tenho o orgulho de ter uma palestra sobre música, conteúdo básico do nosso trabalho, depois fixada no Youtube. Muito do que fizemos ficou lá, no tempo em que o site existiu antes de ser vendido para os espanhóis.

Permanecemos ao longo do tempo com uma parceria de socorros rápidos, como o telefone de uma celebridade que consegui com ela há cerca de duas semanas. Um objeto de cena, uma pessoa, um livro! Estranhei a ausência de Joyce no lançamento que fiz neste sábado, dia 6. Ela havia comparecido em todos os anteriores. Devia estar atarefada, pensei.

Um dos livros que escrevi, o primeiro romance, foi papo nosso lá, em 2014. Me disseram que era um texto cinematográfico e sentenciei. Se for para virar cinema, que seja pela direção da Joyce. Selamos o pacto em um almoço, lá na Pompeia. Ela atarefada com todo o trabalho que se desenhava e que tinha pela frente. “Na hora certa, faremos”, me disse. A hora chegou no começo deste ano. “Tem um edital de adaptação de livro pro cinema aberto. Anima?”.

Eu havia enviado um livro com uma série de poemas que abordam a questão negra. “Há um poema sobre o Xirê, belíssimo”. Ela gostou do livro, mas para o tal edital seria o “dois meninos – limbo”, o meu romance. Entre papos de sincronicidade mental e piadas quanto a quem penteia a peruca do ministro, fizemos o exaustivo trabalho que é cadastrar qualquer projeto para obtenção de recursos em nosso país.

Ontem, já altas horas, o Fernando Brengel me chamou para a notícia. Ele percebeu pela minha movimentação nas redes que eu não soubera da morte de Joyce Prado. Percorri toda a rede em busca de algo que dissesse “é mentira”, uma tenebrosa brincadeira de mal gosto. Não achei. Aos 70 anos perdi a amiga de 38 que, nossa intimidade permitia, era mais velha que eu, era da mesma idade, e era sobretudo a menina que falava comigo como sempre falaram minhas sobrinhas queridas.

Houve um momento, no fechamento do projeto da adaptação do romance, que Joyce me perguntou se eu queria participar da roteirização. “Quero acompanhar. Prometo ficar quieto”. Logo depois ela enviou imagens, “fiz esse doc extra pra trazer um clima”, confidenciou na mensagem que trouxe uma dezena de referências cinematográficas, norteadoras de encaminhamento em que se discutiria a adaptação. E eu tive a absoluta certeza de ter feito a escolha certa.

De tudo o que sonhei na vida e que não se realizou, nem se realizará, está um filme, baseado em livro meu, roteirizado e dirigido por Joyce Prado. Tudo bem! Certamente seria belo, sincero, honesto e sensível, como tudo o que ela fez. Nosso afeto atravessará tempos, vidas. Deveremos nos reencontrar e continuar, se não for um filme, que seja outra coisa desde que fale de amor e amizade.

SIGA EM PAZ, JOYCE PRADO!

Nota: Todas as fotos foram feitas por Joyce Prado, a gente brincando com a câmera de um computador, em 2008.

O novo romance, “VÁRZEA”

Futebol, política e paixões em Guabiru, no calor da Copa do Mundo e das eleições de 1982.

No próximo dia 6 de dezembro, às 14h, no Portella Bar (Bela Vista, São Paulo), lançarei meu mais recente trabalho, o romance Várzea. A obra mergulha no universo do futebol amador e da política interiorana, tendo como pano de fundo a Copa do Mundo da Espanha, em 1982, e a redemocratização brasileira concretamente iniciada com a volta do pluripartidarismo e as eleições estaduais. O prefácio é de Fernando Brengel.

Sinopse

Em Guabiru, cidade fictícia do interior paulista, o técnico e leiloeiro Olympio comemora a vitória de seu time no campeonato regional. Sem imaginar, torna-se alvo de disputas entre dois grupos políticos rivais, em plena volta do pluripartidarismo. Entre paixões, traições e chantagens, o sonho de construir um estádio para o time local se transforma em promessa de campanha eleitoral.

Com humor e crítica social, o autor expõe a falta de escrúpulos de candidatos que se aproveitam da paixão nacional pelo futebol para manipular sonhos coletivos. A narrativa mistura personagens comuns, referências a ídolos como Garrincha e o clima de expectativa pela Seleção Brasileira de 1982, em um retrato sensível e satírico do Brasil profundo.

Entre as pessoas que fizeram uma leitura prévia, colaborando com suas observações e sugestões, deixo registrado trechos dos depoimentos.

  • “Um profundo mergulho em Guabiru, cidade-tema desta história, tão real que parece ter saído direto da nossa memória coletiva.” – Vitória Shigematsu, atriz e produtora cultural
  • “Um retrato poderoso e sensível do Brasil profundo, onde política, futebol e silêncio constroem os heróis esquecidos.” – Carlos Alberto Chicareli, poeta
  • “Uma deliciosa simbiose entre a arte da bola e a arte de escrever. Mais um golaço literário de Valdo Resende.” – Fernando Brengel, publicitário.

Para a composição do livro, a diagramação é do Flávio Monteiro (terceiro trabalho em conjunto, pois ele também criou o design de “A Sensitiva da Vila Mariana” e de “O vai e vem da memória”). Para a capa, foi utilizada uma foto, entre várias feitas especialmente pelo projeto por Agostinho Ermes, o Gugu. Entre as pessoas que também fizeram leituras dos primeiros esboços agradeço a Maria Elza Sigrist e Simone Gonzales.

Meu parceiro de longa data e de muitas atividades, convidei e tenho a honra de ter o prefácio de Fernando Brengel. Além do domínio da língua – ele revisou “dois meninos – limbo” e outros textos esparsos, além desse Várzea, Brengel é palmeirense apaixonado e um cidadão sempre pronto ao bom combate político. Verdade é que eu, também palmeirense, escrevi um livro com destaque para o Botafogo, dos tempos áureos de Garrincha. Brengel compreendeu a diferença entre as paixões pessoais e o amor pelo futebol. Só tenho a agradecer ao brother e aos demais que participaram dessa aventura que é fazer um livro nos dias de hoje.

Aguardo todos os que puderem no Portella Bar!

Serviço – Lançamento do livro “Várzea”

  • Data: 6 de dezembro de 2025
  • Horário: 14h
  • Local: Portella Bar – Rua Professor Sebastião Soares de Faria, 61 – Bela Vista – São Paulo – SP
  • Livro: Várzea, de Valdo Resende
  • Gênero: Romance satírico
  • Páginas: 320
  • Preço: R$ 95,00

Semana Cultural Ars Viva – Veja programação

Com seis décadas, Ars Viva realiza semana gratuita de espetáculos a partir do dia 11

O prédio da Sociedade Humanitária de Santos, um dos locais do evento.

Concentrando apresentações musicais e oficinas gratuitas para toda a população, a Semana Cultural Ars Viva será celebrada entre os próximos dias 11 e 15 da Orla ao Centro Histórico. Fundada em 1961, a Sociedade Ars Viva é uma das instituições culturais mais longevas em atuação na Baixada Santista,com foco principalmente na música coral de concerto.

Ao todo, são 11 atividades descentralizadas em espaços que também compõem a história de Santos, reunindo diferentes gerações e segmentos artísticos. O evento promove o congraçamento de artistas, educadores e público por meio de criações coletivas que atravessam também a literatura, as artes cênicas e visuais.

“A Semana Cultural retoma um dos principais objetivos da Sociedade Ars Viva que é a promoção de diferentes linguagens artísticas, do mais tradicional ao contemporâneo, demonstrando que nossa instituição está em permanente reinvenção e por isso a gente segue até hoje”, destaca o maestro e diretor da Sociedade Ars Viva, Ricardo Cardim.

O concerto de abertura, com Madrigal Ars Viva, homenageando o compositor santista Gil Nuno Vaz será já na terça-feira (dia 11), às 19 horas, na Casa das Culturas de Santos. Situado na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, o casarão erguido no início do século 20 era então residência de trabalhadores portuários. A entrada é franca.

Detalhe da majestosa biblioteca da Sociedade Humanitária.

Também há programações previstas na sede do Instituto Histórico e Geográfico de Santos (Av. Cons. Nébias, 689, Boqueirão), erguido em 1887 como sede de uma grande chácara do bairro e fomentou o clubismo local. Outro palco será a Sociedade Humanitária dos Empregados no Comércio de Santos (Praça José Bonifácio, 59, Centro), onde desde 1931 já recebeu bailes, cerimônias e também abriga a biblioteca pública mais antiga da Cidade. Confira a programação:

Dia 11/nov | Terça-feira | Sociedade Humanitária de Santos

• 10h: Oficina de corpo de Contato Improvisação, com Bruno Garrote;

Dia 11/nov | Terça-feira | Casa das Culturas de Santos

• 19h: Concerto de Abertura, com Madrigal Ars Viva – Homenagem a Gil Nuno Vaz;

Dia 12/nov | Quarta-feira | Instituto Histórico Geográfico de Santos

• 15h: Oficina de Xilogravura, com Luciano Favaro

• 19h: Concerto Duo Landum, com Antônio Eduardo e José Simonian;

Palestra e encontro estão programados na biblioteca mais antiga da cidade.

Dia 13/nov | Quinta-feira | Sociedade Humanitária de Santos

• 15h: Palestra “O homoerotismo na literatura brasileira”, com Valdo Resende;

Dia 14/nov | Sexta-feira | Sociedade Humanitária de Santos

• 15h: Roda de Conversa-‘Caminhos da escrita: entre técnica e inspiração’, com os escritores Ricardo Rutigliano Roque, Carlos Alberto Chicarelli e Luis Gilberto Moreira Corrêa, mediação de Valdo Resende;

• 17h30: Palestra “A música coral na cidade de Santos”, com maestro Roberto Martins, mediação de Ricardo Cardim;

• 19h: Concerto Coro-Escola Experimental Ars Viva.

Dia 15/nov (Sábado) | Casa das Culturas de Santos

• 15h: Espetáculo Teatral “Calma e Constância”, com Coletivo Valsa pra Lua;

• 16h: Performance “Sem Título”, com Lípari;

• 17h: Concerto de música antiga, com Lunatus.

A Semana Cultural Ars Viva compõe o projeto o Circuito Ars Viva de Cultura – iniciativa realizada pela Sociedade Ars Viva em convênio com a Prefeitura de Santos através da Secretaria de Cultura. Outras informações em: https://madrigalarsviva.wordpress.com/