A inspiração é parceira da leitura

livros

Sobre o processo criativo, volta e meia, há ideias de que a inspiração ocorre de maneira “espontânea”, sugerindo que o sujeito fica ali, quietinho, e a coisa vem, pela vontade divina. Dependendo da circunstância parece que o indivíduo, “abençoado por Deus e bonito por natureza”, distingue-se do ser humano comum e, por isso, é agraciado com grandes inspirações.

Inspirar, cuja acepção da palavra não deixa dúvida, é o ato de encher o pulmão de ar, ou seja, é alimentar-se continuamente para poder viver. A ideia de alimento me parece mais humana, concreta, possível para toda e qualquer pessoa. A tradição religiosa que nos faz crer que Deus inspirou santos e profetas é bem bonita, mas só para exemplificar um fato: Saulo não se tornou o Apóstolo Paulo do nada. “Antes de cair do cavalo”, como diz a tradição, o militar romano já estava profundamente envolvido no assunto ao perseguir os primeiros cristãos. Assim, é preciso estar envolvido, mesmo enquanto perseguidor, para que até Deus se manifeste.

Quando pensamos nos inúmeros problemas cujas soluções carecem de criatividade, a preparação torna-se fundamental para as resoluções/soluções desejadas. Grandes profissionais mantêm essa preparação como atividade constante através da participação em cursos, seminários, congressos e… LEITURA!

Ler é alimentar-se diariamente para que estejamos preparados quando formos solicitados. A premência de certos problemas nem sempre nos permite o tempo necessário para estudar, ler, pesquisar. Tal qual o atleta que precisa manter o corpo em contínuo movimento, exercitando-se constantemente entre um campeonato e outro, todo profissional deve atuar no sentido de atualizar-se e manter-se em sintonia com os avanços e progressos da área onde atua. Ler, então, é fundamental.

Lazer, informação, pontos de vista diferenciados, relaxamento ou inspiração, os motivos que nos levam a ler são múltiplos, fazendo da visita a uma livraria uma verdadeira expedição ao que a mente humana nos propicia. Como toda e qualquer área da atividade humana, o ato de ler supõe diversidade quando o objetivo é crescimento. Ao ler nos colocamos em paralelo com o autor, quando não dialogamos ou discutimos com o mesmo. Uma viagem por ideias que não são as nossas, mas que poderão vir a ser caso nos permitamos refletir e reconhecer as qualidades do que nos é oferecido via texto.

Há indivíduos que varam a noite lendo, sem que consigam abandonar o livro antes de ler a última página. Há os adolescentes vorazes que, pendurados no metrô, trem ou ônibus, seguram-se com uma mão enquanto a outra segura o livro. Gosto de recordar minha mãe no cantinho da casa que escolheu para si enquanto canto de leitura. Às vezes, colocava o jornal sobre a mesa, folheando-o até a página final. Cada indivíduo deve escolher o melhor local, o melhor horário, o melhor ambiente para seu momento de leitura. O fundamental é não deixar de ter esse encontro com ficção, realidade, técnica, poesia, ciência, alimentando o cérebro com todas as informações possíveis para que, no momento adequado e necessário, possam associar-se a outras ideias gerando as soluções que precisamos no trabalho ou em nossa vida.

A partir desta semana apresentarei nas redes sociais alguns dos livros que são base do curso CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO. São autores de diversas escolas, europeus, americanos e brasileiros que, ao longo de toda a minha carreira como professor, tenho utilizado em aulas de criatividade ou em disciplinas que envolvem criação. Para os interessados no curso entrem em www.competency.com.br onde estão as informações necessárias para que se efetue a inscrição.

Nas redes sociais, onde apresentarei os livros, os links são:

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/valdoresende/

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LINKEDIN: https://www.linkedin.com/in/valdoresende/

Até mais!

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A Bola, histórias que rolam

Companheira de trabalho na peça Um Presente Para Ramiro, Isadora Petrin está em A Bola, histórias que rolam; uma peça infantil com um enredo inteligente, a estreia será no Sesc 24 de maio, bem no coração de São Paulo. Veja a seguir o material de divulgação da montagem.

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Marcela Arce e Isadora Petrin em A Bola. Foto: divulgação

O Grupo Artes Simples de Teatro estreia “A Bola – Histórias que Rolam” no Sesc 24 de Maio.

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A peça conta as várias expectativas que cada bola de futebol tem ao ser fabricada, principalmente o sonho de participar dos principais campeonatos e gramados do mundo. Durante o espetáculo, acompanhamos a bola que virou youtuber, outra que foi parar no espaço, uma terceira que não foi comprada pela Fifa, mas por garotaos que jogam futebol de várzea. Em linhas gerais, o enredo é sobre o sonho do que queremos ser quando crescer, dos caminhos que mudam e da aceitação do que a vida oferece enquanto oportunidade.

O Grupo Arte Simples De Teatro foi criado em 2006 e parte da concepção de que o teatro deve ser um bem cultural acessível a todos, acreditando que essa é a forma de se democratizar o acesso à arte.

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Com direção de Pedro Pires, estão no elenco Andréea Serrano, Eugenia Cecchini, Isadora Petrin, Marcela Arce, Marilia Miyazawa, Tatiana Eivazian e Tatiana Rehder.Direção musical e músicas originais: Adilson Rodrigues. Músicos: Fernando Stelzer e Lucas Paiva. A direção de Arte é de Kleber Montanheiro e a produção executiva de Andréea Serrano e Tatiana Rehder

SERVIÇO:
A BOLA – HISTÓRIAS QUE ROLAM – Com o Grupo Artes Simples de Teatro. Dias 14 e 15/09. Sábado e domingo, das 16h às 17h
Local: Área de Convivência (3º andar) – Sesc 24 de Maio
Duração: 55 minutos.Livre. Grátis.

SESC 24 DE MAIO – Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo
Fone: (11) 3350-6300

Todos estão convidados!

Até mais!

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Eu nasci assim… com a coragem de quebrar padrões

sonia braga

A foto de Sonia Braga na Vogue online me leva a lembrar Caymmi com sua “Modinha para Gabriela”: Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim… Um alvoroço na internet com a capa da revista. Tive a paciência de ler comentários prós e contras e, esses últimos, com frequência notável vindo de mulheres. “Ela precisa se cuidar!” é o subtexto da maioria. Mas, caso Sonia Braga fosse como as outras mulheres…

Algumas mulheres, e este post é dedicado a elas, são extraordinariamente criativas, levam a vida com o maior sucesso e decidiram ser como são. Sem grandes arroubos na tentativa de enganar o tempo. Cá para nós, ninguém ludibria o tempo. Exercendo o sagrado direito de pintar cabelo, fazer plásticas por todo o corpo, colocar pequenos detalhes postiços, não enganamos o tempo. Nos sentimos bem. Mas Sonia Braga…

nasci assim

Sonia Braga, Laura Cardoso, Fernanda Montenegro e Maria Bethânia são exemplos da contramão do aparente estabelecido. Como essas mulheres se cuidam? Recordo uma entrevista de Fernanda Montenegro para Marília Gabriela: “- Tomo banho todo dia, alguns não tomam!” Maria Bethânia, em recente entrevista ao programa do Pedro Bial confessou ter feito plástica nos seios. Laura Cardoso nunca fez plástica.

Essas mulheres são profissionais notáveis, de ponta, que frequentemente são incomodadas por pessoas do tipo que chamam a primeira dama francesa de feia, ou por outras, dessas que escondem a idade, evidenciando um inexplicável medo do tempo. É preciso uma coragem fora do comum para escrever um livro com a palavra epílogo no título. Fernanda Montenegro escreveu, dando clara alusão ao tempo que finda, a uma história que cessa. Essa gente, que teme a ação do tempo, deve ficar apavorada com o que a palavra epílogo sugere.

Maria Bethânia, lá atrás, deu voz a versos de Caetano Veloso: “… o amor tudo levou, o outono chegou, mas o dom da primavera ninguém vai me tirar, hoje eu estou pronta pra cantar!”. E continua cantando, e vai cantar sempre, lindamente. Tanto quanto Fernanda Montenegro e Laura Cardoso em novelas recentes e Sonia Braga, em Bacurau. Vou guardar na lembrança a cena em que Fernanda desatina e mata três em uma única cena, assim como não esquecerei Laura Cardoso brincando de ser abusada e prostituta.

Algumas crenças nos limitam; a da eterna juventude é uma delas. É encarando o tempo que convivemos com possibilidades e limites. Esses mesmos limites que, quando jovens, foram outros. O que vale, em todo e qualquer tempo, é nossa capacidade de aprender, de entender, compartilhar. Parar no tempo, no padrão “lindo e jovem” é alimentar medos; de que o cabelo caia, fique branco, que as rugas tomem conta, os músculos amoleçam e o corpo despenque. Todo o cuidado com o corpo e com a saúde é necessário; de preferência que seja realista, pois assim esse cuidado será maior. Eu nasci assim, me diz a foto de Sonia Braga. E eu completo, como se fosse ela: Vivi e estou assim. E só estou assim porque vivi. E mudo quando quiser.

Há pessoas que estão em constante luta para manter e expandir um espírito criativo. Não param e não se assustam com o tempo. Seguem em frente, com um jeito invejável de ser. Essas quatro mulheres se cuidam mais que, provavelmente, a maioria de todos nós. Cuidam da cabeça, lutam por coerência, por direito, liberdade, honra, dignidade. Mais que elogios, querem reconhecimento e exercer o livre arbítrio quanto ao que usar, como usar e, sobretudo, o que fazer. Por isso são grandes criativas, por isso são estrelas. E cabe a nós aprender com elas.

Até mais!

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Nota: As fotos que ilustram este post foram colhidas na internet, divulgando trabalhos das artistas citadas.

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CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO veja em www.competency,com.br.

 

Floresta dos Mistérios estreia dia 7

Trabalhei com Márcio Araújo na montagem de Uma Festa Para Ramiro, quando o artista assinou os figurinos. Também autor, diretor, ator e produtor, Márcio inicia nova viagem teatral com um espetáculo que promete. Vejam o texto abaixo da divulgação do infantil Floresta dos Mistérios.

Floresta dos Mistérios
Foto divulgação: Silvia Machado

Idealizado, escrito e dirigido por Márcio Araújo, o espetáculo infantil Floresta dos Mistérios estreia dia 7 de setembro, às 16 horas no Teatro Alfa. Totalmente inclusivo, com áudio-descrição e libras, em todas as sessões, o espetáculo utiliza bonecos manipulados que representam as crianças, cada uma com uma deficiência: surdez, síndrome de Down e paralisia cerebral. São essas crianças (Guta, Rafa e Duda) que enfrentarão a prefeita da cidade de Micrópolis (Marta Lúcia). Ela quer derrubar a floresta dos encantados para a construção de uma grande fábrica.

Nessa defesa em favor da floresta, as crianças contracenam com seres folclóricos como o Saci Pererê, a sereia Iara e o Boitatá, com os quais se identificam e criam laços afetivos em função das necessidades especiais de cada criança. Unidos, eles enfrentam a ganância da prefeita.

Criados por Márcio Pontes, referência no teatro de animação, os bonecos têm o tamanho real das crianças, as músicas, de Márcio Araújo, compostas para o espetáculo e cantadas ao vivo, aliadas ao cenário de Nani Brisque, ajudam a contar essa história de superação, inclusão e magia.

“É muito importante dar representatividade a todas as pessoas, sobretudo às minorias, para que o mundo possa conviver em harmonia. Além disso, discutir com o público a questão do desmatamento e do meio ambiente é essencial nesse momento”, afirma Márcio Araújo.

Com produção e idealização da Humanize Produções e Marujo Produções, o espetáculo amplia a discussão sobre a inclusão social, defesa do meio ambiente e reflete também acerca da tecnologia/desenvolvimento e sustentabilidade. É  apresentado pelo Ministério da Cidadania e Volkswagen Financial Services.

Ficha Técnica

Texto e direção – Márcio Araújo. Elenco – Clayton Bonardi, Daniel Costa, Daniela Schitini, Débora Vivan, Mateus Menezes, Wesley Leal e Marizilda Rosa. Criação de bonecos – Márcio Pontes.  Músicas – Márcio Araújo e Tato Fischer. Arranjos musicais – Gabriel Moreira. Iluminação – Wagner Freire. Cenário – Nani Brisque. Produção Executiva e idealização – Humanize Produções e Marujo Produções

Serviço

Espetáculo infantil – Floresta dos Mistérios

Estreia dia 7 de setembro, sábado, às 16h na Sala B do Teatro AlfaCapacidade: 204 lugares. Temporada: De 7 de setembro a 20 de outubro. Sábados e domingos, às 16h. Duração: 60 min. Classificação etária: Livre. Recomendado para crianças a partir de 4 anos.

Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, tel. (11) 5693-4000. Site: www.teatroalfa.com.br Ingresso rápido ou pelos telefones: 11 5693-4000 | 0300 789-3377.

Algumas razões para voltar

É amanhã, depois de muito tempo, quando me disseram que eu não poderia continuar. Mas, um brasileiro não desiste nunca (rsrsrsrsrsrsr) e, sério, estou entre aqueles que gosta de uma boa dose de teimosia. Estou de volta! E segue algumas imagens que sintetizam mais de vinte anos de história.

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Aulas, reuniões, feiras… aqui vou eu.

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Grato aos que, durante minha ausência, torceram pela minha volta e cuidaram direitinho de tudo. Muito obrigado.

Até amanhã!

 

Comportamento criativo e a “cultura do não”

O ideal de um indivíduo criativo pode ser observado em toda e qualquer criança. Nascemos e iniciamos uma primeira grande viagem que é conhecer o mundo em que vivemos. É emocionante ver uma criança conseguir pegar e, em seguida, manipular um objeto. O olhar é intenso, a atenção é concentrada e a exploração passa pelo cheiro, pelo tato, pela cor e, geralmente, a coisa vira chacoalho para ver que som tem.

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Alexandre ignora limites e domina o espaço

A curiosidade é companheira, crescendo com a criança. Os experimentos não cessam; engatinhar, andar, correr, saltar… brincar com os pais, os primeiros amigos, o animal de estimação. O profundo encantamento perante a areia, a água, a chuva, o fogo e concretiza-se na infância algumas das principais características do indivíduo criativo: Curiosidade; capacidade de exploração; desejo de experimentar e não se prender a nenhuma barreira; ultrapassar limites; alegrar-se perante cada descoberta…

Quantas crianças aprendem, primeiro, o significado do advérbio “não”? É observando que percebemos pais e familiares aprovando as atitudes da criança com sorrisos, palmas, beijos, mas, raramente com um “sim!”. É óbvio que todo familiar tem o dever de cuidar e o não é inevitável perante o fogo, a água quente, a tomada desprotegida… Há também outros nãos diante do que a criança pega, a tentativa da cambalhota, o desejo de subir em um sofá ou outro móvel em cuidados, às vezes, exagerados. E há outros nãos para manter a casa arrumada, o chão limpo, a roupa bem passada, o cabelo “arrumado” …

maria Luisa
Com atenção e delicadeza Maria Luisa descobre o mundo fora de casa.

Feliz a criança que sai de casa para o quintal. Mais feliz ainda quando esse quintal tem terra, plantas ornamentais e outras, frutíferas. E areia. E cacarecos, muitos cacarecos para serem transformados naquilo que a criança sonha ou imagina. O que fazer dentro de um quarto cheio de brinquedos à não ser quebrar esses pra dar vazão ao desejo de transformar, descobrir, experimentar? Parques, praças, jardins estão aí, e é preciso explorá-los para que a criança possa descobrir o mundo fora de apartamentos. Dá trabalho, dirão alguns, mas quem não quiser ter trabalho que não tenha filhos.

Nascemos e nos desenvolvemos com muitas características criativas. Ainda muito crianças já manipulamos as palavras, ordenando-as em formulações complexas e sofisticadas. Engatinhando e, em seguida, andando aprendemos a dominar o espaço, a usar nosso corpo e o movimentamos, no esporte ou na dança, conforme nossos desejos e necessidades. É lindo ver uma criança entendendo o que o outro sente, colocando-se no lugar desse e, maravilha, entendendo os próprios sentimentos. Também é maravilhoso perceber a capacidade da criança em dominar conceitos lógicos, objetos complexos e, até mesmo, sistemas numéricos.

Autores como Jordan Ayan denominam essa fase como sendo a da criatividade natural, ou fase das chamadas habilidades criativas. E é dentro de casa que começamos a perdê-las. Quando o “não” ultrapassa o limite do razoável. Também dentro da escola, quando esta prioriza regras e procedimentos formais. Se em alguns lares existe a propensão ao enquadramento uniformizado – veja os idiotas de plantão insistindo em padronizar cores – há escolas que reforçam tais padrões e ainda impõem outros, normalmente em detrimento da expressão individual. É de Ayan a seguinte e triste metáfora: Crianças costumam entrar na escola com uma fantástica caixa de lápis de cor e saem da mesma com uma caneta esferográfica…

Para contrapor o “não faça”, “não pode”, “não é de bom tom”, “tem que ser assim” e, um dos maiores inibidores sociais, o inevitável “o que os outros devem pensar” é que devemos refletir, estudar e recuperar nosso potencial criativo. Rever nossa história é fundamental para ampliar nosso autoconhecimento. E, para seguir em frente, evitar e expurgar sentimentos negativos, tais como mágoas, ressentimentos, revoltas… Nada mais chato que um adulto “revoltinha”. Buscar o sim, através daquela curiosidade que há dentro de cada um, perante o desconhecido, o novo. Não temer experimentar, ousar e extrapolar nossos limites corriqueiros; soltar o corpo na dança, sob a chuva, dentro do mar. Recuperar o olhar da criança perante o mundo e, como ela, descobrir o outro. E se houver algum problema pela frente, vamos manipular, experimentar, buscar e… solucionar.

Até mais!

ATENÇÃO: O texto acima permeia o conteúdo do curso CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO que será realizado no dia 19 de outubro de 2019 no Hotel Matsubara, em São Paulo. As inscrições estão abertas e os detalhes sobre o curso estão no site www.competency.com.br

 

A reprodução de partes ou de todo o texto deve obrigatoriamente mencionar a fonte e o autor.

 

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Tecnologias e poética: A poiesis da música acusmática

Flávio Monteiro, o compositor de Um Presente Para Ramiro, nos convida para o evento que será na EMESP,  Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim:

acusmatica

“No dia 4 de setembro, às 18h30, acontece a mesa redonda Tecnologia e Poética: A Poiesis da Música Acusmática no Auditório Zequinha de Abreu. Na ocasião, os compositores Flávio Monteiro, Gabriel Duarte, Gabriel Müller, Gabriel Xavier, Pedro Yugo Sano Mani e Wellington Gonçalves, farão uma explanação histórica sobre os primórdios da música acusmática, como também uma discussão sobre os ecos e sua produção nos dias de hoje, abordando as problemáticas relacionadas ao material sonoro, processos composicionais, tecnologia e escuta.
Ao final da mesa redonda, os compositores vão apresentar obras acusmáticas, que serão difundidas por alto falantes estrategicamente posicionados no auditório, de modo que a escuta do público possa perceber a trajetória que o som ocupa no espaço.

Mesa Redonda- 18:30  Concerto- 19:30

A EMESP fica no Largo General Osório, 147 – Luz, São Paulo – SP.

Entrada Franca.

Até mais!

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