Últimos devaneios dos 62

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São Paulo está tipo assim…

Eu queria estar firme como o cabelo do Neymar, batizado pelo meu amigo Dema de Calopsita, mas estou fazendo 63 anos…  Neymar! Tai um cabelo impávido, intrépido, destemido. O moço esteve bonito, fisicamente, mas em se tratando de futebol eu tenho mesmo é saudade do Garrincha; e isso é mais um sinal do tempo, um tempo enorme que carrego nas costas.

Um empate minimizou a alegria barulhenta dos torcedores. Poucas buzinas, cornetas e similares que, agora têm outro nome. Senti falta de fogos de artifício. Os cachorros estão dominando o planeta e quem quiser que contrate outro animal para “cão de guarda”. Se os melhores amigos do homem ficam traumatizados com o foguetório, devem piorar com tiroteios.

Hoje vi, quase que por acaso, o estatuto do idoso… Foi quando me veio a ideia de olhar qual a expectativa de vida para o brasileiro. Estava interessado em saber quanto tempo me resta, coisa que, aos vinte e poucos jamais me passaria pela cabeça e aos trinta e poucos também não. Agora passa; paciência.

EM MINAS GERAIS OS APOSENTADOS NÃO RECEBEM SEU SALÁRIO! Assim mesmo, em caixa alta, pra chamar um pouco mais a atenção sobre milhares de profissionais que trabalharam décadas pensando em uma velhice tranquila. Tenho medo de me aposentar, posto que ao aposentado resta protesto. Greve, nesse caso, só se for de fome… O pior é não precisar de greve para passar fome.

Habituado ao convênio médico descobri, por acaso, que uma consulta ao “meu” dermatologista custa R$ 500,00.  Nem é para ficar com a pele do Neymar (Viram só que pele?). É o preço de uma consulta simples. Vou descobrir o preço do mesmo serviço de um urologista. Depois conto aqui.

Recebi dois avisos de que a Wanderléa apareceria no Faustão. Tenho pessoas queridas que sabem dos meus afetos artísticos. O cabelo da Wandeca é muito mais bonito do que o do Neymar e é tão artificial quanto. Ela é morena, como ele. Ambos têm fissura por cabelo loiro.

80% do pudim que ganhei já foi consumido.

Amanhã, dia do meu natalício, terei quase duas centenas de alunos fazendo exames.

Ontem, final de um capítulo da série O Ministério do Tempo, a moça pede ao rei que, com medo de morrer, pense em algo que o tenha deixado feliz. E o rei se lembrou de, quando criança, a mãe vindo arrumar cobertas, dar beijo de boa noite, fazendo um último afago. Pensei nas muitas vezes que minha mãe fez a mesma coisa comigo. Eu, um reles plebeu.

Hora de tomar uma sopa bem quentinha. Que vontade que tenho de, no inverno, morar no Piauí!

Ufa! 63 anos. Nossa Senhora das Frases Feitas que me ajude a ultrapassar esse momento mantendo a polidez necessária para a ocasião. Todavia, o que vem na cabeça são expressões costumeiras: – Segura a onda! Aguenta firme! Tenha fé! São essas as minhas intenções.

Tenho saudada de muitas coisas.

Até mais.

 

 

 

O casamento dos sonhos

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Nesse dia, Walderes lembrou-se de D. Emília?

Tanto estardalhaço pelo casamento inglês! Brigas familiares do lado da noiva, a famosa discrição da família real britânica e muito, muito fru-fru; com que roupa comparecer, como se comportar, quem vai, quem fica, pode usar joias, quem entra com a noiva e… até uma família quase esquecida, a Imperial aqui da terrinha, manifestou-se contra a união do  nobre com a plebeia.

Um mundo parado em plena manhã de sábado em terras tupiniquins e outras, além mar, para ver o enlace; aquele mundinho que adora reis e rainhas do maracatu, da primavera, do samba, da jovem guarda, da televisão, do cinema e…  of course, da Inglaterra. E eu dei de lembrar dos casamentos de D. Emília! A noiva dos melhores casamentos que frequentei na infância.

Dessas coisas estranhas dos loteamentos urbanos, a Avenida Elias Cruvinel, lá em Uberaba, onde meus pais adquiriram uma casa e para lá se mudaram quando eu tinha cerca de seis meses de vida, era bem peculiar. Corredor de boiadeiros, estrada antiga que ligava a cidade à capital, Belo Horizonte, tinha duas pistas, divididas por uma elevação central, coberta de capim, por onde passavam os postes levando luz para o bairro. Papai, volta e meia, podava o imenso capinzal que crescia em meio à avenida, para que tivéssemos visão do outro lado, um imenso terreno cercado por uma tênue cerca de arame farpado e, até onde se sabe, pertencente à D. Emília.

Ocupando praticamente todo o quarteirão, o terreno em frente à nossa casa continha plantações de ocasião; milho verde era o mais constante e no extremo oeste do terreno ficava uma pequena casa, onde morava D. Emília. Criança, não guardei muito do que os adultos diziam sobre ela. Talvez viúva ou, quem sabe, abandonada pelo marido. Era mãe de dois filhos e, desses, um morava aqui em São Paulo. Até onde me recordo, ela estava sempre sozinha.

Certamente D. Emília foi a primeira mulher vestida de noiva que vi. Guardo na memória uma mulher morena, cabelos castanhos e compridos, um sorriso largo, lindo, cheio de dentes artificiais. Todavia era um sorriso bonito, sincero, um tanto ou quanto aéreo, como se a dona do sorriso estivesse longe, muito longe, quando então resolvia se casar. Sempre me lembro da querida senhora vestida de noiva.

Meus irmãos maiores já conheciam os sinais. De vez em quando era perceptível que D. Emília estava prestes a se casar. Preparava doces, bolos, essas coisas de festa e vestia minhas irmãs como damas de honra, meu irmão como pajem. Começo da tarde, já com um alvíssimo vestido branco, uma farta grinalda de tule e, nas mãos, um pequeno buquê de flores naturais a noiva sentava-se em um tosco banco de madeira, que ocupava a frente da casinha onde morava e, sentada, viajava nos sonhos e delírios de quem sabe onde fica Pasárgada, Shangrilá e outros paraísos da imaginação humana.

As crianças ficavam ao redor da noiva. Em um momento brincando, depois impacientes, querendo provar do banquete nupcial. Após o que se supõe ter sido a cerimônia a noiva, sorridente, servia os convidados. Nós e as crianças da vizinhança. Será que Waldênia e Walcenis, minhas irmãs mais velhas, perguntaram algum dia pelo noivo? Meu irmão Valdonei, certamente adorava bolos, roscas e, tanto Walderes quanto eu, éramos os apreciadores de doces. Tenho certeza de que não importávamos quanto ao noivo, sua ausência ou o dote e as demais implicações que, agora, percebo no casamento do príncipe com a plebeia americana.

Quantas vezes vimos tal cerimônia? Não sei. Na minha memória foram várias. E depois, quando apareceram outros donos dos terrenos e limitaram a residência de D. Emília, ela não durou muito. Faleceu, provavelmente, no final dos anos de 1960.

Guardo de D. Emília o casamento como algo descomplicado e feliz. Uma brincadeira com bolos e doces em uma bela tarde de sol. Talvez estivéssemos descalços, mas recordo guirlandas enfeitando os cabelos de minhas irmãs que, certamente, têm outras lembranças além dessas.

Que o jovem casal do momento possa sobreviver ao assédio da mídia, às fofocas quanto ao vestuário, ao disse-me-disse dos convidados. Tenho cá minhas dúvidas, mas acredito sinceramente que D. Emília, em seus delírios nupciais, foi mais feliz que o herdeiro da coroa inglesa. Como estou imbuído de bons sentimentos, só me resta desejar ao casal de agora a pureza e a felicidade de D. Emília que, para muitos alienada, experimentou mais casamentos felizes que todos os reis do planeta.

Até mais.

Quatro Cantos

 

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Ilustração em vaso grego, inspirada em Medeia

A música tem permeado toda a minha vida. Através do canto, desde a infância, das brincadeiras com violão onde surgiram as primeiras composições. Com o tempo meu trabalho ficou restrito à letras e, com orgulho e gratidão, somo parcerias com Wilson de Oliveira, lá de Minas Gerais, Leonardo Venturieri, no Pará e aqui, em São Paulo, com Maurício Werá e Flávio Monteiro. De um velho projeto resgato o soneto abaixo, já musicado por Maurício Werá. Nossa inspiração veio da tragédia Medeia, de Eurípedes, lembrada na ilustração acima.

QUATRO CANTOS

Maurício Werá e Valdo Resende

Canto pelos quatro cantos do mundo

Minha voz ocupa espaços sonoros

Entre um canto e outro calo ou choro

Silêncio e morte onde o som infundo

Quer saber então por que é que eu canto

E nas pausas descanso a garganta?

Se existe razão para quem canta

Louvar a alegria e entoar o pranto?

A canção é toda matéria viva,

O calor da pele, a fria deriva.

Ressoam na voz cor e escuridão.

A razão não sabe do sentimento

Que embarga a voz e encarna o tempo

Música ultrapassa qualquer compreensão.

.-.-.-.-.-.-.

Até mais!

Lamento Piraquara

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Detalhe do Rio Paraíba do Sul, próximo da divisa de Cruzeiro com Lavrinhas.

As necessidades de conservação e preservação do meio ambiente estão presentes em todas as atividades do Projeto Arte na Comunidade. De nada valeria resgatar aspectos históricos, valorizar hábitos regionais e manifestações folclóricas ficando fora a atenção e os cuidados devidos para com o ambiente em que vivemos.

O Rio Paraíba do Sul recebe merecido destaque nesta edição do Arte na Comunidade. Com mais de mil quilômetros de extensão, o Rio Paraíba banha os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O rio, situado em área densamente povoada, é muito poluído e carece de cuidados imensos de todos os setores – prefeituras, indústrias – e, também da população regional.

“Lamento Piraquara” é uma das músicas presentes nas montagens apresentadas nas escolas dos municípios de Cruzeiro, Lavrinhas e Queluz. Piraquara é o nome que se dá às populações ribeirinhas do Paraíba do Sul. A pesca está longe de ser o que foi e é preciso muita atenção para evitar piorar a situação.

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Crianças fazem origami em apresentação do Arte na Comunidade 4. Nossos rios carecem de cuidados.

Uma simples campanha está sendo sugerida aos alunos das escolas municipais das cidades visitadas. Os atores do Arte na Comunidade 4 fazem um peixe através de origami, ensinam e pedem às crianças a seguinte ação: quando presenciarem alguém sujando o rio, deverão fazer um peixe, entregando-o ao indivíduo, alertando o mesmo para os cuidados que se deve ter para com nossos rios.

As crianças fazem a dobradura e aprendem a música de Flávio Monteiro e Valdo Resende. Veja a letra abaixo que lembra vários tipos de peixe presentes na bacia do Paraíba do Sul e conclui reverenciando os mais importantes rios brasileiros.

LAMENTO PIRAQUARA

Cadê tilápia, traíra? 

Onde tem tucunaré?

Piabuçu nunca vi!

Nem jundiá, nem mandi!

Limpe a água, limpe o rio

Piraquara quer pescar

Pra onde foi surubim?

Piau-palhaço vai voltar?

Não vejo mais lambari

Piabanha onde é que tá?

Limpe a água limpe o rio

Piraquara quer pescar

Bagre-guri tem ali?

Ximboré, curimbatá?

Corvina do outro lado?

Dourado veio pra ficar!?

Limpe a água limpe o rio

Piraquara quer pescar

Paraíba, Rio Doce,

Amazonas, Paraná

São Francisco, Beberibe,

Araguaia, Japurá,

Rio Madeira, Tietê,

Rio Purus, Juruá,

Tocantins, Solimões,

Brasileiro quer pescar!

Limpe a água limpe o rio

Brasileiro quer pescar

 

Até mais!

Arroz que une Uberaba, Cruzeiro, Goiás…

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Cruzeiro, no Vale do Paraíba, protegida pela Serra da Mantiqueira

Em Cruzeiro, no Vale do Paraíba, a moça me diz que não posso deixar de experimentar arroz vermelho com suã. Surpreso revelei que era a primeira vez que, desde que saí de Minas Gerais, ouvia a palavra suã da boca de um paulista. A palavra suã trouxe de volta meus tempos de menino, em Uberaba, quando minha mãe fazia arroz com suã e meu pai comia com a melhor boca do mundo. Éramos felizes então, quando pegávamos um pedaço de suã e, literalmente, roíamos até o osso.

Quando afirmei só ter ouvido tal palavra suã em Minas a moça retrucou com um sorriso e um jeito quase à mineira: “- Minas é logo ali, depois da serra”. A serra é a Mantiqueira, altíssima! Imenso paredão aparentemente separando Minas Gerais de São Paulo. No município de Cruzeiro está um dos pontos onde se atravessa a Mantiqueira com maior facilidade. Lá está o famoso túnel construído nos tempos do império. De um lado, Cruzeiro, São Paulo; do outro, o município de Passa Quatro, em Minas Gerais. Foi inaugurado pelo Imperador D. Pedro II e também foi palco sangrento de alguns tristes episódios da Revolução de 1932.

Essa proximidade com Minas é, certamente, a razão da mineirice no falar dos habitantes da cidade; uma delícia! Fiquei me sentindo em casa e, ao mesmo tempo, pensando na bobagem que é dizer-se isso ou aquilo quando nos esquecemos de que somos todos irmãos, todos brasileiros. Meus novos amigos Cruzeirenses dizem ter  muito de mineiros; além do sotaque, com plurais particularíssimos e um erre acentuado, há uma delicadeza nas relações e inegável hospitalidade.

o túnel da mantiqueira e a revolução de 1932
O túnel separando São Paulo de Minas Gerais durante a Revolução de 1932

Dias de trabalho intenso suavizados pelo contato humano e, assim, vou somando outras histórias àquelas pesquisadas para o trabalho com o Arte na Comunidade 4. Arroz vermelho com suã! Prato típico de Cruzeiro! Que ótima descoberta!

Suã, para quem não sabe, é a parte da espinha dorsal do porco ainda com boa porção de carne entre os ossos. Minhas lembranças faziam-me a afirmar que arroz com suã é prato típico de Minas Gerais.  Já ouvi de outros, para além do Triangulo Mineiro, que o prato é goiano e outros ainda generalizam dizendo ser um prato caipira sem especificar a origem… Diante de um prato quentinho, cheiroso, suculento, penso que, mais que a origem, importa a boa companhia, os bons momentos que formarão boas lembranças.Daqui para a frente, saboreando um prato de arroz com suã, além das lembranças dos tempos de infância somarei outras da minha passagem pela aconchegante Cruzeiro.

Até mais!

Cruzeiro, Lavrinhas e Queluz no AC4

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Neste final de semanas realizaremos testes com atores do Vale do Paraíba para atuação no Arte na Comunidade 4, o AC4. É um momento de crucial importância, já que serão esses profissionais que entrarão em contato direto com o público geral das cidades participantes, em especial os alunos das escolas dos municípios.

Cruzeiro, Lavrinhas e Queluz entram no mapa do Projeto Arte na Comunidade, que já visitou cidades do Pará, Maranhão, Minas Gerais, sendo que esta é a segunda incursão em São Paulo. A mais recente edição foi na Baixada Santista em 2015.

Sonia Kavantan, a idealizadora e produtora do AC4, o diretor musical Flávio Monteiro e eu, autor e diretor dos textos, estaremos em Cruzeiro para a realização dos testes. Até agora temos sido muito bem recebidos pelas secretarias de educação dos municípios que estão nos facilitando acesso às escolas para a concretização do Projeto.

O Arte na Comunidade busca incentivar as culturas regionais através de contação de histórias, espetáculos teatrais e atividades junto aos alunos das redes municipais. Os fatos marcantes, a história e as características de cada localidade são o foco para trabalhos criativos: elaboração de textos, poemas, peças, além de expressões plásticas.

As três cidades do Vale do Paraíba têm importância notável desde o tempo da busca do ouro pelos Bandeirante, também durante o ciclo do Café, nos primórdios do século passado; pela posição geográfica estratégica tiveram participação vital na Revolução Constitucionalista de 1932. Os municípios estão próximos às divisas com os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro na região dos pontos mais altos da Serra da Mantiqueira. Banhadas pelo Rio Paraíba do Sul, as cidades visitadas pelo AC4 são marcantes na história do Vale e de todo o Estado de São Paulo.

Estamos felizes por mais esta oportunidade e assim, vamos em frente! Sempre que possível registrarei aqui algumas etapas desse projeto.

Até Mais!

 

 

Vamos para o Vale do Paraíba?

Sempre passei pela Via Dutra em viagens ao Rio de Janeiro, Aparecida ou como atalho para o litoral norte paulista. Carro ou ônibus, a visão que se tem do Vale do Paraíba é encantadora. Seja pela imensidão da Serra Mantiqueira mostrando-se com infinitas possibilidades conforme recebe os raios solares, ou então em longos trechos em que se tem a companhia do rio e da estrada de ferro. A paisagem atrai, estimula a curiosidade, reaviva lembranças.

Múltiplas cidades alternam impressões do viajante que passa pela Via Dutra. As indústrias de São José dos Campos, recordações de Monteiro Lobato em Taubaté, os mistérios da fé em Aparecida e, já no estado do Rio de Janeiro, a seriedade militar de Resende, a altivez do Itatiaia, a descida de outra serra para ganhar o litoral fluminense… Há mais; muito mais!

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Uma tenda com palco italiano e capacidade para 400 pessoas sentadas (as laterais ampliaram o número de espectadores) percorreu cidades do Pará e Maranhão.

A quarta edição do Projeto Arte na Comunidade será no Vale do Paraíba! A primeira ocorreu nos estados do Pará e Maranhão, percorrendo dezenas de cidades da Amazônia. Desde então, enfatizando os objetivos primordiais tais como o resgate e a valorização da cultura local, atentando para questões de preservação ambiental e de educação para a cidadania o Arte na Comunidade foi em frente. A segunda edição foi em Minas Gerais, no Pontal do Triângulo Mineiro.

Quatro cidades mineiras receberam os agentes do projeto em apresentações públicas e, em seguida, foram realizadas apresentações teatrais em escolas municipais estimulando o levantamento de aspectos locais através da criação de textos e contação de histórias. Uma mostra teatral encerrou a aplicação do projeto na região e, entre as atrações, uma exposição dos resultados dos trabalhos realizados pelos alunos de cada cidade.

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Mostra teatral e atividades nas escolas dos municípios ocorreram em Minas Gerais.

A terceira edição, em 2015, ocorreu na Baixada Santista acrescida de um maior contato com os educadores das cinco cidades participantes, resultando em expressiva adesão e participação dos mesmos nas diferentes etapas do Arte na Comunidade. Agora em 2016 prosseguimos em cidades paulistas: Cruzeiro, Lavrinhas e Queluz são os novos destinos do nosso projeto.

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Exposição do resultado das atividades em escolas da Baixada Santista foi um fato marcante do Arte na Comunidade 3.

E assim, lá vamos nós para o Vale do Paraíba! Sonia Kavantan, a idealizadora do Arte na Comunidade, Lilian Takara, Milka Master, Filipe Brambilla e Flávio Monteiro. Nossa equipe começa enxuta, aumentando posteriormente com profissionais da região visitada. Somaremos produtores, técnicos, atores entre outros companheiros que comporão a equipe final com os educadores e representantes de cada município para a concretização do trabalho.

Mais uma vez tenho a honra de escrever os textos – já comecei! – e também farei a direção dos espetáculos. Além do que publicarei aqui, neste blog, convido todos a seguirem as ações do Arte na Comunidade através das redes sociais e do blog que registra as atividades do projeto. Grandes descobertas, expressivas experiências, o Arte na Comunidade beneficia as comunidades visitadas e todos que dele participam.

Até mais!

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