Presentes para São Paulo

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Praça da Sé, amada por milhões.

Nuvens densas, sinal de chuva certa e, de repente, o avião sobrevoa a cidade. No mar de cimento sobressaem edifícios, pedras de impreciso e caótico dominó. Será que iremos parar? A pista será suficiente? A reversão assusta e a nave, impassível, desliza até o ponto de parada.

Amanhã é dia de festa. Aniversário da cidade. 462 anos de São Paulo. Quantos milhares de paulistanos e outros, que moram aqui, saíram no primeiro feriado prolongado do ano? Interessa mais saber que voltarão. E os que aqui permaneceram festejarão comendo bolo no Bexiga, passeando no Ibirapuera, andando de bicicleta na Paulista…

No hall de Congonhas um embate entre o taxista oficial e o clandestino. Voltamos. Estamos em casa.  Na cidade que abriga o mundo, todo tipo de gente. Nossa casa é São Paulo. E a cidade, grande mãe, administrando tudo e todos segue seu curso indiferente ao tempo, vencendo-o e renovando-se, ignorando o próprio aniversário.

Vinte e cinco de janeiro. Dia de acordar mais tarde, permanecer tranquilo. Dia de presentear São Paulo: Um pouco mais de verde; outro tanto de higiene; todas as cores de flores e, daqueles que por aqui transitam infinitas gentilezas; para com a cidade, para com seus habitantes. Simples assim! Como um desejo de criança.

Feliz aniversário, São Paulo!

Enquanto não é possível ir para Inhotim

Eu estava de mala e cuia prontinhas para conhecer Inhotim, mas São Pedro decidiu o contrário, mandando água sem parar sobre Minas Gerais. Já bastam os perrengues do ano inteiro. Recesso é para descansar e não sei nadar… portanto, sem enchentes, por favor! O jeito é apelar para o plano B, no caso, turismo doméstico!

Vêm aí os 458 anos de São Paulo. Vou rever lugares, conhecer outros e dividir com os leitores aqui do blog alguns olhares e sensações sobre nossa cidade. Para começar, vou mostrar aspectos do meu bairro, o Bexiga, como a Igreja Nossa Senhora do Carmo, as escadarias que facilitam o acesso à Rua dos Ingleses e um monte de outros lugares.

Igreja Nossa Sra do Carmo, Bexiga, São Paulo
A agradável arquitetura da Igreja de Nossa Sra. do Carmo, no Bexiga
O Bexiga tem recantos inusitados.

Como o hábito é mostrar os lugares de frente, pretendo mostrar outros lados; para começar, ilustrando a proposta, uma visão lateral da Praça da Sé, os fundos da grande catedral paulistana ou também, um outro lado do Vale do Anhangabaú que não seja aquele do Viaduto do Chá. Vale para quem não conhece e para quem já foi, lembrar e refletir sobre outros aspectos da vida, da paisagem.

A Praça da Sé e os contrastes da cidade.
Vista da Sé, pela Praça João Mendes.
Outros lados do Vale do Anhangabaú

A imensa cidade tem milhares de possibilidades. Por enquanto, estou perto de casa. É cômodo e se ameaça chuva, volto rapidinho. Não faltarão outros aspectos aqui no blog, portanto, não ficarei restrito a essa proposta (sou de Gêmeos, caminho para onde minha vontade manda!).  Se chover demais e não der para ir para lugar nenhum, ficarei brincando de “Mais Você”.

Literalmente, boto fogo na cozinha. Esse medalhão tem história...

Fiquem tranqüilos, não pretendo dar receitas culinárias por aqui. Prefiro indicar o site e o serviço prestado pela minha querida Amanda Salles. O “Na Travessa” é um simpático serviço oferecido por uma moça que não é baiana, mas que sabe mexer um vatapá, um caruru e um monte de outras comidas deliciosas. Conheça  a cidade, o site, se der, vamos pra Inhotim e boas férias!

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