Uma palestra sobre os mecanismos de financiamento é o que Sonia Kavantan, com propriedade, nos apresenta em palestra gravada neste maio de 2023, ou seja, conteúdo atualizado conforme os acontecimentos recentes no país.
Profissionais de arte, marketing e comunicação passam a ter uma fonte segura de informação e reflexão.
Esse conteúdo é apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e foi produzido com recursos do Proac Expresso Direto n.º39/2021.
Ficha técnica:
Palestrante e conteúdo: Sonia Kavantan Produção: Rogério Barsan Divulgação: Tiago Barizon Gravação e limpeza: Felipe Leite Produção e sonoplastia: Fabio Gondariz Edição: Juliano Alves Estúdio: geek/conteúdo Realização: Kavantan Projetos e Eventos Culturais
Para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta o projeto Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22 que acontece no CCBB São Paulo nos dias 17, 23 e 24 de fevereiro, às 17h. Presencial e gratuito.
Sonia Kavantan, Valdo Resende e Kátia Canton. Foto: Andreia Machado
Com idealização do escritor e Mestre em Artes Visuais Valdo Resende, curadoria e mediação da artista visual, escritora e jornalista Kátia Canton e produção da Kavantan & Associados, de Sonia Kavantan, o debate de ideias propõe reflexões sobre os contextos sócio-históricos que deflagraram a concretização do movimento ocorrido entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo.
O seminário também questiona as influências dessa primeira etapa do modernismo na arte hoje e joga luz sobre os significados de uma busca pela identidade brasileira através da arte. Como a questão da brasilidade toma corpo agora? O diferencial do projeto é que estarão no foco da discussão as contingências em três aspectos – Histórico, Estético e Humano.
Programação CCBB SP:
17 DE FEVEREIRO, 17H:
Contingências sócio-históricas – O Significado da Semana:
– Era uma Vez o Moderno – os diversos modernismos no Brasil entre 1910 e 1920, com Luís Armando Bagolin.
– O Azarado Macunaíma, com Priscila Loyde Gomes Figueiredo.
Esse primeiro encontro busca discutir a questões primordiais. O que significou a Semana de 22 na cidade de SP? Como era a Paulicéia até a explosão do modernismo, como eram os artistas e como eles se organizaram em torno do movimento? Como a questão da identidade brasileira se configurou e qual o papel singular de Mario de Andrade, autor de Macunaíma, na pesquisa de nossas raízes e vocações?
23 DE FEVEREIRO, 17H:
Contingências estéticas – A Composição da sinfonia modernista de 22:
– O Lastro Modernista nas Artes Hoje, com Agnaldo Farias.
– Semana de 22 e 2022, com Ana Cristina Carvalho.
A contingência tratada aqui articula as especificidades da estética desenvolvida pelos principais artistas que formaram essa primeira fase do modernismo brasileiro. Nas artes visuais, na literatura e na música, como se caracterizou essa produção? Quem eram eles e como foram responsáveis pela representação de uma geração?
24 DE FEVEREIRO, 17H:
Contingências humanas – O significado do ser moderno hoje:
– Modernas! arte e gênero no Brasil dos anos 1920, com Ana Paula Simioni.
– Personagens da Semana de 22, com Percival Tirapeli.
Essa contingência se liga ao atravessamento do tempo/espaço e do alargamento do conceito modernista até os dias de hoje. Será que aquela é uma Semana que não terminou, como diz o título do livro do jornalista Marcos Augusto Gonçalves? Quais as principais influências que aquele momento nos deixou como herança? O que é mito, o que é verdade?
Dinâmica:
Nos três dias de evento (mesma quantidade de dias da Semana de 1922) haverá dois palestrantes e uma mediadora, com espaço de tempo para perguntas da plateia. O seminário será presencial e terá duas horas de duração. Cada encontro será aberto pela mediadora que apresentará colocações sobre o tema proposto e apresentará os palestrantes. Na sequência cada palestrante fará sua apresentação. O mediador retomará iniciando questionamentos para os palestrantes e depois o público também poderá fazer perguntas. Ao final, após as considerações finais dos palestrantes, o mediador fará o fechamento.
Além de São Paulo, o projeto também acontecerá no Rio de Janeiro (dias 11, 12 e 13 de março, 18h30), Belo Horizonte (dias 1, 2 e 3 de abril, 20h) e Brasília (dias 5, 6 e 7 de maio, 20h).
Ao final de todas as cidades, serão disponibilizados nas redes sociais do CCBB um vídeo com a edição de todas as palestras e uma publicação com a transcrição dos conteúdos. Será emitido certificado digital para a pessoa que comparecer a pelo menos duas palestras. Haverá tradução em libras durante todas as atividades.
Sobre a curadora
Katia Canton é artista visual, escritora, jornalista, professora e curadora. Estudou arquitetura, dança e formou-se jornalista pela ECA USP, em São Paulo. Também estudou literatura e civilização francesas no curso de estudos superiores dado pela Aliança Francesa juntamente com a Universidade de Nancy II. Em 1984 transferiu-se para Paris, com uma bolsa de estudos de dança moderna no estúdio Peter Goss.
Viveu em Nova York por oito anos, onde trabalhou como repórter para vários jornais e revistas e realizou mestrado e doutorado na New York University. Sua pesquisa acadêmica é interdisciplinar e relaciona as artes e os contos de fadas, de várias épocas e culturas do mundo. Trabalhou um ano e meio como bolsista no MoMA, de Nova York, criando projetos de arte e narrativa no departamento de educação. De volta ao Brasil, ingressou como docente na Universidade de São Paulo, sendo professora associada do Museu de Arte Contemporânea (onde foi vice-diretora) e do programa de Pós-graduação Interunidades em Estética e História da Arte.
Seu trabalho artístico é multimídia, incluindo desenho, pintura, fotografia e objetos, e conceitualmente se liga a questões sobre sonho, desejos e narrativas. Tem realizado exposições em museus, galerias e instituições culturais no Brasil e no exterior, desde 2008.
Como autora, além de escrever livros sobre arte, criou mais de 50 livros ilustrados para o público infantil e juvenil, tendo recebido vários prêmios, no Brasil e no exterior. Entre eles, recebeu por três vezes o prêmio Jabuti, prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Serviço:
Contingências Antropofágicas / 100 anos depois de 22
Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Período: 17, 23 e 24 de fevereiro, 17h
Ingressos: Agendamento através do site bb.com.br/cultura e na bilheteria
Classificação indicativa: 14 anos
Entrada gratuita
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP
Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 19h, exceto às terças
Informações: (11) 4297-0600
Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.
Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.
Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.
Um registro visual da maioria dos presentes nos eventos de lançamento de “O vai e vem da memória”. Até onde me recordo estão quase todos. Lamentavelmente faltam, além de alguns amigos, o pessoal do Barroco Arte Café, em Uberaba, e o pessoal do Portella Bar, aqui em São Paulo.
Foi uma novidade, na minha carreira e na de alguns amigos, fazer lançamento de livro em locais que não livraria. Deu tudo certo e foi muito bom. Em Uberaba desfrutamos do conforto de um antigo casarão com pé-direito alto e janelas, muitas janelas. Aqui em São Paulo ficamos prioritariamente no passeio, o que facilitou o distanciamento nesses tempos tão difíceis.
Agradeço profundamente aos colaboradores de última hora – Agostinho Ermes, Adryana Gabriela e Andréia Rezende, em Uberaba; e Neusa de Souza, aqui em Sampa -, e também aos parceiros neste trabalho: Sonia Kavantan, João Eurípedes Sabino, Simone Gonzalez, Fernando Brengel e um, especialíssimo, ao meu companheiro Flávio Monteiro.
O lançamento, em Uberaba, só foi possível com o apoio de Walcenis, minha irmã, e Carmen Veludo, fundamentais para que a logística pensada se tornasse realidade. Na terrinha, tivemos o apoio de Kiko Pessoa, do Barroco Arte Café, e aqui em São Paulo, Sérgio “Bahia”, no Portella, ambos nos acolhendo e facilitando-nos as ações pensadas.
A0s meus familiares, amigos, colegas, ex-alunos, conhecidos, meu muitíssimo obrigado. Um monte de coisas para mais memórias!
Agora é seguir em frente. A exposição, em Uberaba, permanece até dia 22. Os livros já estão disponíveis para venda neste blog e, em breve, anunciaremos os eventos previstos para prosseguimento deste trabalho.
Hoje, 4 de dezembro de 2021, lançaremos em São Paulo o meu novo livro, O vai e vem da memória. O evento começará às 15h00 no Portella Bar, na Rua Professor Sebastião Soares de Faria, 61, aqui na Bela Vista.
Comigo, Valdo Resende, estarão o diagramador Flávio Monteiro, a revisora Simone Gonzalez e, mais tarde, teremos a presença de Fernando Brengel, meu parceiro na divulgação do livro. Também teremos Sonia Kavantan, que me honrou com um belo texto de apresentação e, infelizmente, sentirei falta de João Eurípedes Sabino, autor do prefácio, que mora em Uberaba, onde o evento de lançamento do livro ocorreu em 27 de novembro passado.
Esta pequena equipe, somada aos funcionários do Portella Bar, irá receber os amigos e interessados nesse trabalho. Aguardamos todos vocês!
O livro
Entrelaçando fatos que se complementam, “O vai e vem da memória” reúne crônicas, contos e poesias contando a história de uma cidade – Uberaba, MG – sob a perspectiva de alguém que nasceu em um bairro, o Boa Vista e mora longe, na Bela Vista, em São Paulo. Vivendo como tantos brasileiros, viaja no tempo, reconstrói espaços e cria um mosaico em um vai e vem aonde cada texto vale por si, referenciando retirantes e migrantes.
Serviço:
O vai e vem da memória – Valdo Resende
Elipse, Arte e Afins Ltda – 312 páginas – R$ 65,00
Guardem essa data: 27 de novembro. Neste dia lançarei meu novo livro, “O vai e vem da memória”, em Uberaba, MG. O evento será a partir das 16h00, no Barroco Arte Café, que fica na Rua João Pinheiro, 213. Nasci nesta mesma rua, há muitos anos, no século passado… Estou feliz com essa oportunidade. Se o tal “nada acontece por acaso” estiver valendo, será um dia inesquecível. Vejam, a seguir mais informações:
“O vai e vem da memória” transita entre Uberaba e São Paulo
Novo livro de Valdo Resende, publicado pela editora Elipse, Arte e Afins, “O vai e vem da memória” (ISBN 978-65-00-00287-4) será lançado em 27 de novembro de 2021, em Uberaba, MG. O autor nasceu na cidade mineira cujo bicentenário foi comemorado em 2020. Em seguida fará o lançamento também na capital paulista, onde reside.
Autor, diretor teatral e escritor, Valdo Resende publicou o romance “dois meninos – limbo” e a coletânea “A Sensitiva da Vila Mariana”, ambas pela Elipse, Arte e Afins.
Entrelaçando fatos que se complementam, “O vai e vem da memória” reúne crônicas, contos e poesias contando a história de uma cidade – Uberaba, MG – sob a perspectiva de alguém que nasceu em um bairro, o Boa Vista, e mora longe, em São Paulo. Vivendo como tantos brasileiros, viaja no tempo, reconstrói espaços e cria um mosaico em um vai e vem onde cada texto vale por si, referenciando retirantes e migrantes.
Memória e emoção contam uma história da cidade onde viveu Chico Xavier, lembrando personalidades locais e nacionais como o imortal Mário Palmério e os compositores Joubert de Carvalho e Cacaso (Antônio Carlos de Brito).
Histórias de cidades são contadas a partir de seus fundadores, de grupos de personagens ilustres que desbravam continentes, atravessam mares, ultrapassam serras e montanhas, vencem grupos adversos. Em “O vai e vem da memória”, o recorte parte da vida de alguém que foi menino livre, brincando em campos e várzeas locais, e que no processo de desenvolvimento descobre a cidade em que vive, os mecanismos que a compõem, as forças que em constante jogo buscam equilíbrio necessário à sobrevivência de seus protagonistas.
Quintais, festas religiosas e hábitos culturais estão lado a lado com personagens presentes em toda e qualquer família convivendo com outros, esses habitantes que percorrem ruas da maioria das cidades brasileiras. A escola, a igreja, os meios de comunicação aproximando mundos, o tempo inexorável que transforma em passado o que foi vivido, as personagens que se constituem em exemplos e, em um país onde a economia provoca migrações, a cidade passa a ser vista de longe.
Com prefácio do escritor mineiro João Eurípedes Sabino, atual presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, “O vai e vem da memória” tem apresentação do autor pela produtora cultural Sonia Kavantan. O projeto gráfico, diagramação e capa são de Flávio Monteiro. As fotos que compõem o livro são do próprio autor.
EXPOSIÇÃO FRAGMENTOS VISUAIS
Para o lançamento em Uberaba, no Barroco Arte Café, Valdo Resende preparou a exposição “Fragmentos Visuais”, com reprodução de imagens que compõem o livro e complementam a narrativa.
Ao escolher ângulos e detalhes específicos de locais uberabenses, em imagens permeadas pelo vazio e solidão da cidade, o autor propõe um diálogo entre as memórias narradas no livro e as memórias particulares de cada espectador.
Uma escola de arte, espaço expositivo de pinturas e fotografias, além de sessões musicais, o Barroco Arte Café encantou o autor. O estabelecimento fica na Rua João Pinheiro, rua que é capítulo do livro. De quebra, o local oferece quitutes da inconfundível cozinha mineira.