Um trio para A Sensitiva

Tempos bicudos de economia fragilizada, conseguir três clientes de uma só vez é bom demais, pensaria A Sensitiva da Vila Mariana. Só que não! São convidados, não clientes. Três convidados que dividirão comigo, Valdo Resende, e Fernando Brengel o Trem das Lives, excepcionalmente nesta quinta-feira, 21h, no instagram.com/tremdaslives.

Lançado no dia 16 de outubro, a coletânea de contos A Sensitiva da Vila Mariana tem uma história que começa há 12 anos, em 2008, quando o rapaz aí acima, Rafael Mendes, criou o Papolog, um site composto por blogs direcionados ao mercado musical. Empreendedor porreta, uniu-se a sócios e investidores no então nascente mercado virtual. É bom lembrar aqui que o Orkut – um dos fatores de popularização da rede – surgiu em 2004 e, no Brasil, o Facebook foi lançado em 2007.

Fui convidado e contratado como diretor de conteúdo do Papolog, atuando junto a uma equipe jovem, feita basicamente por “ratos de computador”, daqueles que manjam tudo dessa maquininha infernal. Eu, escrevia textos, sugeria temas, direcionava alguns outros. Em um site de blogs era óbvio ter o meu e, neste, surgiu Vanilda, a Tatuada, personagem que permeiam os contos do livro agora lançado.

Vanilda nasceu timidamente; uma personagem que me facilitou contar fatos, narrar histórias, dar notícias, divulgar shows e artistas. Cresceu de tal forma que ganhou vida própria . Volta e meia me inspirava em uma pessoa concreta – Vânia Maria Lourenço Sanches – para contar as loucuras da Vanilda que estavam na minha cabeça. Pra divulgar tudo isso foi fundamental a participação de Walcenis, a moça de verde aí da foto.

Walcenis Vinagreiro de Rezende foi minha principal incentivadora e divulgadora naquele momento. É minha irmã! E eu tenho a sorte de ter três irmãs, Waldênia e Walderez completam o trio, que valorizam e me dão força naquilo que faço. Circunstâncias dessas que popularmente a gente usa para dizer que “o universo conspira”, fizeram com que Walcenis assumisse o papel de divulgadora do meu trabalho (o Brengel, chic, diz que é “influencer”). Invariavelmente, os primeiros comentários vinham dela e, não satisfeita em comentar, imprimia – vou repetir – IMPRIMIA À CORES todos os meus posts, mostrando-os aos demais familiares, vizinhos, amigos. Isso em 2008, certo, sem whattsap. Tinha mensagens via orkut, as páginas, os depoimentos…

Vânia e Walcenis, com o tempo, assumiram pra si as personagens. Vânia comentava meus posts como se fosse a própria Vanilda e, Walcenis, brincava de ser Méri e também a Maria Aparecida. As duas protagonizaram embates enormes, outras pessoas entrando no meio, à favor de uma ou de outra, alimentando polêmicas divertidas, algumas surreais.

A terceira convidada desse Trem das Lives é nossa parceira Simone Gonzalez, toda sorridente aí acima, de vermelho. Simone foi chamada para acentuar, com suas análises, os aspectos literários em A Sensitiva da Vila Mariana. Ela já escreveu sobre o livro (leia clicando aqui), e agora vai abordar pontos específicos em papo com o Fernando Brengel.

Então é isso! Mais que isso, só no Trem das Lives. Todos estão convidados e eu, que estarei lá, já vou adiantar: Mesmo triste pela ausência de Vânia que, desta vez não poderá entrar na live, estou muito feliz e grato aos quatro amigos, Fernando, Simone, Rafael e Walcenis por esse encontro onde, como poderia ser dito pela Sensitiva, “tudo será revelado”.

Até lá!

Grande poder

Está nas nossas mãos,

No gesto de digitar alguns números

Acionar um teclado.

Olho para minhas envelhecidas mãos,

Sem o vigor e o viço de antes,

Com menos força física, mas com um poder imensurável.

Está nas nossas mãos,

Na minha mão!

Posso muito!

Escolher a inclusão dos necessitados

Dividir o que temos com equidade

Garantir nossa liberdade de ir, vir, crer!

Manter nossa Constituição

Reforçar a fé na ciência

Escancarar o potencial do artista

Somar com as forças constituídas…

Posso tudo!

Todos os meus direitos

Partindo de um dever básico:

Votar.

Esse texto é para lembrar

Da imensa força das nossas escolhas.

Nem branco, nem nulo!

Bora votar.

Pombinha branca

De muito longe vem a voz que me traz a canção.

Tento ouvir com nitidez, determinar o timbre

A divisão, o andamento.

Reconhecer a tessitura com precisão…

Em vão.

A canção está no pensamento e,

a voz, no coração.

Embalou um, embalou dois,

Embalou seis filhos!

Distraiu netos enquanto os banhava

Vestia, perfumava.

Em vão busco a voz precisa

Só tenho certeza da canção

Que um dia foi cuidado

carinho, puro afeto e,

Hoje, 3 de novembro,

É saudade.

Finanças para facilitar a vida e ajudar ao próximo

Preparem-se para deixar de fazer cara de paisagem quando o gerente do banco começar a falar em “financês”. Meu caríssimo amigo, Professor Rafael Olivieri Neto, CEO da Competency do Brasil, criou uma oportunidade única para interessados em administrar melhor o próprio dinheiro que, cá para nós, está difícil de se obter. O curso FINANÇAS PARA NÃO FINANCEIROS.

Quem já conhece Rafael Olivieri sabe que os conteúdos oferecidos pelo mesmo vão muito além do conhecimento de economia. Com muita simpatia, e um humor imbatível, o professor facilita horas intensas de aprendizado com leveza e diversão.

Com a crise advinda da pandemia que ainda paira por aqui, Rafael gostou da ideia de ajudar pessoas e ensiná-las a gerenciar as próprias finanças. Assim, além de aprender, o participante ainda realiza uma ação beneficente. Ou seja, o valor pago pelo mesmo será revertido em cestas básicas que serão doadas para pessoas em situação de necessidade.

Do programa contam itens como Juros Simples, Capitalização Composta, Taxas de Juros, Tabela Price, Sistema de Amortização Constante, Pay Back e por aí vai. Serão 10 horas de uma profunda imersão com um dos melhores professores do nosso país. Caso você já tenha esses conhecimentos, e esteja em boa situação financeira, ajude alguém. Ofereça o curso para aquela pessoa que carece de aprender a lidar com as próprias finanças.

Rafael Olivieri é Pós-Doutor e Doutor em Administração, pela Florida Christian University – FCU –USA, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura, pela Universidade Mackenzie e, entre outras funções, é professor convidado pela FGV.

O curso será online, com interação entre professor e alunos, no dia 21/11/2020 , com início às  8h00 e término às 18h00. O valor cobrado de cada participante, R$99,99, importante frisar, será revertido em cestas básicas para doação. Para outras informações clique aqui.

Restaurar e manter. Uberaba merece!

Uberaba, onde nasci, investe em turismo no ano em que comemora 200 anos. Entregou ontem, de uma só vez, duas atrações em praças distintas: Na Praça Rui Barbosa, um pequeno conjunto escultórico composto por um banco e uma estátua de Chico Xavier, o líder espírita que escolheu a cidade para viver e desenvolver seu trabalho. Na Praça da Mogiana, a Maria Fumaça restaurada.

Estive na Praça da Mogiana, em 2019, em visita ao Arquivo Público Municipal, na companhia de Vanda Spinola e minha irmã, Walcenis, quando conheci Marta Zednick e, por meio dela, João Eurípedes Sabino. Registrei, e está aí abaixo, ao lado da locomotiva restaurada, o estado em que essa se encontrava. Aniversário relevante, ano de eleição e Zás! Encontraram verbas para restaurar o que a própria prefeitura deixou corroer pelo tempo.

As Marias Fumaças, locomotivas movidas a lenha, me são caras. Carregam lembranças de meu avô, tios, primos, amigos… difícil, de pronto, identificar todos, recordar toda essa gente. Maquinista era o nome pelo qual identificávamos o condutor. Foguista era o ajudante, espécie de co-piloto, encarregado de abastecer a imensa fornalha com lenha, garantindo a energia necessária para movimentar a pesada máquina.

A viagem mais longa que fiz, a composição puxada por uma Maria Fumaça, foi para Araguari. Mamãe Laura, nossa vizinha D. Antônia e eu. Saímos bem cedinho de Uberaba para visitar meus avós paternos. Imensa excitação da criança, com cerca de cinco anos, pendurada na janela do vagão, observando o fumacê da máquina que, anos depois, ritmicamente rodando no que ficaria marcado no poema de Ascenso Ferreira:

— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
com vontade de chegar…

Lá pelas tantas, o trem para. As rodas dianteiras da máquina patinando sem conseguir puxar a composição. O foguista, com paciência de Jó, desce com um recipiente cheio de areia e vai despejando em um trilho, depois no outro. Faz isso por poucos metros, a vasilha é pequena. A Maria Fumaça avança pelos trilhos cobertos de areia para voltar a patinar nos trilhos limpos. Repete-se a operação por várias vezes até que, terminada a pequena elevação a ser vencida, o trem volte a seguir, daí pra sempre sem percalços.

Olimpio Elias, casado com Dirce, prima de minha mãe, trabalhava na Mogiana. Era maquinista, conforme minha lembrança. Pilotando uma Maria Fumaça fazia manobras no imenso pátio da estação de Uberaba. Desmembrava composições de carga, armava composições de passageiros. Terminado o trabalho, guardava a locomotiva na imensa gare, a casa das máquinas, já nas imediações do primeiro posto após Uberaba, Amoroso Costa.

Os horários eram estranhos, não sei o motivo. Sei que levávamos – os filhos dele, eu e meu irmão – refeições, particularmente o jantar. Tanta gente por uma marmita tinha sua razão de ser. Subíamos até o compartimento dos condutores da Maria Fumaça e acompanhávamos todas as manobras, apitávamos, jogávamos lenha na fornalha. Era comum que Olímpio conduzisse a máquina até a oficina, garagem e local de manutenção. Íamos, felizes, sem reclamar da longa caminhada de volta às nossas casas.

As Marias Fumaças, todas as expostas ao longo das cidades por onde trafegaram, são mais que relíquias históricas. São parte da história de muita gente. Olímpio e Dirce, que já faleceram, tiveram nove filhos e muitos, muitos netos! Meus primos, cujos avós e pais trabalharam na Mogiana, estão aí. Andam de carro, avião, ônibus… Certamente há, entre eles, gente como eu que olha com saudade para a Maria Fumaça que, presa em meio à praça, mantém vivas as nossas lembranças.

Espero que a próxima gestão municipal garanta a manutenção da máquina restaurada. Que não a deixem sem o cuidado fundamental para que mantenha viva a história de quem a utilizou. O mesmo trabalho de manutenção, espero, seja dado ao conjunto com a escultura de Chico Xavier.

Estive, com meu irmão Agostinho Hermes, visitando o Memorial dedicado ao Médium. Ficamos decepcionados por verificar a falta de manutenção do local (visitado em janeiro deste 2020!). Para uma construção tão recente, já que o Memorial foi inaugurado em 2016, não deveria estar com vidros quebrados, tinta descascando, descorada. Li, já aqui em São Paulo, durante a pandemia, que a reforma do local estava com problemas por conta da quarentena. Espero que tenha sido concluída.

Ano eleitoral, colocaram o Chico na praça; vai ver deram um jeito no Memorial, assim como garantiram a restauração da Maria Fumaça. Vou insistir: é preciso criar mecanismos de manutenção do patrimônio público, para que permaneça sempre limpo, em perfeito estado de funcionamento, garantindo a alegria de moradores e turistas. Uberaba merece.

Até mais!

Meu cotidiano de Pedro

A janela escancara um dia ensolarado e, preso, observo a rua tímida, como diria Chico Buarque. Sem Construção, o que emerge do escaninho de canções é Pedro Pedreiro, aquele penseiro esperando o trem.

Vejo uma moça andando lentamente, meio a esmo, segurando um cigarro e, na mão esquerda, uma máscara carregada pela alça. Dois mascarados, homens, não procuram namorados como diz outra antiga canção, esperam passageiros. Talvez esperem o Pedro que, cansado de esperar, resolva tomar um táxi.

Pedro pedreiro fica assim pensando
Assim pensando o tempo passa

Um tempo de espera esse 2020. Ingênuo, cheguei a pensar que seriam 15, 30 dias. E os dias, semanas, meses… Tento entender as pessoas que entregam a vida à própria sorte e saem, procuram trabalho, amigos, vão a festas, reuniões. Isto porque, na real, vem aquela coisa do Pedro, de esperar a morte, ou esperar o dia de voltar pro Norte. Mas, que Norte é esse?

Norte real, geográfico, não tenho. Quero ficar por aqui mesmo. Voltaria pra terra que chamei de minha, mas meus pais já não estão lá. Trago-os nas lembranças, no coração, em orações cotidianas. Norte profissional tá lento, feito Maria Fumaça tentando sobreviver em tempo de trem bala. É a pandemia, me consolo. De Norte afetivo vou bem, obrigado, e nesse “quesito” me distancio desse Pedro Buarque de Holanda. Só nesse!

Esqueço momentaneamente as mazelas desse nosso mundo pra divagar na durabilidade e atualidade de Chico Buarque de Holanda. Penso sair da janela e pegar um monte de CDs. Uma overdose do compositor pode acalentar o coração. Acalentar me lembra Acalanto, um acalanto nada bom:

Dorm’inha pequena

Não vale a pena despertar

Eu vou sair por aí afora

Atrás da aurora

Mais serena…

Ah, está tudo muito difícil, mas a gente tem o Chico Buarque. E Elis, Bethânia, Nara, todas pra cantar as músicas do cara. Esse Cara que não é dele, é do Caetano. Ambos nos consomem com seus olhinhos infantis, como olhos de um bandido. Só que, tchau, Caetano, não estou para o que der e vier. Estou esperando! Como o Pedro:

Esperando o sol
Esperando o trem
Esperando o aumento
… o carnaval
E a sorte grande do bilhete pela federal
Todo mês
Esperando a festa
Esperando a sorte…

Talvez minha única diferença desse Pedro Pedreiro é ter ouvido Chico desde a infância e, portanto, sei disso:

Pedro não sabe, mas talvez no fundo
Espera alguma coisa mais linda que o mundo
Maior do que o mar

E assim sigo, teimoso, atrás de um sonho, mesmo que impossível. Segurando o desespero da falta de vacina, do excesso de ignorância, do desconforto da máscara que me faz encarar, por qualquer lugar que vá, a morte, a doença, o fim. Reluto, insisto e sonho. Quero voltar atrás.

Ser Pedro Pedreiro, pobre e nada mais

Paro de escrever e vou ali, feito Januária ou Carolina, olhando o mundo pela janela. Esperando o trem, um trem de mineiro

Que já vem, que já vem, que já vem ….

Insônia e um Beato, Carlo Acutis

Carlo Acutis / Divulgação

Um acordar de repente, como se alguém estivesse chamando. A enganadora satisfação, como se até então o sono tenha sido completo. O reconhecimento do ambiente, a luz que entra por frestas de janela, portas entreabertas, e junto a consciência do despertar em outro que não o horário habitual. Então, a certeza desagradável: bateu insônia.

Hão de concordar que é maravilhoso o leve despertar noturno para, virando-se para outro lado, cair novamente no sono. Já quando o olhar se abre para a insônia, há as sensações que, conforme as condições para o dia seguinte, são de desespero, irritação ou um desdém carregado da chatice em antever o próximo dia mais ou menos perdido.

Companheira desde a infância, já não brigo mais com ela. Fico irritado quando há compromissos inevitáveis para as horas seguintes. Reconheço a velha ansiedade quando as novidades ou próximos acontecimentos antecipam-se, estragando-me o sono e concluo em pensamento – Eu não tenho jeito mesmo.

Felizmente não tenho horário de trabalho a cumprir, não tenho pessoas esperando e, basicamente, fora boleto bancário, tudo pode ser deixado para depois. Assim, não brigo mais com a insônia. Passo o dia com um estado mais rabugento que o costumeiro. Invariavelmente saio da cama, pois ficar lá e não voltar a dormir passa a ser insuportável.

Quando muito jovem ligava o rádio, pegava um livro ou uma revista para ler. Agora tem a internet, as redes sociais, os e-mails. Primeiro vou a esses últimos e já leio a mensagem vinda de Porto Alegre, escrita às 3 da manhã pela amiga, geminiana como eu e, vai ver, insônia é característica do nosso signo. Nas demais redes percebo muita gente “dormindo”, as postagens de horas anteriores, todo mundo desperto.

Após passar rapidamente pelos bens bloqueados de um, pela licença concedida ao senador da cueca rica… E há violência. Morte, estupro, assassinato… Tento um refresco para as ideias relembrando o gol do Diego, do Flamengo e, sem conseguir, penso que é melhor desligar o celular e pegar um livro. Mas, entre o abrir e fechar sessões do aparelho me deparo com a matéria e a foto do menino italiano, beatificado padroeiro da internet.

Esqueço todos os pensamentos anteriores para saber um pouco mais sobre Carlo Acutis, que faleceu aos 15 anos, vítima de uma leucemia rápida e avassaladora.

Nascido em 1991 na cidade de Londres, de família italiana, consta que desde pequeno foi devoto da virgem Maria e, após ter feito a primeira comunhão, passou a dedicar-se diariamente aos cultos religiosos, especificamente à missa e ao rosário.

A internet entra na vida do menino quando este resolve criar um site visando a evangelização e a catalogação de todos os milagres já relatados. Uma tarefa imensa! Era adolescente e, nesse mesmo período, veio a ser diagnosticado com leucemia, vindo a falecer no dia 12 de outubro de 2006. Conforme pedido pelo próprio, queria ser enterrado em Assis, onde seu corpo, aparentemente incorrupto, está exposto para visitação na Igreja de Santa Maria Maior.

De pronto não tenho a menor dúvida sobre a santidade do menino. Sinto falta de uma narrativa mais realista sobre o jovem, seus familiares, o modo de vida. Os relatos advindos da recente beatificação do menino – em 10 de outubro passado – carecem de profundidade que continuarei pesquisando.

A ausência da dúvida sobre a santidade de Carlo Acutis estava ali, nas minhas mãos. O celular, com suas infinitas possibilidades de informação carrega, infelizmente, o peso da nossa realidade. Crimes, corrupção, violência, ganância, cobiça… a internet é o suporte móvel dos pecados do mundo e um garoto, muito garoto, opta por criar um site catalogando milagres. Manifestações divinas de compaixão por nós, humanos. Incrível!

Há relatos de milagres atribuídos ao menino, há títulos, muitos, recebidos aqui e acolá: o padroeiro da internet, o anjo da juventude, gênio da informática no céu … O Beato Carlo Acutis, Deus permita, há de ser celebrado e reverenciado por muitos, por milhares. Pessoalmente, junto com São Francisco (muita coisa lida sobre o santo em noites intermináveis), é mais um Santo conhecido nas minhas, ouso dizer, benditas insônias.

Veja abaixo a cerimônia de beatificação de Carlo Acutis e saiba um pouco mais sobre o jovem.

Até mais!