Ziriguidum 67

"Um mineiro em Santos" Quando as coisas andam sem cor e se a sensação é de vida estagnada, o jeito é seguir o conselho da minha dileta Márcia Gomes Lorenzoni: “É preciso dar um ziriguidum na vida!” Para deixar claro, seria algo tipo dar um up, diriam atuais adolescentes, ou sair da caixa como indica... Continuar Lendo →

Páginas viradas

Para Fátima Borges, a Fafa. Mesmo planejada, a mudança não deixou de ser brusca. Tinha sido uma vida atribulada, feita de oito, dez horas de trabalho diário mais ações paralelas à atividade profissional. Jantares, teatros, noites de festas, domingos no museu. A vida exigia presença, participação e ela gostava muito de tudo isso. Aos poucos... Continuar Lendo →

Elza, para ouvir!

Eu gostaria de morrer em casa, de causas naturais, como Elza Soares. Entre paredes conhecidas, sem a frieza do quarto hospitalar, perto de pessoas da família, com lucidez e visão para identificar quem vier me buscar. Espero merecer tal graça. Quanto à Elza, fui alertado por Flávio Monteiro: “- Merecido. Ela sofreu antes, ao longo... Continuar Lendo →

Para Uberaba, aqui de longe

Sei que ainda vou voltar... onde hei de ouvi cantar uma sabiá (Chico Buarque, Tom Jobim) Um ano sem ir a Uberaba (maldita pandemia!). Toca a viver de lembranças... E eu sinto uma saudade insana da estrada, da sensação de voltar, chegar na cidade onde nasci. As primeiras saídas, tentativas de mudança foram confusas. Era... Continuar Lendo →

Um café com Marilena Ansaldi

São tantas perdas! E a gente segue, ficando lembranças. Perdemos Marilena Ansaldi nesta última terça-feira, dia 9 de fevereiro. Uma mulher notável, grande artista. Um dia tive a oportunidade de entrevistar a atriz que, quando bailarina, atuou no Teatro Bolshoi, em Moscou. Ela estava atuando em Hamletmachine, onde também operava som e luz: “Um velho... Continuar Lendo →

Meu cotidiano de Pedro

A janela escancara um dia ensolarado e, preso, observo a rua tímida, como diria Chico Buarque. Sem Construção, o que emerge do escaninho de canções é Pedro Pedreiro, aquele penseiro esperando o trem. Vejo uma moça andando lentamente, meio a esmo, segurando um cigarro e, na mão esquerda, uma máscara carregada pela alça. Dois mascarados,... Continuar Lendo →

Garimpeira de canções, Mônica Salmaso

Essa quarentena, às vezes, ameaça nos enlouquecer. Rotina por inventar, driblando a mesmice que ronda por aí, toca a procurar algo que nos salve. E aí a gente encontra Mônica Salmaso e seu belíssimo projeto “Ô DE CASAS”; o mundo fica bonito, a vida suave e a gente fica cheio de esperança e de afeto... Continuar Lendo →

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