Três anos de “Um Profissional Para 2020”

Autores presentes no lançamento: Fernando Brengel, Victor Olszenski, Claudia Regina Bouman Olszenski, Vania Maria Lourenço Sanches, Valdo Resende e Vania de Toledo Piza
Autores presentes no lançamento: Fernando Brengel, Victor Olszenski, Claudia Regina Bouman Olszenski, Vânia Maria Lourenço Sanches, Valdo Resende e Vânia de Toledo Piza

Há três anos, exatamente no dia 19 de setembro de 2012 lançávamos, na Livraria Martins Fontes o livro “Um Profissional para 2020” pela B4 Editores. Naquele dia, depois de um exaustivo trabalho que durou muitos meses, estávamos prontos para o teste vital: o encontro com o público.

De lá para cá tenho tido muitos bons momentos em função deste trabalho e creio que minha vida, assim como a de meus companheiros, tomou cores diferenciadas com esse lançamento. Pensei e tenho certeza do quão é necessário agradecer.

Organizei o livro “Um Profissional para 2020” e contei com preciosas colaborações. De Claudia Regina Bouman Olszenski a calma e firmeza na hora de decidir; de Victor Olszenski a capacidade de negociar com diplomacia impecável e de Fernando Brengel, através da Presença Propaganda, uma incrível divulgação que colocou o livro em grande destaque nas mídias sociais.

O elenco de autores completa-se com Carlos Eduardo Costa, Elen Gongora Moreira, Luís Américo Tancsik, Regina Cavalieri, Vania de Toledo Piza e Vania Maria Lourenço Sanches, mais nosso caríssimo prefacista, Mitsuru Higuchi Yanaze. Quero lembrar e registrar as colaborações de Kelly Cristiane Silva (auxiliando Regina Cavalieri) e Regina Ferreira Luppi (participando na pesquisa que deu origem ao capítulo sobre “O comportamento nas redes sociais”).

Outros colaboradores não devem ser esquecidos. Fátima Borges, nossa revisora; Adriana de Aguiar Silva, apoiando-nos com materiais gráficos; Cadu Blanco, nosso primeiro contato com os editores e Marta Blanco, que apoiou-nos incondicionalmente para a concretização do projeto.

Uma, entre as belas  peças criadas pela Presença Propaganda, sob direção de Fernando Brengel
Uma, entre as belas peças criadas pela Presença Propaganda, sob direção de Fernando Brengel

Meus mais sinceros e profundos agradecimentos aos parceiros, amigos, conhecidos, aos profissionais envolvidos – perdoem se a memória falhou e alguém não foi citado – por esse trabalho do qual me orgulho muito. Gratidão é a palavra que sintetiza esse momento e momentos posteriores, para todos aqueles que dedicaram parcela do próprio tempo para ler cada capítulo do nosso livro.

Nesta última semana dediquei algumas horas para retomar “Um Profissional Para 2020”. Constatei, sem qualquer receio de errar, que meus colegas acertaram o caminho com rara precisão. Nosso livro mantém-se atual nos temas abordados e certamente é ponto de partida para nortear todo jovem que pretende atuar nas áreas de marketing, publicidade e administração.

Por tudo isso, reitero agradecimentos e deixo aqui meu carinhoso abraço aos companheiros de jornada, torcendo sempre para que nosso trabalho possa resultar em caminho para os profissionais de amanhã.

Beijos carinhosos,

Valdo Resende

“Feliz, mais Valdo do que nunca!”

Ontem foi um dia abençoado. Quero registrar aqui meu sincero e profundo agradecimento por todo o carinho, e pelas mensagens afetivas recebidas pelos diferentes meios. Como aprendi com meus pais: Deus lhes pague! Obrigado. A vida é belíssima.

Quando cheguei pela manhã, no trabalho, presenciei em pleno saguão da universidade a exibição de um vídeo, iniciativa da Professora Regina Cavalieri e feito pelo Luis Antonio Francisco, o Luisinho…

Ao londo do dia recebi inúmeras outras manifestações de carinho. Período de exames, trabalhamos normalmente, ainda fui agraciado com um delicioso bolo, “feito pela Claudia Bouman” e novamente aquelas coisas absolutamente simples e, por isso mesmo, extraordinariamente profundas, dando-nos certeza do quanto é bom ter amigos.

Além desses vídeos desejo compartilhar um belo texto escrito pelo Fernando Brengel sobre os meus 60 aninhos:

“60 anos! Mania da gente valorizar as décadas, mas como deixar de fazê-lo? Parece que a cada década sentimo-nos mais fortes, plenos, uma sensação de conquista da vida, do tempo, um lançar-se à eternidade. Algo que, no seu caso, ganha outro contorno. Afinal, você demonstra todos os dias o respeito e carinho pela vida. Dá graças não às décadas, mas a cada minuto que o faz melhor, mais criativo, exigente sim!, e por que não? Valoriza cada segundo que o torna mais sensível, feliz, mais Valdo do que nunca. Aproveite, porque nesses próximos dez anos virão muitos textos, amigos, viagens, amores, sorrisos e algumas necessárias dores. Porém, a existência o brindará com aquilo que você a comemora: você mesmo, que é tudo para nós que te amamos, que é muito para nós, amados por você. Bjs bro. Muitas felicidades hoje e sempre (Fernando Brengel).”

Penso que este texto do Brengel seja bastante representativo de todos os textos, desejos, afagos, preces, felicitações, congratulações, etc. recebidos. Milhões de agradecimentos e minha eterna gratidão.

Enquanto isso, minha amiga de infância, a Eulália, lá em Minas, continua com seus eternos 36 anos… É meu sincero desejo que ela continue assim, com a idade que quiser, sempre feliz. E desejo 60 milhões de anos felizes para todos os meus amigos, parentes, familiares.

Até!

A professora do dia

Os professores de hoje estão mudados. Exige-se outro perfil do profissional de ensino, quando comparado aos meus primeiros mestres ou ao estereótipo que ainda prevalece no subconsciente coletivo sobre o que seja a figura do professor. O professor taciturno, fechado em seus livros, trancado em uma saleta preparando aulas, corrigindo exercícios, cedeu lugar ao “antenado”, “descolado”, às vezes humorista, outras animador de auditório.

A professorinha meiga que dividia-se entre as tarefas domésticas e os trabalhos escolares, entre filhos e alunos, deu lugar a mulher dinâmica, forte e, para usar expressões do momento, “proativa” e “up to date”. E é fato que quando pertinente e se necessário, essas professoras também são tudo o que escrevi sobre o professor.

Regina, a professora do dia!

Um bom exemplo de tudo isso é Regina Cavalieri, com quem trabalho nos últimos séculos (sim, séculos! Tudo muito intenso!). Se há um ditado popular que não se aplica a Regina é o tal “salvem a professorinha!”. É mais fácil presenciar o mundo pedindo socorro a esta professora.

“Antenada”, mantêm-se atenta a tudo – daquela forma que só as mulheres conseguem: a gravidez da secretária, o crime que abala a cidade, os solos de guitarra do Eric Clapton, a plantação de alfaces e rúculas… e as questões escolares (que, para imbecis, não é trabalho). Por questões escolares, no caso de Regina Cavalieri, fica subentendido a gestão e administração de uma pequena cidade: são 13 mil alunos, cerca de 500 professores e coordenadores e 260 funcionários. Porque professor não é funcionário é uma questão fácil: atualmente, como Regina Cavalieri, o professor é multifuncional. Não cabe mais atuar em uma única disciplina, uma única atividade, um só interesse.

Pequena parcela dos 13 mil

Pense em administrar e conciliar interesses de tanta gente e… conflitos são estabelecidos. E Regina tem uma resposta ótima, começando o diálogo com um “-Por que eu sou uma pessoa clara, professor!” e finalizando com “Você está irritado porque não faço o que você quer!” Outras expressões também lembram nossa cara colega: “Impreterivelmente!” e “Zero é nota!” são as mais frequentes.

Regina, Brengel e eu, parte de uma equipe do balacobaco!

Hoje é dia do professor. Nossa equipe é formada por André Antas, Carlos Henrique Ferreira, Claudia Bouman, Daniela Palma, Fernando Brengel, Maria Schochter, Christina Guerino, Marcelo Abud, Nelson Gomes, Dema Jorge Filho, Vânia Toledo Piza e euzinho (o lindo!).  Todos nós sabemos que junto com a poderosa Regina Cavalieri que tentei descrever aqui, há também aquela professorinha antiga, que sofre com os alunos, chora quando eles se formam e, sobretudo, é a mulher que tem paixão pelo que faz.

Todo o pessoal do Campus Marquês sabe que Regina é durona. Mas há sempre o dia de festa, de pura emoção. Nesta sexta, por exemplo, Regina capitaneou uma guerra de confetes; com muito barulho, serpentina e pirulitos. E foi com o espírito de festa e despedida da turma do atual oitavo semestre de Propaganda e Marketing que sai de lá para, em casa, terminar este texto para Regina, para todos os professores meus colegas e todos os grandes mestres desse meu Brasil.

Para meus parceiros

Parceiro é a palavra que melhor define um colega de trabalho. Amigos nos aceitam incondicionalmente; colega, tenho a impressão, é aquele que nos foi imposto pelas circunstâncias. Colega, penso ainda, é uma etapa primária do que pode vir a ser uma grande parceria; esta, quando sólida, torna-se verdadeira amizade. Tenho grandes parceiros e deixo para que o tempo determine quais serão os maiores amigos. Porque em situação de trabalho há que se atravessar o limite final – a demissão, o afastamento seja lá por qual motivo, ou a aposentadoria.

Minha irmã Walcenis teve grandes parceiros de trabalho e conta, pelo menos, com três grandes amigas: Edna, Marlene e Conceição. Estão sempre presentes lá em casa. Todas são ex-professoras. E é assim que espero, quando vier a aposentadoria, poder ter alguns parceiros, professores, em minha vida. Hoje quero homenagear os meus atuais parceiros professores.

Claudia Bouman e Regina Cavalieri
Claudia e Regina

Vou começar por quem tem mais de dez anos de estrada comigo: Regina Cavalieri, que hoje coordena todo mundo, cumpre fielmente a posição que a função lhe exige. Ela nos dá segurança; e não é difícil perceber o quanto isso é importante. Fernando Brengel é corretíssimo; tenho a impressão de que todo mundo, intimamente, afirma: – ele é mais correto do que eu. Claudia Bouman dá show de segurança, domínio de conteúdo. Precisaria de algumas horas pra explicar direitinho tudo o que aprendeu em todos os cursos que fez. Waldemar Jorge, o Dema, dá lições constantes de leveza; um estar de bem com a vida que torna agradável o ambiente mais sombrio.

Fernando Brengel

com Fernando Brengel

Lilian

Os “Gêmeos” Carlos Henrique e

André

Alguns chegaram depois, bem depois. Mas a boa cumplicidade já está estabelecida. Tem o mestre de cerimônias, o Marcelo Abud; ele é parcimonioso, não menos atencioso, e solícito. Lilian Brito, sempre pronta a sorrir, sabe dividir e trabalhar em dupla – e disso sou testemunha! Dou fé também de trabalho em conjunto com André Antas, que leva tudo com muito humor. André é irmão gêmeo do Carlos Henrique, o que o céu e o cotidiano explicam. Esse Carlos sabe tudo de números e eu, que preciso de máquina de calcular para operações mínimas, olho-o com profundo respeito. Desse grupo há a discreta Cristina Guerino, que mostra competência no que faz e Maria Schochter, que é a delicadeza em pessoa.

Da turma mais novinha, os que chegaram depois vêm conquistando espaço nessa seleta categoria de grandes parceiros de trabalho. Levo fé de que chegarão lá, profissionais como Rene Mesquita, Shellida Fernanda, Anderson Ladeira, Igor Ferreira, Igor Magrini e, entre outros, Su Stathopoulos. Nem tudo é perfeito; neste momento, por exemplo, estou em pinimbas com a Vânia Toledo – ela sabe o motivo! Não escreverei que ela é educada e gentil. E como o mundo caminha já tem ex-alunos como parceiros: é o caso da Luciana Ferrari.

Um trabalho escolar é composto por muita gente. Não dá pra citar todos os profissionais envolvidos. Priorizei, neste texto, alguns professores do campus onde atuo. Contei com uma parceira adorável para ajudar a ilustrar este post. Rosi Canto comparece, mais uma vez, em várias imagens precisas, e por captar essas com muito carinho acabou deixando todo mundo mais bonito. E para simbolizar todos os funcionários, vou enviar um agradecimento – tenho certeza que meus parceiros concordam – pra lá de especial para Gisele Alves, nossa colaboradora mais próxima.

Gisele

Tenho aprendido muito, ao longo de todos os anos, com esses profissionais. Primeiro de tudo a paixão pelo que fazem – professores têm a firme convicção de que a disciplina que ensinam é a coisa mais importante do planeta. Vem em segundo, mas não menos importante, o prazer em facilitar o conhecimento com o outro: aquele mais próximo que vai do porteiro à faxineira, passando pelos vizinhos, o dono do boteco, pela família, pelos cônjuges e, prioritariamente ao aluno; do mais relapso ao mais aplicado. Conheci e aprendi um monte de coisas com todos eles.

No ano passado, nesta data, eu estava em Belém do Pará. De lá prestei homenagem a minha querida professora Maria Ignez Prata. É o meu referencial de professora e para ela, assim como para os amigos professores, e aos meus parceiros professores do Campus Marquês, envio todo meu carinho.

Até!