O último texto

Foto: Flávio Monteiro Não bastasse a pandemia, longe do fim com mais de 500 mortes diárias apenas em nosso país, agora pesa sobre nossa cabeça a possibilidade de uma guerra atômica. Não tendo real noção da abrangência de um ataque nuclear, seja de que lado for, não podemos afirmar que estaremos aqui no próximo mês,... Continuar Lendo →

Fragmentos: o vai e vem da memória

Detalhe da exposição no Barroco Arte Café O que nos vem à mente quando recordamos algum fato, alguma pessoa? Certamente não é o todo. Há imagens "padrão" que identificam e nos levam para o Egito (Pirâmides) ou Salvador (Elevador Lacerda), ou qualquer outro lugar do planeta. Diante da lembrança de um ser humano, afirmam por... Continuar Lendo →

Quase todos e + memórias

Um registro visual da maioria dos presentes nos eventos de lançamento de "O vai e vem da memória". Até onde me recordo estão quase todos. Lamentavelmente faltam, além de alguns amigos, o pessoal do Barroco Arte Café, em Uberaba, e o pessoal do Portella Bar, aqui em São Paulo. Foi uma novidade, na minha carreira... Continuar Lendo →

O vai e vem da memória – São Paulo!

Hoje, 4 de dezembro de 2021, lançaremos em São Paulo o meu novo livro, O vai e vem da memória. O evento começará às 15h00 no Portella Bar, na Rua Professor Sebastião Soares de Faria, 61, aqui na Bela Vista. Comigo, Valdo Resende, estarão o diagramador Flávio Monteiro, a revisora Simone Gonzalez e, mais tarde,... Continuar Lendo →

De volta à rua onde nasci

Guardem essa data: 27 de novembro. Neste dia lançarei meu novo livro, “O vai e vem da memória”, em Uberaba, MG. O evento será a partir das 16h00, no Barroco Arte Café, que fica na Rua João Pinheiro, 213. Nasci nesta mesma rua, há muitos anos, no século passado... Estou feliz com essa oportunidade. Se... Continuar Lendo →

Viajantes do Trem das Lives

Quarta live, a única em que dividimos o mesmo espaço físico A letra do Trenzinho Caipira, que Ferreira Gullar fez para a música de Heitor Villa-Lobos começa no singular: Lá vai o trem com o menino Lá vai a vida a rodar... Bom, como o pessoal que acompanha o Trem das Lives sabe, são dois... Continuar Lendo →

Glenda e Rogério

Rogério era do tempo em que bastava um olhar da mãe para que, rabo entre as pernas feito cachorro sem dono, procurasse um canto para sossegar. A mãe tinha um olhar mais expressivo do que qualquer cineasta alemão. Havia o olhar de “cala essa boca”, ou outro, muito temido em dia de festa: “para de... Continuar Lendo →

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