O Inventor de Histórias

Terceiro dos cinco textos do projeto Arte na Comunidade 2 que estou publicando neste blog, “O Inventor de Histórias” faz referências e singela homenagem a Monte Alegre de Minas. O intérprete da história foi MARCELO RIBAS e as imagens são de THANERESSA LIMA e do meu arquivo pessoal.

Havendo interesse em reproduzir o texto ou interpretá-lo, peço a gentileza da citação da origem.

Organizado pela Kavantan & Associados, o projeto Arte na Comunidade 2 foi patrocinado pela Alupar e Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e contou com o apoio das prefeituras de Ituiutaba, Canápolis, Monte Alegre de Minas e Prata.

O Inventor de Histórias

Original de Valdo Resende

MÚSICA SUAVE. O CONTADOR ENTRA EMPURRANDO SUA MALA-BIBLIOTECA MANUSEANDO UMA MATRACA ENQUANTO PREPARA O AMBIENTE PARA CONTAR SUAS HISTÓRIAS. ABRE A MALA PARA SI, PROCURANDO OCULTAR O INTERIOR DA MESMA. TOCA A MATRACA E PARA, ABRUPTAMENTE, TIRANDO DA CAIXA UM “COLAR” COM DIFERENTES NARIZES.

 

Marcelo Ribas em foto de Thaneressa Lima (divulgação)
Marcelo Ribas e sua coleção de narizes em foto de Thaneressa Lima (divulgação)

– Ah, olá! Todos estão bem? Olhem o que achei hoje nos meus guardados. Parte da minha pequena coleção de narizes. Eu coleciono Narizes! Esse aqui, por exemplo, é de Cyrano de Bergerac, um cara muito feio, mas muito feio mesmo! Escondia-se da moça que amava, com vergonha do nariz, mas conquistou a moça com poesia. Poesia! (pega outro nariz, de palhaço) Este seria um simples nariz de palhaço, não tivesse pertencido ao Arrelia, o melhor palhaço de todos os tempos. E este (pegando um terceiro, enorme) é o de Pinóquio. O boneco que virou menino, de quem todos sabem a história. Esse nariz bem que poderia ter sido de Alfredo, um garoto meu amigo, que conheci quando estive não faz muito tempo, em Monte Alegre de Minas.

(VOLTA A MÚSICA)

Senhoras e senhores, meninas e meninos de Monte Alegre! (PARA DE TOCAR A MATRACA E FAZ MESURAS, ENQUANTO PROSSEGUE A AUTOAPRESENTAÇÃO) Meu nome é Murilo Rosa Dourado! Obrigado pela simpática acolhida! Estou feliz com a atenção e o carinho de todos. Com grande prazer quero apresentar a vocês a verdadeira fortuna de um ser humano: uma biblioteca! (PEGA UM LIVRO DE AVENTURAS) Com Júlio Verne percorri as Vinte Mil Léguas Submarinas e após descansar com Monteiro Lobato (MOSTRA O SEGUNDO LIVRO) no Sítio do Pica-pau Amarelo voltei para minhas queridas viagens, dando a volta ao mundo em oitenta dias. Conheço todos os grandes heróis (SEMPRE MOSTRANDO LIVROS): Ulysses, Robin Wood, Batman e Macunaíma! E é, claro, nosso pequeno Alfredo. Aquele que poderia ter recebido o nariz de Pinóquio, mas não por mentir, por inventar histórias!

Detalhe da Praça Nicanor Parreira. Arquivo pessoal.
Detalhe da Praça Nicanor Parreira. Arquivo pessoal.

Imaginem o menino Alfredo, no coreto da Praça Nicanor Parreira, encarando toda a cidade. Veio de casa já vestido de índio e foi contando esse fato: (IMITANDO O MENINO, CONTA RAPIDAMENTE) “- Sou um Índio Tupi, irmão de Mani, a menina que tinha a pele mais branca de toda a tribo. Mani era uma menina feliz, mas ficou doente. O pajé não curou, nenhum ritual curou e, para tristeza de todos, Mani veio a falecer. Meus pais resolveram enterrar minha irmãzinha dentro da oca; passado alguns dias, a cova sendo regada a lágrimas, nasceu uma planta. A raiz da planta era marrom por fora e branquinha, muito branquinha por dentro, como Mani. Os índios da nossa tribo passaram a usar a raiz para fazer farinha. A raiz branquinha é a nossa mandioca, uma junção de Mani – minha irmãzinha – com oca, a nossa casa.”

O pessoal ficou olhando Alfredo e, lógico, duvidaram do menino, dizendo-se irmão de Mani “- Isso é mentira! Que mentiroso” é o que murmuravam. E o menino, com toda convicção do mundo respondeu: “- Eu afirmo que é verdade!”. O mestre de cerimônias, que estava conduzindo a apresentação, percebendo que Alfredo estava contando uma lenda como se fosse história dele, resolveu ver até onde o menino chegaria, perguntando: “- Pois então, senhor Índio Tupi, irmão de Mani; e agora, hoje, onde o senhor mora?” Alfredo, não titubeou! “- Eu moro no poço sem fundo!”

A biblioteca ambulante. Marcelo Ribas em foto de Thaneressa Lima. (divulgação)
A biblioteca ambulante. Marcelo Ribas em foto de Thaneressa Lima. (divulgação)

A praça caiu na gargalhada com a mentira do menino, que assegurou a todos: “- Eu afirmo que é verdade!”. Como que alguém pode morar em um poço onde nunca foi encontrado o fundo? Que mentira! E Alfredo, ali, sempre com convicção: “- Eu afirmo que é verdade!”. O mestre de cerimônias exigiu: – Você pode nos explicar como é isso, Sr. Alfredo?” E o menino: “- Alfredo, não, homem branco. Sou Quati, irmão de Mani.” Quati é um bichinho, parente do guaxinim, que tem um narigão! Quati! Como alguém pode se chamar Quati? “- Quati afirma que é verdade!”. Pois o Alfredo, digo, Quati, continuou sua história:

Detalhe do monumento em homenagem aos soldados que lutaram na Guerra do Paraguai. Foto arquivo pessoal.
Detalhe do museu em homenagem aos soldados que lutaram na Guerra do Paraguai. Foto arquivo pessoal.

“Há muito tempo vieram parar nessas terras muitos soldados. Vinham da guerra e estavam muito doentes. Era a bexiga. Mais tenebrosa que arma de guerra, a doença matou dezenas de soldados”. E o mestre, alimentando a história: “- Então, Quati viu os soldados da Retirada da Laguna, durante a guerra do Paraguai quando passaram por aqui?”. Alguém do público não se aguentou, falando baixinho, “- Que mentira” e antes de responder ao mestre, Quati, olhando para o dito cujo: “- Quati afirma que é verdade! Vi todos eles. Um por um e não peguei a doença porque sou protegido de Tupã. Mas muita gente da tribo foi infestada por doença de branco. Não podíamos ficar por aqui. Passou o tempo, acabou a guerra, e o homem branco foi tomando posse da terra, transformando mata em lavoura. A caça ficou escassa. O povo de Quati teve que buscar proteção, moradia em outro lugar”. A plateia era puro riso e burburinho. Que mentira! Aquilo era uma festa do folclore e não um festival de mentira. E Alfredo, mantendo a fé:  “- Quati afirma que é verdade!”.

O cemitério onde enterraram soldados vitimados pela varíola. Parte do monumento em memória à Retirada de Laguna. Foto arquivo pessoal.
O cemitério onde enterraram soldados vitimados pela varíola. Parte do monumento em memória à Retirada da Laguna. Foto arquivo pessoal.

“- Meu caro Quati, disse o apresentador da festa, como a tribo se protege da invasão do homem branco? Não seria melhor conviver? Onde seus irmãos foram morar?” E o menino: “- Estamos na floresta, que o homem branco pensa ser amaldiçoada! Somos nós que iluminamos a mata, para fazer que o homem branco pense em fantasmas, almas penadas. Assim ficam longe da floresta que nos resta e assim nos deixam em paz”.  Um menino gaiato, amigo de Alfredo, não se conteve: “- Escuta aqui, Quati, vocês usam lanterna ou luz elétrica na floresta?” E Quati, sério: “- Usamos tochas, pequeno bacuri. Apenas tochas!”.

Aos poucos, a plateia foi rendendo-se à história de Quati, quer dizer, de Alfredo, ou é de Quati? Bom, a história de Quati contada por Alfredo, reunindo algumas das mais gostosas histórias de Monte Alegre em uma única história. Do poço sem fundo, das luzes na floresta assombrada… e até histórias reais, como a passagem dos soldados na Guerra do Paraguai. Uma boa história, a gente sabe, tem que ter lógica. Não pode ser assim, sem pé nem cabeça. Tem que ter começo, meio, fim. E foi buscando toda a lógica da história de Quati, que uma pergunta se fez necessária: “Quati, onde fica o poço sem fundo? Ninguém mais diz onde ele está!” O menino, em tom de confidência, contou: “- Fica no meio, bem no meio da floresta amaldiçoada”. E em tom ameaçador: “E não adianta procurar que ninguém achará esse poço. Só pode ver quem é da família de Quati. E para evitar que alguém descubra, nunca entramos pelo poço, mas por outras entradas que há na região.”

Marcelo Ribas em foto de Thaneressa Lima (divulgação)
Marcelo Ribas em foto de Thaneressa Lima (divulgação)

Como? Então há outras entradas para o poço sem fundo? “- Quati afirma que é verdade!”. Segundo narrou Quati, essas entradas ficam em uma das cachoeiras do município. Pode ser a Cachoeira do Rio Piedade, a Esperança, ou a cachoeira da Usina Velha no Rio Babilônia. Por trás da queda d’água fica a entrada que conduz ao acampamento da família de Quati.

 

Acontece que revelando o segredo, Quati colocava a família em apuros. É claro que todo mundo iria tentar encontrar os índios que iluminam a floresta nas noites escuras, sem lua. Muita gente iria atrás desse poço, desses índios, saber como é que vivem lá, distantes de todos. Houve até quem propôs irem todos imediatamente. “- Nunca!” Gritou Quati, ameaçador! “-Nosso segredo está garantido e ninguém, nunca, encontrará o poço, nem chegará perto das luzes da floresta! Nem mesmo as almas penadas que vagam por essa cidade. Ninguém! Adeus! Vocês nunca mais encontrarão Quati!” E Quati, jogando uma bomba de fumaça, desapareceu do palco na frente de todos.

Quati saiu do coreto e nunca mais voltou. Quem voltou, rapidamente, já sem as roupas de indiozinho foi o Alfredo. Imenso aplauso ecoou por toda a praça Nicanor Parreira. Sem dúvida aquela era a melhor história contada na praça. Alfredo era justo merecedor do grande prêmio para contadores de histórias. Alguém, entre brincalhão e invejoso, não se aguentou: “Como esse Alfredo conta mentira! Merecia um nariz de Pinóquio!” E é claro, que Alfredo respondeu: “- Eu afirmo que é verdade!”.

 

Marcelo Ribas em foto de Thaneressa Lima (divulgação)
Marcelo Ribas em foto de Thaneressa Lima (divulgação)

(O CONTADOR TOCA A MATRACA E ENCERRA SUA APRESENTAÇÃO COM UM AGRADECIMENTO. VOLTA A MEXER NOS LIVROS, ANTES DE CONTINUAR SEU TRABALHO).

Quatro vezes “Arte na Comunidade 2”

Dois dias intensos. Tanta atividade que 12 e 13 de abril passaram como se em dois segundos. Vi tucanos anunciando um sábado alegre na Praça XV de Novembro, em Prata, Minas Gerais. Seria uma manhã ensolarada e logo nossa equipe chegou com uma parafernália simples, mas vistosa. Tecidos coloridos, banners, panfletos, música…

Arte na Comunidade 2 - Cidade Canápolis - Fotos - Thaneressa Lima  (24)

O ambiente transformado, o som testado e Lilia Pitta contou como foi “O ataque dos Titanossauros” para adultos e crianças. A abertura do projeto “Arte na Comunidade 2” foi suave, mineiramente mansa.

Arte na Comunidade 2 - Cidade Prata - Fotos - Thaneressa Lima (7)

A primeira manhã transcorreu como previsto. Gente contando histórias no palco, gente contando histórias na praça. Mães lendo para os menores e crianças, já alfabetizadas, explorando os livros propiciados por nossa produção. Ambiente desmontado, a praça voltou ao seu cotidiano.

Almoço farto, mineiro! “Saco vazio não para em pé!”. E tomamos estrada rumo a Canápolis. A bela praça, acolhedora, recebeu as cores do projeto.

Arte na Comunidade 2 - Cidade Canápolis - Fotos - Thaneressa Lima  (23)

Nuvens carregadas, para nosso alívio, foram para longe e a tarde permaneceu ensolarada. José Luiz Filho subiu ao palco para desvendar “O enigma”.

Arte na Comunidade 2 - Cidade Canápolis - Fotos - Thaneressa Lima  (17)

Com nossa pequena biblioteca ambulante, com nossos tapetes coloridos para um pic-nic literário, contamos histórias para que cada um conte a sua, ou as suas histórias. O dia terminou sem muito tempo para avaliações; apenas a sensação de que tudo estava indo bem, dentro do previsto. A estrada estava aberta e tínhamos que prosseguir.

Arte na Comunidade 2 - Cidade Canápolis - Fotos - Thaneressa Lima  (4)

Noite de pizza, cama de hotel, café da manhã e o domingo em Ituiutaba chegou após uma madrugada chuvosa. Palco, som, caixas com fitas, tecidos, banners…

Arte na Comunidade 2 - Cidade Ituiutaba - Fotos Thaneressa Lima  (2)

Nossa produtora, Sonia Kavantan, abriu os trabalhos do dia. Foi nesse momento que pude observá-la melhor. Na primeira cidade, Prata, fiquei distante; assim como em Canápolis. A Praça Getúlio Vargas é um local bonito, permitindo-me ver também a entrada de Ronan Vaz.

Arte na Comunidade 2 - Cidade Ituiutaba - Fotos Thaneressa Lima  (3)

“A Batalha do Conhecimento” foi nossa terceira estreia nesse final de semana. Quem está habituado com teatro pode ter a noção do que seja isso. Tudo semelhante e nada é igual. Adrenalina pura.

Arte na Comunidade 2 - Cidade Ituiutaba - Fotos Thaneressa Lima  (8)

Todas as imagens deste post foram feitas por Thaneressa Lima.  Bom contar com uma fotógrafa que, além do registro de cada momento, ainda nos brinda com composições peculiares, fixando e fazendo-nos rever belos momentos.

Arte na Comunidade 2 - Cidade Ituiutaba - Fotos Thaneressa Lima  (10)

Tudo muito bem, tudo muito bom, mas… A chuva caiu sobre nossos veículos quando ainda estávamos na estrada, rumo a Monte Alegre de Minas. Nossa produção foi ágil e rapidamente tínhamos outras possibilidades para a cidade.

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A chuva não passou e Marcelo Ribas levou “O Inventor de histórias” em local fechado. O público da cidade não se abalou com a chuva e nosso ator inseriu a mudança de local na encenação.

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Pela quarta vez repetiu-se a cena: crianças lendo histórias, descobrindo autores e livros. Começava ali a concretização do objetivo primordial do projeto “Arte na Comunidade 2”: estimular a leitura e, principalmente, a contação de histórias.

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Dias assim, intensos, nem sempre tem registros completos. Minúcias, centenas de detalhes, outros acontecimentos… Pipoca, algodão doce! As araras com seu colorido espetacular enfeitando um pouco mais a Praça Nicanor Parreira; o sol, tão esperado, brindou-nos com um final de tarde maravilhoso.

foto final
Da esquerda para a direita: Thaneressa Lima, Sonia Kavantan, Thays Quadros, Letícia Teixeira, Marina Kavantan, Valdo Resende, Fredy Abreu (agachado), Erre Salviano, Marcelo Ribas, Lilia Pitta e Eduardo Bordignon.

A foto acima marca o final do evento de abertura do “Arte na Comunidade 2”, patrocinado pela  Alupar e Cemig por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura. Já tínhamos as malas fechadas; os veículos prontos.

Dias intensos! Apenas o começo! Nossos atores estão por lá, continuando o projeto, agora com apresentações nas escolas municipais. Outras histórias para escrever, para contar.

Até mais!

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Vamos nessa!

Ensaio Geral (49) para blog
(Valdo Resende. Foto Thaneressa Lima / Divulgação)

“Pintar, vestir
Virar uma aguardente
Para a próxima função
Rezar, cuspir
Surgir repentinamente
Na frente do telão
Mais um dia, mais uma cidade
Pra se apaixonar…”

E lá vamos nós. De mala, cuia, vontade e a certeza de ter feito todo o possível para que quatro cidades tenham o melhor de todos nós, equipe do ARTE NA COMUNIDADE 2. Prata, Canápolis, Ituiutaba e Monte Alegre de Minas! Vamos contar e ouvir histórias.

Várias viagens antecederam este final de semana. Todavia, a melhor viagem começa agora nos palcos de cada cidade, nas salas de aula de cada escola. Vamos ao encontro de adultos e crianças, de mestres e artistas regionais. Histórias para ouvir e contar, momentos para compartilhar.

“…Hora de ir embora
Quando o corpo quer ficar
Toda alma de artista quer partir…”

Um carinho especial para minha produtora, Sonia Cristina Kavantan; também registro sincera gratidão para a equipe da KAVANTAN & ASSOCIADOS, e para os demais colaboradores contratados para esta empreitada.  Finalmente, um agradecimento especial aos nossos patrocinadores, ALUPAR e CEMIG, que viabilizaram o ARTE NA COMUNIDADE 2

“…Voar, fugir
Como o rei dos ciganos
Quando junta os cobres seus
Chorar, ganir
Como o mais pobre dos pobres
Dos pobres dos plebeus
Ir deixando a pele em cada palco
E não olhar pra trás
E nem jamais
Jamais dizer
Adeus.”

Então, até mais!

Nota: os versos acima são da música ‘”Na carreira”, de Edu Lobo e Chico Buarque.

O elenco do ARTE NA COMUNIDADE 2

Quatro profissionais que atuam principalmente na região do Pontal de Minas estão no elenco do ARTE NA COMUNIDADE 2. Conheça-os, na ordem em que farão as apresentações no próximo final de semana.

No sábado de manhã, dia 12, das 9 às 11 horas, na Praça XV de Novembro, LILIA PITTA apresenta-se no Prata (MG), em “O ataque dos Titanossauros”.

Lilia Pitta (foto Thaneressa Lima /Divulgação)
Lilia Pitta (foto Thaneressa Lima /Divulgação)

Na tarde do mesmo sábado estaremos em Canápolis (MG). Das 16 às 18 horas, na Praça XIV de Julho, será a vez de JOSÉ LUIZ FILHO, interpretar “O enigma”.

blog José Luiz (43)
José Luiz Filho (Foto Thaneressa Lima/Divulgação)

Domingo, dia 13, o evento será em Ituiutaba, das 9 às 11 horas, na Praça Getúlio Vargas. RONAN VAZ é o intérprete de “A Batalha do conhecimento”.

Ronan Vaz (foto Thaneressa Lima/Divulgação)
Ronan Vaz (foto Thaneressa Lima/Divulgação)

Concluiremos a primeira etapa do ARTE NA COMUNIDADE 2 em Monte Alegre de Minas. Será no domingo, dia 13, das 16 às 18 horas na Praça Nicanor Parreira. Lá, MARCELO RIBAS apresentará “O Inventor de Histórias”.

Marcelo Ribas (Foto Thaneressa Lima/Divulgação)
Marcelo Ribas (Foto Thaneressa Lima/Divulgação)

Arte na Comunidade 2 é patrocinado pela  Alupar e Cemig por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura.

Até mais!

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Coloque na agenda: “Arte na Comunidade 2”

Abaixo a arte dos convites para o ARTE NA COMUNIDADE 2, publicados nos jornais da região.

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Espero encontrar e reencontrar todos os amigos que moram por lá.

Até mais!

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