Parceiros

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Uma ideia tornada sinopse, que virou um texto, que passou por várias versões, UM PRESENTE PARA RAMIRO chegou ao palco. Enquanto processo ainda sofrerá mudanças, ajustes. Atores e técnicos irão dominando e apropriando-se da montagem, idealizada em salas de ensaio, adaptando-a conforme as condições de cada espaço (Palcos não são espaços padronizados!) e vivenciando-a nas relações com a plateia. Levarão em cada apresentação o trabalho de outros profissionais, a criação de outros artistas que, neste post, pretendo registrar.

Gosto de observar os atores prontinhos, antes de entrarem em cena. O vestuário limpinho, cheiroso, bem passado, será levado para momentos de movimento intenso e, ao final, estarão amarfanhados, carregando o suor, a história e, principalmente, a energia da personagem. É essa energia que nos leva a identificar a roupa como propriedade da personagem e não do ator.

Márcio Araújo, o figurinista de UM PRESENTE PARA RAMIRO, mostrou-se um parceiro e tanto. Fiz proposições iniciais, indiquei uma paleta de cores e o profissional foi muito além, criando o vestuário com presteza, acompanhando cada fase da montagem e mudando, acrescentando detalhes, sugerindo elementos e circunstâncias enriquecendo o trabalho. O estúdio de Márcio parece caixa de mágico. Sai uma saia de não sei onde, um chapéu de não sei quando, uma rosa amarela, todo e qualquer possível adereço de vestuário. Ele, sorriso aberto: – Quer, tenho uma aqui. Espera que vou achar!

Seria muito bom não passar por nenhuma restrição no ato de criar. Imagine uma peça com uma piscina em cena, ou com a personagem principal alçando voo, a mudança abrupta de espaços… Tudo isso é possível. Tudo muito caro! Entretanto, não são só as condições monetárias que pesam na criação e confecção de cenários. UM PRESENTE PARA RAMIRO é montagem itinerante. Estamos em São Paulo, logo estaremos em Maringá, no Paraná, e depois… Depois eu conto.

Em três dias passamos por três palcos. Há que se contabilizar horas de transporte, montagem e desmontagem, o tamanho de cada espaço… Há que se ter um cenário compatível com essa realidade. E aí apareceu Djair Guilherme, também conhecido como “Nicolau dos Brinquedos”. O sujeito tem aquele aspecto de Professor Pardal, sorriso aberto, e a disposição em fazer, refazer, propor, discutir. Assim, nossa peça tem peças cenográficas compostas como brinquedo, reiterando os tantos presentes que Ramiro, nossa personagem aniversariante recebe.

Antunes Filho, meu grande mestre, sempre dizia que o mundo começa quando após a escuridão da plateia entra a luz sobre o palco. Esse intermezzo entre a escuridão e a luz prepara rapidamente a plateia para o que está por vir. O iluminador de UM PRESENTE PARA RAMIRO é Ricardo Bueno. Tranquilo e sereno, consciente da trajetória que a montagem fará, sentou-se a meu lado desenhando esquematicamente cada cena, cada mudança na marcação dos atores. – O que você quer destacar? Onde quer luz e com qual intensidade, de que forma?

Cada profissional dos citados acima conta com uma equipe. Márcio Araújo conta com pesquisadores, aderecistas, costureiras, assim como Djair Guilherme trabalhou conjuntamente com marceneiros na confecção dos cenários e teve adereços de cenário feitos por Renato Ribeiro e sua equipe. A iluminação de Ricardo Bueno é concretizada no trabalho de André Persant que monta e opera a luz de cada apresentação. A operação de som é de Willian Gutierrez, mas som, música, serão temas para outro momento.

Primeiro elemento concreto da produção: recebi via Sonia Kavantan a proposta de Fernando Moser para a identidade visual da peça. Somando esta à ilustração de Octavio Cariello, veio a emoção do projeto tornando-se realidade. Fernando e Octavio responderam com rapidez e eficiência as propostas debatidas em reunião, confirmadas em ensaios, estabelecendo parcerias entre designer, ilustrador e figurinista.

Quem uniu toda essa gente foi Sonia Kavantan (FOTO ACIMA) nossa diretora de produção. Muito bom trabalhar com quem, junto com sua equipe, procura o melhor e torna possível e concreto aquilo que pensamos para nosso trabalho.

Muito obrigado, pessoal! Tomara possamos nos encontrar em outras montagens. A trajetória de UM PRESENTE PARA RAMIRO é de todos nós. Vamos em frente!

Até mais!

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(Patrocinado pela Visa, “Um Presente Para Ramiro” é uma realização da Kavantan, Projetos e Eventos Culturais, Ministério da Cultura e Governo Federal. Acompanhe por aqui a programação da montagem).

Ensaio Aberto: “Um Presente Para Ramiro”

“Um Presente Para Ramiro”, nosso novo trabalho teatral, terá ensaio aberto para convidados no próximo dia 11, 20h30, no Teatro Maria Della Costa.

“Ramiro é um garoto que, no aniversário de 12 anos, aprende , com a ajuda da família, que para realizar os desejos e necessidades é necessário organização e planejamento. Com muito humor e com ajuda da imaginação e da tecnologia o garoto viaja no tempo e descobre outras histórias familiares”.

Dia 11 é véspera de feriado e, por isso, contamos com a presença de nossos amigos com filhos e sobrinhos para essa apresentação especial. A entrada é franca. O teatro Maria Della Costa fica na rua Paim, 72, na Bela Vista, em São Paulo.

Neste post aproveito para apresentar nosso cartaz, um belo trabalho de duas grandes feras. O design é de Fernando Moser e a ilustração é de Octavio Cariello. Somamos esses dois profissionais ao trabalho do figurinista Márcio Araújo (Cariello já criou a imagem baseando-se no vestuário criado para a peça).

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Patrocinado pela Visa, “Um Presente Para Ramiro” é uma realização da Kavantan, Projetos e Eventos Culturais, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Até mais!

 

A TURMA DE “UM PRESENTE PARA RAMIRO”

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Volta e meia me perguntam o motivo de estar sem escrever neste blog. – Muito trabalho, respondo. – Graças a Deus!  Agora está na hora de vir aqui e contar que temos novo trabalho teatral em fase final de montagem.

“Um Presente Pra Ramiro” é mais um capítulo da minha história ao lado de Sonia Kavantan, nossa produtora; reitera minha parceria com Flávio Monteiro que assina a direção musical, e entre artistas, técnicos e demais profissionais, promove reencontros e encontros muito especiais.

Lá de longe, sem nunca termos nos distanciado, volto a ter a participação de Octavio Cariello na minha carreira teatral. De longe também, quando só nos falávamos via redes sociais, veio  Flávio Amado, agora nosso assistente de direção, assim como lá da universidade, de um tempo em que foi minha aluna, veio o reencontro com a atriz Neusa de Souza.

De edições anteriores do Arte na Comunidade vieram os atores Conrado Sardinha e Rogério Barsan para contracenarem, em “Um Presente Para Ramiro”, ao lado de Roberto Arduin e Isadora Petrin, atores com os quais trabalho pela primeira vez. Somando experiência de vários trabalhos, da equipe da Kavantan, Projetos e Eventos Culturais, estão presentes Lilian Takara, Milka Beatriz e Thiago Barizon.

Até aqui a equipe com a qual trabalho diariamente. Nos falamos cotidianamente e convivemos algumas horas pessoalmente, outras tantas virtualmente. Há outros profissionais envolvidos que apresentarei brevemente. Neste primeiro momento optei pelos velhos parceiros e pela turma de todo dia, de horas intensas vivenciadas na sala de ensaio. Temos pensado e vivido “Um Presente Para Ramiro” com intensidade, com a ansiedade que um trabalho de porte exige e com a alegria e o prazer de estar em algo que amamos fazer.

Há muito por contar e é o que farei em próximos posts; acompanhe por aqui todos os detalhes e a programação da montagem.

Patrocinado pela Visa, “Um Presente Para Ramiro” é uma realização da Kavantan, Projetos e Eventos Culturais, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Até mais!

O Artbook54 e o meu ego

 

artbook 54
O lançamento será na Quanta Academia de Artes, dia 20/01, 14h

Sorry! Folhear um trabalho como o Artbook54, de um artista como Octavio Cariello, e deparar-se com a própria imagem é para jogar o ego lá pra estratosfera. Então… lá estou eu entre personagens reais e imaginários; um, entre muitas personalidades desenhadas, esboçadas ou recriadas em divertidas caricaturas desse artista genial. E não são só pessoas; há logomarcas, fontes, quadrinhos… toda uma gama de trabalhos que comprovam a qualidade inegável do autor.

Ego é uma coisa doida. A gente tenta controlar, mas foi pegar o Artbook54 e, ao folhear, disfarçar a ansiedade, engolir a pergunta “- cadê eu?”. Ainda havia outra curiosidade: qual, entre os vários trabalhos feitos em conjunto, foi colocado no livro; das vezes em que tive o privilégio de ser desenhado, qual caricatura foi escolhida?

Serenada a vaidade vejo muito além da minha face; acompanho a carreira de Octavio Cariello em São Paulo desde quando ele chegou por aqui vindo de Recife. Os primeiros trabalhos, os primeiros grandes êxitos. O grande talento reconhecido quase que de imediato, colocando-o em pouquíssimo tempo na galeria dos melhores desenhistas nacionais, com prêmios e, sobretudo, o testemunho dos maiores entre seus pares.

Recordo os primeiros desenhos em que descobri estar diante de alguém com uma capacidade incomum em captar ângulos, descrever nuances, registrar faces e aspectos inusitados da forma. Também, entre amigos, ele brincava com guardanapos enquanto tomávamos cervejas na noite paulistana, desenhando com caneta esferográfica, conquistando a admiração de quem dividia a mesa conosco.

A loucura do sujeito – aquela do surto de quem não se cansa de criar – é perceptível na criação de fontes, onde o velho e bom alfabeto ganha nuances particulares, únicas, em mínimos detalhes que permeiam cada letra e que, em si, constituem-se numa família tipográfica. É a loucura do detalhe; de quem observa de tal forma que consegue recriar entre milhares a forma única. Doido!

cariello e eu
Que orgulho!

Este texto é passional. Fazer o que? A capacidade criativa e o talento de Octavio Cariello são inegáveis e, repito, – Sorry, estou no livro! Divido uma página com David Bowie, Clarice Lispector, Marcelo Campos, Alan Moore… E não é só. Há outra em que estou ao lado do próprio Cariello, registro do livro Alterego organizado por ele onde participei com um conto. Pura satisfação! Boa sorte, Cariello! Obrigado! Vamos curtir este livro, pois com certeza, outros virão!

O Artbook54 está no mundo. O lançamento será no próximo sábado, 20 de janeiro, a partir das 14h, na Quanta Academia de Artes (Rua Doutor José de Queirós Aranha, 246, perto da estação do metrô Ana Rosa). Todos estão convidados!

Até lá!

Artbook54, nova proposta de Cariello

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Octavio Cariello está com novo projeto para viabilização via financiamento coletivo através do Catarse:

Artbook54, um levantamento da produção em trinta e seis anos de carreira profissional do artista Octavio Cariello. Serão 120 páginas com desenhos, logomarcas, ilustrações pra jornais e revistas, capas de várias publicações, caricaturas, fontes tipográficas, esboços e Histórias em Quadrinhos…

“Tem material do tempo do onça e material que acabou de sair do forno; tem coisas já publicadas e coisas inéditas, incluindo obras feitas exclusivamente para o livro!” diz Cariello no texto que apresenta o projeto.

Há várias formas de participação. Para conhecer todas as possibilidades acesse este link; e aproveite para ver, além da imagem acima, alguns exemplos do que será publicado.

Vamos participar?

Até mais!

 

Aeroplanos! Para Grandes Amigos

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Roberto Arduin e Antonio Petrin. Aeroplanos. Foto: João Caldas.

Pouco mais de cinco minutos da peça Aeroplanos, do argentino Carlos Gorostiza, e comecei a reconhecer momentos já vividos com Octavio Cariello, amizade que chega aos exatos trinta anos, e de outros, trilhando a vida comigo ao longo do tempo.  No palco dois amigos vivem situações que a cumplicidade permite: já anteveem a fala um do outro, sabem as razões de cada visita, as motivações que determinam reações positivas ou ranzinzas.

Antonio Petrin e Roberto Arduin interpretam os amigos que, aos 75 anos, enfrentam problemas comuns para todos os idosos, mas com posturas absolutamente distintas. Penso serem essas distinções de cada indivíduo as razões que sustentam amizades. Sou um indivíduo mais fechado, o que, por exemplo, contrasta com a simpatia de Sonia Kavantan; também minha timidez sempre deu vez para uma maneira mais efusiva de Fátima Borges. Amigas, amigos…

A passagem do tempo enriquece as relações e pouco importam desavenças, desacordos, diferenças. Se isso ocorre restam pequenos silêncios, afastamentos por pouquíssimo tempo e uma certeza: querer continuar junto do amigo. Na peça, Antonio Petrin vive situação limite e encara isso com humor, deixando a preocupação para a personagem interpretada por Roberto Arduin. Dois atores em plena maturidade e domínio do ofício garantindo que, da plateia, façamos parte dessas vidas, como se fossem dois amigos entre os tantos que a vida nos deu.

O diretor Ednaldo Freire propõe uma montagem que deixa atores à vontade em cenografia instigante, criada também por Petrin. Montando e desmontando espaços os atores aumentam a sensação de cumplicidade enquanto algumas molduras vazias são preenchidas por lembranças de possíveis momentos entre as personagens, os atores e, certamente, todos nós. Viva, na lembrança da personagem e na imagem emoldurada, apenas a foto da esposa.

Aeroplanos tem uma temática ousada perante os padrões que rolam por aí. Em tempos de exacerbação da juventude e de redes sociais frequentadas apenas por gente feliz, a montagem  enfrenta a solidão, a morte e a idade como fatores inatos e, portanto, pertinentes a todos nós. O resultado é delicado e emociona.

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Aeroplanos, amizade e cumplicidade para toda a vida. Foto: João Caldas.

“Levem os amigos” é a expressão rotineira que, em se tratando de Aeroplanos, deve ser levada “ao pé da letra”. A peça celebra a amizade e nos faz perceber o quanto somos felizes e abençoados por viver entre amigos. Sai também orgulhoso com a produtora Sonia Kavantan: é mais um trabalho que vai além da mera diversão e consumo, propiciando gratas reflexões para todos os que assistem e, com certeza, também aos que dela participam.

Após estreia no Teatro Municipal de Santo André, no ABC Paulista, a peça entra em cartaz na próxima sexta, dia 5 de maio, aqui em São Paulo, no Teatro Cacilda Becker (Rua Tito, 295. Fone 11 3864 4513), com apresentações sextas e sábados, 21h e domingos às 19h. Preços: R$ 20(inteira), R$10 (meia-entrada).

Até mais!

“Miragem” nos 35 anos de Octavio Cariello

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Imperdível: Octavio Cariello apresenta projeto para viabilização via Catarse. Miragem é uma coleção de trabalhos desenvolvidos em mais de três décadas. Há desenhos, esboços, ilustrações para jornais e revistas, capas de várias publicações, Histórias em Quadrinhos, fontes de letras, logotipos e caricaturas…

Se você ajudar com a publicação deste livro, estará colaborando com a comemoração dos 35 anos da carreira de um dos desenhistas mais talentosos do país. Para quem ainda não conhece, transcrevo abaixo a autoapresentação do artista.

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“Sou de Recife, mas mudei para São Paulo há 30 anos; trabalho com design, ilustração e Quadrinhos, tenho dois romances, algumas poesias e uns pares de contos publicados. Fui fundador da Fábrica de Quadrinhos (Estúdio e Escola) e da Quanta Academia de Artes, onde trabalhei como coordenador geral dos cursos até 2007, quando saí da sociedade, mas permaneço no corpo docente da entidade. Dou aulas de narrativas gráficas, anatomia humana, perspectiva e Histórias em Quadrinhos na Pandora Escola de Arte, em Campinas, no Canvas Studio e Escola, em Piracicaba, e na Quanta Academia de Artes, em São Paulo.

Ilustrei matérias para jornais como O Rei da Notícia, Folha de S. Paulo, o Estado de S. Paulo, D.O. Leitura, o Globo e Debate, e revistas como Veja, Exame, Super Interessante, Marie Claire, Dragon Magazine, Show Bizz, Sandman e Jovem Pan, no Brasil. Tive vários Quadrinhos publicados nos EUA e por aqui também. Fiquei conhecido, em território nacional, por desenhar HQs do Amigo da Onça, dos Mamonas Assassinas, do Homem-Cueca, dos Casseta e Planeta e Sport Gang, e escrever roteiros para HQs do Quebra-Queixo.

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Alguns dos meus personagens já ganharam páginas de jornais e revistas em território nacional: “Delete” (da série Eon, da qual faz parte a saga de Portais), na revista Metal Pesado, “Derenian” (também da mesma saga), na Porrada! Special, e “Mofo” (desenhada por Gabriel Bá), no álbum Fábrica de Quadrinhos 2001. Com Eduardo Schaal, criei o logo da série de TV “As aventuras de Tiazinha” e participei da equipe de design que cuidou dos efeitos especiais. Com Alain Voss, criei o logo da série Sport Gang. Fui o criador do logo do Mundo Canibal. Para editoras americanas, pintei páginas da série “The Queen of the Damned” (da obra de Anne Rice, para a Innovation), e desenhei Wolverine (Marvel), Bloodchilde (Millenium), Lovecraft (Malibu), Black Lightning (DC), Trancers (Malibu) e Deathstroke (DC). Recentemente, pintei as páginas da adaptação de Rei Lear (Nemo).

Para participar, clique aqui, e veja as possibilidades de adesão e as contrapartidas aos colaboradores.

Até mais!