As três estreias da semana

Felizes após estreias em Praia Grande e São Vicente, já estamos prontos para Santos, Guarujá e São Vicente
Felizes após estreias em Praia Grande e São Vicente, já estamos prontos para Santos, Guarujá e São Vicente

Lá vamos nós, Sonia Kavantan e eu, para concretizar mais uma etapa do Arte na Comunidade 3. Após as apresentações em Praia Grande e São Vicente, amanhã e sábado estaremos em Santos, Guarujá e Cubatão. Para registrar, para lembrar, para guardar, uma síntese de cada uma das peças. Informações mais aprofundadas estão no blog do Arte na Comunidade. Aqui estamos registrando nossa história neste projeto; começou no Pará e no Maranhão, passou por Minas Gerais e agora está no litoral paulista. 

SANTOS 

NENÊ CAMBUQUIRA, UM MINEIRO EM SANTOS

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Bruno Fracchia é Nenê Cambuquira.

Da origem do nome da cidade aos mais recentes craques do Santos F.C., a peça “Nenê Cambuquira, um Mineiro em Santos” faz uma ode à cidade sob a ótica de um simpático mineirinho, nascido em Cambuquira, cidade vizinha de Três Corações, onde nasceu Pelé. Nenê não se torna um jogador de futebol, mas um aprendiz de escritor que escolhe Santos para viver. O autor, Valdo Resende, mineiro de origem, compartilha e brinca com o amor de seus conterrâneos por bondes, pelo mar e pelos belos monumentos históricos de Santos.

Nesta sexta, dia 14, será a estreia de “Nenê Cambuquira, um Mineiro em Santos” na casa de Frontaria Azulejada. Uma feliz coincidência já que antes mesmo da escolha do local o atual centro cultural já estava citado no texto. A peça, interpretada por Bruno Fracchia, tem música de Flávio Monteiro e figurino de Alessandro Machado. 

GUARUJÁ 

SHER HOL DESVENDA O GUARUJÁ

Rogério Barsan brinca com o nariz que usará em "Sher Hol Desvenda o Guarujá"
Rogério Barsan brinca com o nariz que usará em “Sher Hol Desvenda o Guarujá”

O charme e a beleza das praias do Guarujá colocam em plano secundário uma história cheia de fatos incríveis e grandes personagens. Sher Holl é um garoto, aprendiz de detetive que recebe tarefas para merecer uma carteirinha profissional. Vai desvendar o Guarujá com recursos folclóricos como adivinhas e trava-línguas e lembrar a passagem de Hans Staden pela região, além de apontar questões atuais para manutenção da beleza e da qualidade do meio ambiente.

Com muita brincadeira e interatividade, “Sher Hol Desvenda o Guarujá”, interpretada por Rogério Barsan, tem estreia no próximo sábado, dia 15, na Praça 14 Bis, às 9h30.

CUBATÃO 

TUCA PODEROSA BRINCA EM CUBATÃO

Gigi Fernandes, em ensaio para fazer "Tuca Poderosa Brinca em Cubatão"
Gigi Fernandes, em ensaio para fazer “Tuca Poderosa Brinca em Cubatão”

Tuca é uma garota que gosta da ideia de ser quiromante, mas atrapalha-se toda ao desvendar questões mínimas do dia a dia. Enquanto brinca, mostra seu amor pela cidade e conta a história de Cubatão com muita brincadeira e interatividade.

Do homem do sambaqui às tribos indígenas que povoaram a região, comprova-se a importância de Cubatão na formação da região. Através de relatos de viajantes, como Rudiard Kypling, destaca-se a importância econômica através das grandes indústrias e da posição geográfica estratégica, permeada por diferentes vias de transporte. “Tuca Poderosa Brinca em Cubatão”, interpretada por Gigi Fernandes ainda destaca a recuperação da região nas questões ambientais.

Estes eventos, produzidos pela Kavantan & Associados, abrem o Projeto Arte na Comunidade 3 na Baixada Santista. Na semana seguinte começarão uma série de apresentações da peça exclusivamente para as escolas do município cumprindo objetivo fundamental que é estimular a criatividade dos alunos através da criação e contação de histórias.

Anote e compareça em nossas apresentações:

DIA 14 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA, ÀS 14h – SANTOS – CASA DE FRONTARIA AZULEJADA. Entrada franca.  Teatro: NENÊ CAMBUQUIRA, UM MINEIRO EM SANTOS, com Bruno Fracchia. 

DIA 15 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 9h30 – GUARUJÁ – PRAÇA 14 BIS (VICENTE DE CARVALHO). Entrada franca.  Teatro: SHER HOL DESVENDA O GUARUJÁ, com Rogério Barsan. 

DIA 15 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 15h – CUBATÃO – PARQUE ANILINAS (CENTRO). Entrada franca.  Teatro: TUCA PODEROSA BRINCA EM CUBATÃO, com Gigi Fernandes.

Texto e direção: Valdo Resende

Patrocinados pela Alupar e Taesa e apoiado pela

ELTE – Empresa Litorânea de Transmissão de Energia, o projeto

Arte na Comunidade 3 está nas cidades de

Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente.

Realização: – Kavantan & Associados, Ministério da Cultura e

Governo Federal. Brasil – Pátria Educadora.

Arte na Comunidade 3 Incentiva a Leitura

Desde a primeira edição que o Projeto Arte na Comunidade busca ir além do evento artístico, buscando incentivar tanto a leitura quanto a produção de textos nas comunidades visitadas. Em todas as edições ocorrem atividades lúdicas e educativas. Há sempre a preocupação em resgatar aspectos da cultura regional tanto quanto valorizar outros, imersos no turbilhão de possibilidades disponibilizadas para as populações.

Incentivar a leitura, como ocorreu no Arte na Comunidade 2, em Canápolis, MG. Foto Thaneressa Lima (divulgação)
Incentivar a leitura, como ocorreu no Arte na Comunidade 2, em Canápolis, MG. Foto Thaneressa Lima (divulgação)

Nesta terceira edição, na Baixada Santista, além de montagem teatral que aborda a história e a cultura geral de cada cidade – Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente – o Arte na Comunidade 3 escolheu citar e divulgar obras literárias específicas para os jovens das escolas locais que receberão o projeto.

Após pesquisa quanto à bibliografia oferecida em escolas do Estado de São Paulo foram escolhidos cinco autores que terão uma obra divulgada e posteriormente doada para a biblioteca das escolas, ficando disponível para leitura de todos. Os autores e obras desta edição são:

O CLUBE DOS CONTRÁRIOS – SILVIA ZATZ

A DROGA DA OBEDIÊNCIA – PEDRO BANDEIRA

MOGLI (O LIVRO DA SELVA) – RUDYARD KIPLING

RICARDO AZEVEDO – MEU LIVRO DE FOLCLORE

CHICA E JOÃO – NELSON CRUZ

A escolha destas obras justifica-se em alguns critérios bastante específicos tais como o fato de Pedro Bandeira ter nascido em Santos, ou Rudyard Kipling ter passado por  Cubatão e deixado textos sobre a cidade. Nelson Cruz citando a história para criar histórias e Silvia Zatz estimulando a criatividade infantil são outros autores que complementam o grupo homenageado, que ainda tem Ricardo Azevedo. Este resgata e registra manifestações folclóricas regionais e nacionais.

Confira as datas dos eventos de lançamento do Arte na Comunidade 3. Teremos o maior prazer em receber toda a comunidade para um momento de diversão e cultura. Em cada evento será possível conhecer um pouco mais sobre cada obra destacada nesta edição.

ANOTE EM SUA AGENDA:

DIA 8 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 14h – PRAIA GRANDE – PRAÇA MARIA DO CARMO DA SILVA (TUDE BASTOS). Entrada franca.  Teatro: JUJU E UM GRANDE AMOR: PRAIA GRANDE, com Fabíola Moraes.

DIA 9 DE AGOSTO, DOMINGO, ÀS 10h – SÃO VICENTE – Praça da UBS (Rua Alfredo das Neves – Humaitá). Entrada franca. Teatro: JACK LEE E AS QUATRO BATALHAS DE SÃO VICENTE, com Ernani Sequinel.

DIA 14 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA, ÀS 14h – SANTOS – CASA DE FRONTARIA AZULEJADA. Entrada franca.  Teatro: NENÊ CAMBUQUIRA, UM MINEIRO EM SANTOS, com Bruno Fracchia.

DIA 15 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 9h30 – GUARUJÁ – PRAÇA 14 BIS (VICENTE DE CARVALHO). Entrada franca.  Teatro: SHER HOL DESVENDA O GUARUJÁ, com Rogério Barsan.

DIA 15 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 15h – CUBATÃO – PARQUE ANILINAS (CENTRO). Entrada franca.  Teatro: TUCA PODEROSA BRINCA EM CUBATÃO, com Gigi Fernandes.

Texto e direção: Valdo Resende

Patrocinados pela Alupar e Taesa e apoiados pela

ELTE – Empresa Litorânea de Transmissão de Energia, o projeto

Arte na Comunidade 3 estará nas cidades de

Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente.

Realização: – Kavantan & Associados, Ministério da Cultura e

Governo Federal. Brasil – Pátria Educadora.

Reservem Estas Datas!

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O Arte na Comunidade 3 está chegando na Baixada Santista com cinco momentos de diversão para toda a família. Todos estão convidados! A entrada é franca. Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá e Cubatão receberão diversas atrações e terão a seguinte programação teatral:

DIA 8 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 14h – PRAIA GRANDE – PRAÇA MARIA DO CARMO DA SILVA (TUDE BASTOS). Entrada franca.  Teatro: JUJU E UM GRANDE AMOR: PRAIA GRANDE, com Fabíola Moraes.

DIA 9 DE AGOSTO, DOMINGO, ÀS 10h – SÃO VICENTE – Praça da UBS (Rua Alfredo das Neves – Humaitá). Entrada franca. Teatro: JACK LEE E AS QUATRO BATALHAS DE SÃO VICENTE, com Ernani Sequinel.

DIA 14 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA, ÀS 14h – SANTOS – CASA DE FRONTARIA AZULEJADA. Entrada franca.  Teatro: NENÊ CAMBUQUIRA, UM MINEIRO EM SANTOS, com Bruno Fracchia.

DIA 15 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 9h30 – GUARUJÁ – PRAÇA 14 BIS (VICENTE DE CARVALHO). Entrada franca.  Teatro: SHER HOL DESVENDA O GUARUJÁ, com Rogério Barsan.

DIA 15 DE AGOSTO, SÁBADO, ÀS 15h – CUBATÃO – PARQUE ANILINAS (CENTRO). Entrada franca.  Teatro: TUCA PODEROSA BRINCA EM CUBATÃO, com Gigi Fernandes.

Texto e direção: Valdo Resende

Marquem dia, hora e local. Aguardamos vocês. Nos próximos dias, neste blog, mais detalhes sobre cada evento.

Até lá!

Um Momento Especial

Fotos menores, Arte 1,  no Pará. Sonia Kavantan produzindo e eu, conhecendo o tacacá. Na foto maior, em Prata, em Minas Gerais, no Arte na Comunidade 2.
Fotos menores, Arte 1, no Pará. Sonia Kavantan produzindo e eu, conhecendo o tacacá. Na foto maior, em Prata, Minas Gerais, no Arte na Comunidade 2. O Arte na Comunidade 3 está quase pronto.

Estou fazendo teatro na Baixada Santista. A terceira edição do Arte na Comunidade. Um orgulho e um privilégio em contar com uma produção extremamente cuidadosa (Obrigado, Sonia Kavantan!) e em atuar com atores da maior qualidade, todos das cidades da região.  Com Bruno Fracchia, Ernani Sequinel, Fabíola Moraes, Gigi Fernandes e Rogério Barsan  faremos seis trabalhos, cada um com tema e título distintos, em cada uma das cidades contempladas. Todas as montagens estão reunidas sob o nome BRINCANDO ENTRE A SERRA E O MAR.

Escrevo menos aqui porque estou redigindo o blog do projeto, onde esboçamos um diário da montagem. Quem puder, agradeço a leitura (basta clicar aqui);  lá estamos contando o dia a dia do nosso trabalho, ao mesmo tempo em que informamos todos os eventos que ofereceremos nas próximas semanas.

De repente dei-me conta de que a vida me propiciou, com o Arte na Comunidade 3, uma belíssima oportunidade para festejar um momento especial, ocorrido lá em Uberaba, em 1975. Sim, neste ano de 2015, especificamente no mês de dezembro, comemoro quarenta anos de teatro. A festa, pelo visto, será no litoral.

Sempre fico indeciso quando penso em comemorações.  Há muita coisa para considerar e renasce, por experiências passadas, o receio de que algo impeça o evento. Assim resolvi deixar que as coisas acontecessem por si e… Tem dado certo. A grandiosidade de uma comemoração não está no tamanho da festa, mas na intensidade do que é feito para festejar cada momento da vida.

Com as seis montagens que realizaremos na Baixada Santista, especificamente nas cidades de Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente,  lembrarei que comecei a fazer teatro há 40 anos. Foi no distante dezembro de 1975, em um dos salões da sede da pastoral de Uberaba, juntamos várias mesas em um palco improvisado e estreamos nosso “Auto da Esperança” (escrevi sobre esse momento aqui). Sem pensar em grande festa particular, tenho este próximo momento como dádiva divina por todo o caminho percorrido.

Estamos em fase final de montagem. Para os leitores que me dão a honra lendo este blog peço que fiquem atentos. Aqui e no https://blogartenacomunidade.wordpress.com/  teremos todos os detalhes das nossas atividades litorâneas.

Até mais!

Um bonde de lembranças

Em Santos, o bonde que me trouxe lembranças.
Em Santos, o bonde que me trouxe lembranças.

A Rua Ari Barroso, no bairro Taquaral, em Campinas, me é bastante cara. Nela moravam meus avós. A casa ficava em esquina com a Rua Antonio Bonavita. A linha da Companhia Mogiana corria paralela à Rua Ari Barroso e do alpendre da minha avó avistávamos as pessoas chegando ou saindo da cidade. O trem passava sempre rápido, e a imagem da minha avó, de pé, acenando, continua presente. Era aceno feliz saudando os parentes que chegavam; era aceno triste, cheio de lágrimas quando as filhas e netos voltavam para Uberaba ou Ribeirão Preto.

Um pouco abaixo da linha de trem havia outra linha, do bonde que ia para o “furazóio”, na época, o fim da cidade. Ambas as linhas ficavam entre a Ari Barroso e o Ribeirão das Anhumas, que naqueles tempos era um triste córrego, esgoto a céu aberto. Quem estava no trem, de longe, sabia o ponto exato da casa de meus avós porque havia duas árvores, rentes à linha, quase em frente à Rua Antonio Bonavita. Às vezes, ficávamos aguardando o trem ao lado dessas árvores e era possível ouvir com clareza as palavras de despedidas ditas pelos passageiros. De lá, também, avistávamos o bonde, com o barulho do motor propulsor, mais a haste arrastando-se na rede elétrica, fazendo som peculiar. Eu adorava bondes.

Os bondes de Campinas tinham as laterais abertas e os bancos eram sem divisões, indo de uma lateral à outra. Sobre os estribos o trocador cobrava as passagens e o motorneiro seguia tranquilamente para seu destino. Quando muito frio, ou com chuva, havia uma espécie de cortinas que fechavam as laterais, protegendo as pessoas das intempéries do tempo.

José e Maria, meus inesquecíveis avós.
José e Maria, meus inesquecíveis avós.

Eram tempos felizes porque éramos dez netos aboletados na casa dos avós, brincando, lendo revistas, assistindo televisão que, pra nós, era grande novidade. Falava-se muito! Uma pequena pinimba entre meu padrinho Nino e meu tio Manoel questionava qual seria a maior cidade: Ribeirão Preto ou Campinas. Tio Manoel, de Ribeirão, afirmava ser esta maior que Campinas. Pra tirar a teima o tio Nino resolveu nos levar até ao mirante do castelo, para lá de cima constatar o quanto Campinas era maior que Ribeirão Preto. Hoje, infelizmente, o Google resolveria a questão em segundos; graças a Deus, sem a web, ganhamos um belo passeio no domingo seguinte, pela manhã. De bonde!

Dito e feito, no domingo seguinte dez netos saíram da cama e foram constatar o tamanho de Campinas nos anos de 1960. Voltando pra casa, era mês de janeiro, viemos em outro bonde, uma linha que terminava na Avenida Nossa Senhora de Fátima. Uma tempestade imensa caiu sobre a cidade e, já quase molhados no bonde, descemos sob a chuva para a casa da avó, ensopados e felizes. Não recordo nada ruim desse dia. Estávamos encharcados e famintos, doidos pra chegar e almoçar as delícias feitas por nossas mães, nossa avó.

Depois, já crescido, habituei-me com velha piada do mineiro que compra bondes. Eu compraria bondes; muitos! Em um país tropical, como o nosso, ter meios de transporte arejados seria sinal de inteligência. Evitaríamos todas as mazelas do ar condicionado, da lataria quente dos meios atuais. No final desta semana, em Santos, em frente ao hotel estava o bonde que me fez escrever esta história, lembrar o porquê de gostar tanto desse meio de transporte. Bonde me traz a Campinas dos meus avós, de toda a minha família, de reuniões de férias sempre alegres e cheias de brincadeiras.

Bendita internet. A rua, a esquina e o espaço onde estavam as linhas.
Bendita internet. A rua, a esquina e o espaço onde estavam as linhas.

Bendita internet. A casa ainda está lá. Vejo alterações, fico ressentido e não me permito divulgar imagem de uma casa que já não é mais nossa. Mas, o outro lado… Das linhas, raros sinais. Nem trem, nem bonde. Sem acenos, sem poesia.  Pelo menos há árvores e, me parece, pássaros, espaços para lazer. Todavia, eu adoraria ouvir aquele barulhinho do bonde, passando tranquilo, arejado, indo e vindo, incansável e, na minha lembrança, cheio de pessoas felizes.

Até mais.

E lá vamos nós! Arte na Comunidade 3

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Fases preliminares concluídas, nesta semana colocamos a “mão na massa” e o Projeto Arte Na Comunidade 3, deixa a categoria de projeto concretizando-se em realidade agradável. O primeiro Arte na Comunidade esteve nos estados do Pará e Maranhão. O segundo, em Minas Gerais. Agora estamos bem perto de casa, na Baixada Santista.

O Arte na Comunidade 3 estará em Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente. Aqui, volta e meia, escreverei sobre as andanças do projeto. E aqui (Clique para conhecer), no blog do projeto, todas as informações e o histórico, desde o primeiro.

Assim, fica o convite. Visite nosso novo blog, fique atento ao calendário de eventos e, se possível, compareça e participe das apresentações públicas do Arte na Comunidade 3.

Até mais!