1ª Viagem do Trem das Lives

Estamos nos preparativos finais dessa viagem, o que implica muita adrenalina, várias reuniões, incontáveis mensagens pelas vias possíveis. De há muito sei que uma travessia, em si, não se resume a trajeto, chegada, retorno. Preparar-se, e curtir todas as tarefas necessárias, é garantir maiores probabilidades de êxito. Sonhando muito, planejando o tempo todo, sem esquecer…

Embarque no Trem das Lives

Nesse domingo, às 18h, estreia Trem das Lives, bate-papos a respeito de literatura, artes e muito mais. No primeiro programa, o escritor Valdo Resende fala a respeito da sua carreira, do livro Uberaba 200 Anos – No Coração do Brasil, organizado por Marta Zednick de Casanova, e revela os lançamentos que está preparando. Para mediar…

“UBERABA 200 ANOS – No Coração do Brasil”

Já está disponível gratuitamente o e-book “UBERABA 200 ANOS – No Coração do Brasil”, organizado pela historiadora Marta Zednik de Casanova, publicado pela Superintendência do Arquivo de Uberaba Hildebrando de Araújo Pontes. Homenagem ao bicentenário da cidade, ocorrido em 02 de março passado, apresenta textos elaborados pela equipe de historiadores da instituição e por diferentes…

Vila dos Confins e Chapadão do Bugre para as novas gerações

É hoje, em Uberaba, Minas Gerais. O convite que recebi de João Eurípedes Sabino é também para todo o público: “O relançamento dos livros: “Vila dos Confins” e “Chapadão do Bugre” de Mário Palmério promete balançar as estruturas da terra de Major Eustáquio! 07/11-quinta-feira- 19:00h – no Centro Cultural Cecília Palmério- Av. Guilherme Ferreira,217-Uberaba/MG. Aberto…

A mulher que eu amo

Trabalhar nos idos de 1981 na Rua Abdo SChain, paralela à Rua 25 de Março, deu-me nova visão de São Paulo. Eu dividia atividades entre um grupo de teatro em Santo André, no ABC Paulista, e durante o dia era auxiliar de auditoria em uma companhia têxtil. Gostava das lojas de decoração infantil, com vitrines…

Poema

(Manhãs nubladas sob infinito céu azul. Irreversível, inesquecível. Entre cimento e asfalto, mantenho a poesia alheia nesse exercício para retornar). Oh! aquele menininho que dizia “Fessora, eu posso ir lá fora?” Mas apenas ficava um momento Bebendo o vento azul… Agora não preciso pedir licença a ninguém. Mesmo porque não existe paisagem lá fora: Somente…

Lusitânia no Bairro Latino

(Terra encantada… Sempre longe, nunca saí de lá. Agora,novamente, navego na poesia alheia nesse exercício para retornar). …Ó minha Terra encantada, cheia de sol, Ó campanário, ó Luas-cheias, Lavadeira que lavas o lençol, Ermidas, sinos das aldeias, Ó ceifeira que segas cantando, Ó moleiro das estradas, Carros de bois, chiando… Flores dos campos, beiços de…