O final de semana foi denso, cheio de emoções fortes para duas garotas de Uberaba. Thiessa Sickert, a Miss Minas Gerais representou dignamente as mineiras e as uberabenses, sendo finalista no concurso Miss Brasil. O primeiro lugar ficou com uma garota do Rio Grande do Sul, Gabriela Markus. O resultado, sabe-se bem, é subjetivo. As duas meninas são lindas.
Thiessa, menina bonita de Uberaba.
Thiessa Sickert tem a beleza morena das meninas de Uberaba. A garota diz que fará direito; quer ser delegada. Tem muito marmanjo que vai querer algemas de Thiessa que, se tiver vontade, poderá ter uma bela carreira como modelo; a menina tem 1,80 de altura. O concurso foi sábado, em Fortaleza e as candidatas prestaram homenagem a Hebe Camargo, que havia falecido pela manhã.
A tarde de domingo colocou outra Uberabense em destaque. Juliana Gomes arrebentou no programa The Voice, conseguindo a aprovação dos quatro juízes, Lulu Santos, Claudia Leitte, Daniel e Carlinhos Brown. A garota interpretou “Quando a chuva passar” (Ramon Cruz), sucesso na voz dede Ivete Sangalo e, sem temer comparações, emplacou uma interpretação que garantiu a aprovação geral.
Juliana Gomes canta no The Voice
A apresentação de Juliana Gomes pode ser vista aqui. Agora é ficar atento para as próximas fases, quando o voto do público vai determinar os resultados. Mais que a torcida pela talentosa conterrânea, vale a certeza de ver uma grande cantora despontando para o país. Tive a oportunidade de ver Juliana Gomes cantando, pela primeira vez, no casamento de minha sobrinha Alessandra. A menina é talentosa e tem um grande futuro.
Boa sorte para Juliana Gomes para Thiessa Sickert. Para informações sobre a carreira de Juliana e do andamento do concurso, é só seguir a página oficial da cantora neste link.
Hebe Camargo: Taubaté, 8/03/1929 – São Paulo, 29/12/2012
Em um mundo onde os mais velhos são depreciados, desprezados, Hebe Camargo foi a grande diferença. Sempre, em sala de aula, chamei a atenção para a capacidade extraordinária de sobrevivência profissional da “Estrela de São Paulo”. Centenas de rostinhos bonitos, jovens, ficam no limbo da história. Hebe Camargo brilhou entre os maiores nomes da nossa televisão.
Em um país onde muitos se submetem à poderosa Rede Globo, D. Hebe, inteligente como poucas, soube dizer não e manter-se íntegra, personalidade ímpar. Podemos listar nomes dos que foram transformados pelo padrão bobo de qualidade. Hebe nunca escondeu os motivos de não ir para a emissora carioca: – “Lá não me deixariam ser eu mesma!”. Sábia decisão.
Cantora de recursos notáveis, interpretação segura, Hebe notabilizou-se como apresentadora, aparentemente sendo ela mesma. Afirmo aparentemente porque tive a oportunidade de estar incontáveis vezes na platéia de seu programa. Lá, sentado em meio ao público fiel da apresentadora, percebi que Hebe Camargo era uma personagem que surgia no momento em que o diretor de tv dizia: “- Gravando!”. A mulher se transformava em estrela, sem perder um único aspecto do que ocorria ao redor (Já escrevi sobre o momento em que ela, após uma entrevista, localizou na platéia o engraçadinho que assoviara para um convidado do programa).
Durante os intervalos Hebe era Hebe, a mulher que comia salgados levados ao auditório pelos fãs; era uma menina insegura perguntando se o vestido lhe caíra bem; era a profissional discutindo quem devia convidar para o programa, sempre aberta e honesta: “- Esse dá para trazer, temos verba. “Fulano” não dá, está muito caro”. Esse e fulano eram os artistas da hora, e o público ficava feliz em decidir os rumos do programa junto a apresentadora.
Penso que a sobrevivência profissional de Hebe vai muito além do que, abstrata e genericamente, denominamos carisma. No meio enlouquecido do show business, onde máscaras e mentiras são comuns, Hebe era apenas uma mulher. Que ria de suas próprias falhas, que entregava-se ao que acreditava e falava asneiras, que anunciava necessidades e confessava seus afetos. Uma grande mulher!
A novela Avenida Brasil entra na reta final com a revelação do grande chifre que Carminha, a personagem interpretada por Adriana Esteves, impôs ao apalermado Tufão de Murilo Benício. Chifres dão audiência; muita audiência. Na minissérie Gabriela há galhos por todos os núcleos, mas nenhum se compara ao que Carminha impõe ao jogador de futebol: dentro da casa do fulano, com o marido da cunhada e trazendo para o seio familiar os dois filhos do “outro”.
Não faz tanto tempo que D. Hillary Clinton entrou para a história como a traída da Casa Branca. Deu a volta por cima e tornou-se Secretária de Estado dos EUA. O nhém-nhém-nhém do presidente americano com a estagiária ficou no tempo e D. Hillary segue, impávida, fazendo novas histórias em cargo que lhe confere lugar de destaque entre as mulheres do planeta.
Dalva de Oliveira e Adriana Esteves.
Adriana Esteves, na pele da “traíra” do momento, vem de um histórico recente, também na telinha, que merece lembrança. Ao viver Dalva de Oliveira, a atriz global fez um belo aprendizado de chifres. A cantora Dalva foi traída e traiu Herivelto Martins. Este foi um grande trabalho de Adriana e, penso, melhor para a atriz enquanto possibilidade de crescimento profissional.
Interpretar Dalva de Oliveira deu a Adriana Esteves a possibilidade de elaborar uma personagem com bases históricas. Quem assistiu a minissérie viu Adriana cantar os grandes sucessos de Dalva de Oliveira. Sem ser cantora, o trabalho da atriz foi primoroso porque além dos aspectos humanos da turbulenta vida de Dalva, soube ser estrela e reviveu com competência a aura de uma mulher especial.
Villa Lobos considerava Dalva de Oliveira a maior cantora do Brasil. Herivelto Martins traiu publicamente a cantora, criando um pano de fundo verídico para as interpretações arrebatadas de Dalva que cantou dramas desesperados.
A minha dor é enorme
Mas eu sei que não dorme
Quem vela por nós.
Há um Deus, sim
Há um Deus!
E este Deus lá do céu
Há de ouvir minha voz
Se eles estão me traindo…
(Há um Deus – Lupicínio Rodrigues)
DALVA DE OLIVEIRA, para usar uma expressão da época, pouca usada ultimamente, era a fossa em pessoa. Sem receio de expor paixões, DALVA cantava a própria vida. Escorada em grandes composições, imprimia verdade às mesmas. Adriana Esteves “se jogou” nos dramas, nas canções, em toda a vida da cantora, com uma rara capacidade de entrega. E fez o Brasil lembrar o quanto Dalva foi bonita; tão bonita quanto é Adriana Esteves. A minissérie lembrou os barracos entre a cantora e o compositor que, em nada, perdem para as desavenças da família do jogador Tufão.
Estamos vendo o ápice da carreira de uma atriz que começou menina, na já distante Top Model. O sistema televisivo brasileiro impõe ao público atores jovens, sem experiência e formação adequadas. Beleza, charme, graciosidade e muita simpatia levaram Adriana Esteves ao estrelato. Há por aí registros de críticas severas ao trabalho da atriz. Ela continuou fazendo drama, humor, mocinhas, personagens históricas para chegar, em Avenida Brasil, na primeira grande vilã de sua carreira.
Carminha e as velhas artimanhas femininas sobre bobos e trouxas.
Vilãs de novela das nove são do porte de Fernanda Montenegro (Chica Newman e Bia Falcão), Beatriz Segall (Odete Roitman), Glória Pires (Maria de Fátima) e Renata Sorrah (Nazaré Tedesco), só para lembrar algumas “feras”. Adriana Esteves entra para esse time em uma das novelas mais comentadas dos últimos tempos. Quando Avenida Brasil sair do ar levará consigo a mocinha vingativa e o chifrudo tonto, que serão colocados no limbo para serem lembrados em função de terem sido escada para um grande trabalho de Adriana Esteves, a Carminha.
Levando chifres em Dalva, colocando chifres em Avenida Brasil. Dois momentos intensos do trabalho de uma atriz que atingiu notável domínio de seu ofício. Palmas para a mulher Adriana Esteves e muitos bofetões para Carminha que agora, na fase final, apanhará bastante, na velha e boa catarse, lavando a alma do público noveleiro da Brasil.
Um pedido de suspensão do filme “TED” e uma nova investida contra a obra de Monteiro Lobato são situações que me ocupam neste momento.
Um deputado encontrou um meio de projeção fora do horário eleitoral ganhando o noticiário ao pedir a proibição do filme “TED”, de Seth MacFarlane, estrelado por Mark Wahlberg que interpreta um jovem que tem amizade com um urso de pelúcia da infância à idade adulta.
Mark Wahlberg é o astro de TED.
Segundo o deputado, que foi ao cinema junto com o filho, um garoto com 11 anos, o tal filme passa “a mensagem de que quem consome drogas, não trabalha e não estuda é feliz”… Um pai zeloso. Interessante é o deputado preocupar-se com a “mensagem”, o que em si já dá uma ótima discussão sobre as funções desse tipo de produto – ou o deputado desconhece que o objetivo da indústria cinematográfica é arrecadar grana?
O cinema de consumo não é propriamente indicado para educar os filhos. No máximo serve para que pais discutam com as crianças questões tais como as apresentadas em “TED”. É simples assim: ao invés de proibir, discutir com o filho a validade da situação. Ou será que o deputado não consegue encontrar argumentos para convencer o filho da impropriedade das situações apresentadas no filme?
Evitar o cinema e ir para uma biblioteca poderia ser um ótimo conselho ao pai deputado (ou seria deputado pai?). Todavia lá, já sabemos, ele encontrará Monteiro Lobato. E conforme alguns cidadãos, mestres em educação, o célebre escritor é um perigo para a sociedade, com obras “racistas” e “sexistas”.
O “perigoso” Monteiro Lobato.
Os autores da denúncia contra “Negrinha” estão preocupados com a legalização da aquisição da obra pelo MEC – Ministério da Cultura, e com o texto de apresentação da obra. Este seria “ruim e demonstra a falta de cuidado que o MEC está tendo com o assunto.” Um extenso documento discute e aponta as razões dos autores que analisam e interpretam a obra de Lobato buscando confirmar as hipóteses que justificariam as denúncias.
Mais uma vez devo repetir o argumento: discutir a obra é melhor que proibi-la. Resta saber se os professores brasileiros têm condições de discutir a obra de Lobato, ou de qualquer outro escritor para, assim nortear as reflexões de seus alunos. A atitude dos tais mestres em educação é paternalista, pois pretendem entregar a “receita” pronta, quando o problema começa atrás, nas escolas que não preparam professores com competência para discutir literatura com a profundidade necessária.
Bom saber que há pais preocupados com a qualidade dos filmes, assim como há “mestres” preocupados com o conteúdo literário disponibilizado para as escolas pelo MEC. Também é bom lembrar que ninguém deu procuração para esses vigilantes da moral, bons costumes e do politicamente correto. Não vejo diferenças entre esses sujeitos e a horrenda personagem magnificamente interpretada por Laura Cardoso em Gabriela. Tenho a impressão que os vigilantes da vida real têm motivos sórdidos, como a megera criada por Jorge Amado e, como ela, também têm algo a esconder: no caso dos vigilantes da vida real, os verdadeiros motivos dessas ações.
Quero ver tudo. Quero ler tudo. É a melhor forma de desenvolver o discernimento necessário para optar e escolher meu próprio caminho. Incluo entre o tudo que quero ver e ler as tentativas dessas pessoas autoritárias, querendo que o mundo dance no ritmo delas. É assim que seguiremos, discutindo, debatendo, mantendo esse delicioso hábito democrático: o da manifestação e discussão de idéias. Será que esses indivíduos, pretendendo proibições, não concebem a idéia de que discutir um tema gera crescimento?
Grandes acontecimentos, intensas emoções. A necessidade de deixar calar, guardar tudo no mais profundo do ser exige uma atitude simples: toca a voltar para casa…
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Retomando o caminho e percorrendo o aparente vazio. Digerindo as lembranças recentes, avaliando… A imensidão vale sempre para lembrar o real tamanho de cada coisa, cada acontecimento, todos os indíviduos. Somos pequenos seres, daqueles sonham com vida melhor, com céu e eternidade. Somos apenas humanos.
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Sair para retomar. Distanciar para ver melhor. Todo e qualquer acontecimento é apenas uma travessia de uma situação para outra, de um estado para outro. Simples como sobrevoar o Rio Grande para deixar o Estado de São Paulo e entrar em Minas Gerais.
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Voltar para casa, para a própria existência e olhar para dentro de si. Colocar as lembranças no escaninho que há no coração e, voltando para a realidade do dia comum, da tarefa diária sem graça e com pouco charme, ter a certeza de que foi dado um passo, mais um passo naquilo que pensamos e sonhamos viver. Apenas um passo, porque o caminho é longo e há muitos outros passos necessários para completar a caminhada que, por aqui, um dia, será interrompida.
É muito bom estar no local de onde saí. Sobrevoar carinhosamente o Triangulo Mineiro até aterrisar em minha terra natal. Vou ficar um pouquinho por aqui; vou descansar 0utro tanto. Sobretudo retomo a origem e, partindo dessa, lembrar o que falta daquilo que sonhei viver.
Foi nessas terras de Minas que aprendi a sonhar. Aprendi a viver. Voltar neste momento é, em essência, deitar um pouquinho no colo de minha mãe, rever acontecimentos passados, os mais distantes e imediatos para, energia refeita, voltar ao cotidiano, para a labuta diária.
Em um primeiro momento pensei em fotografar minha mãe enquanto ela, silenciosa, criteriosa e muito atenta, folheava página por página do nosso livro, “Um profissional para 2020”. Mas essa visão, perdoem-me, é só minha. Fui, durante todo o tempo em que ela observava o livro, a criança que volta para casa em busca da aprovação familiar. De repente ela fechou o livro, olhou-me com olhar terno, orgulhoso e fez um elogio carinhoso. Informou que começou lendo o texto de apresentação de todos os autores, meus companheiros, depois leria o resto. Tive a sensação de etapa concluida, de terminada uma parte fundamental da travessia. Só aí pude ir dormir, tranquilo e feliz.
Primeiros registros de uma noite que não esquecerei. O lançamento de Um Profissional para 2020!
Tive a oportunidade de lançar meu primeiro livro neste mesmo lugar. Nesta mesma mesa.
Meu especial carinho para meus colegas autores, os presentes e aqueles que, infelizmente, não puderam comparecer.
Fernando Brengel, Victor Olszenski, Claudia Regina Bouman Olszenski, Vania Maria Lourenço Sanches, “Eulindo Amarelinho”, Vania de Toledo Piza
Foi muito bom receber amigos de longe (do Pará, do Rio Grande do Sul), de perto e de todos os tempos de nossas vidas.
Uma geral, na Livraria Martins Fontes.
Gente que nos deu muito carinho, atenção e afetuosos abraços.
Através desta imagem, agradecemos TODOS OS ABRAÇOS recebidos. Obrigado.
Acredito que cada um contará sua história, de um jeito muito próprio. O dia foi cheio, com muitas alegrias e o clima ainda é de festa, de relações amistosas.
Muito bom poder agradecer, registrar por escrito nossa gratidão.
Eu espero estar legal em 2020 e ainda participar da vida de todos que nos honraram nesta noite, 19 de setembro de 2012, principalmente daqueles que estarão entrando no mercado profissional. É lá que teremos certeza das falhas e acertos de tudo o que apresentamos neste livro.
Meu sobrinho João Luiz e meu afilhado, Antônio Gabriel. Certamente profissionais em 2020.
Assim registro minhas primeiras lembranças. Outras virão. Meu profundo agradecimento aos meus colegas autores, aos profissionais da B4 Editores, aos colaboradores neste trabalho e aos amigos e conhecidos que estiveram presentes ou enviaram mensagens, telefonemas, e-mails… Muito obrigado a todos!
Muitos trabalhos são marcados por etapas muito distintas e, provavelmente, a melhor é aquela em que colhemos um primeiro fruto do esforço realizado. Hoje, por exemplo, minha casa está limpinha e sou profundamente grato a profissional que realizou essa tarefa. A maioria das pessoas é beneficiada por profissionais assim, que colhem imediatamente o resultado do trabalho: o pão matinal que nos alimenta; a condução que nos leva ao trabalho; o orador que nos orienta durante o culto religioso; e há, nesse aspecto, outros incontáveis serviços e ações.
Alguns acontecimentos levam mais tempo entre a preparação e realização: a festa de casamento, a conclusão de um curso, a estréia de uma peça de teatro ou de um filme… Um livro! Envolvendo diferentes pessoas na tarefa, acontecimentos assim têm caráter público tornando-se, por isso mesmo, motivos de festa. É essa a nossa festa! É hoje o dia!
Chegado o momento, os versos do grande samba de Almir da Ilha (É Hoje!) não saem da minha cabeça!
…É hoje o dia
Da alegria
E a tristeza não pode pensar em chegar!
Diga espelho meu!
Diga espelho meu se há na avenida alguém mais feliz que eu…
Mais feliz que eu, não sei. Tanto quanto é bem provável. Para um grupo de companheiros de jornada, essa data entra para a história. Nosso livro está pronto e estamos felizes. Temos vivido intensamente para ver esse objeto; logo mais estaremos dividindo nossa alegria com todos aqueles que têm acompanhado essa tarefa, alguns sendo parte essencial do projeto.
A B4 Editores nos acolheu e viabilizou nosso livro. Hoje, mais tarde, a Livraria Martins Fontes abrigará nosso lançamento. Milhares de pessoas estão sabendo desse lançamento graças ao trabalho da Presença Propaganda; e nossos vídeos foram realizados pela equipe da Fractals Produções na Livraria HQ MIX. Muita gente comemorando. E há nossos familiares, colaboradores, amigos, centenas de conhecidos, alunos que através das redes sociais multiplicaram esse acontecimento. Muita gente! Tanta, que daria para brincar e sambar na Avenida Paulista.
…É hoje o dia
Da alegria
E a tristeza não pode pensar em chegar!
Diga espelho meu!
Diga espelho meu se há na avenida alguém mais feliz que eu…
Desde já, um super OBRIGADO para todos, incluindo nesses aqueles que, de longe, não estarão fisicamente, mas estão torcendo pelo êxito da empreitada. Se alguém está indeciso, se alguém ainda não sabia, vale lembrar o puxador de samba e conclamar todos para a grande festa:
– Atenção comunidade! A hora é esta…
O local é a Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista, 509, a partir das 18h30.