Quem me quer sem memória

(A força de um poema de Lêdo Ido: arma nesses tempos de luta pela educação.) Quem tapa minha boca Não perde por esperar: o silêncio de agora amanhã é voz rouca de tanto gritar. Quem tapa meus olhos nada esconde de mim. Sei seu nome e seu rosto, o lugar em que estou, sua noite…

No meio da rua

Exilado na multidão sou silêncio e segredo, e venho quando os outros vão. (Lêdo Ivo) .-.-.-.-.-.-.-.-.-.-. Um haicai quando na rua de ferro da Água Branca. Até mais!