Vasto mundo, aqui mesmo!

Há uma pequena lista que, até aqui, só eu conhecia. É uma modesta relação das visualizações deste blog mundo afora(Vejam o quadro). Sim, há um monte de pessoas por este “mundo, vasto mundo” que vez em quando entram nesse pequeno espaço e tomam conhecimento do que escrevo. É coisa tipo “Europa, França e Bahia” (reverenciando Mário de Andrade e seu Macunaíma); gente de terras que nunca vi, donos de idiomas que não falo, que aparecem não sei exatamente de onde, e nem sei como aqui chegaram.

 

Para ser bem honesto, primeiramente me envaideço. Tudo bem que uns tenham entrado por engano, via “tags” abrangentes (Uma chance de ganhar um amigo!). Pode ser que outros venham por saudade do Brasil. Há também os amigos (Muitos, graças aos céus!), e os ex-alunos.  Sei de alguns, explorando o planeta: na Espanha, na Dinamarca, Inglaterra, Austrália, Estados Unidos… E de amigos, que estão em Portugal, França, Japão… Não sei quantos e quais estão por aí, nesses outros países. De alguns, poucos, há comentários e mensagens, via Facebook, que permitem identificação precisa.

Segundamente (reverenciando Dias Gomes e seu Odorico Paraguaçu) tenho urticária de tanta curiosidade. Quem são essas pessoas? Tailândia, Indonésia, Lituânia? São várias centenas e não creio ter tantos alunos, nem tantos amigos assim. Há alguém nesse “mundo, vasto mundo” que me honra com sua visita e que tenho muita vontade de saber quem é. Pode ter vindo atrás de algum artista, uma música, uma peça de teatro; chegou até aqui para saber de Uberaba, de Minas Gerais, da Bahia de Jorge Amado, de Belém do meu Pará. Quem serão essas pessoas?

Vasto mundo, aqui mesmo!

Sou de uma geração que esperava dois, três, dez dias por uma carta; há muitos, como eu, que recordam a dependência da telefonista para telefonemas interurbanos, para ligações internacionais. Meu querido Carlos Drummond de Andrade, lembrando-me que “se eu me chamasse Raimundo, seria uma rima, não seria uma solução”, demorava um pouco mais para atingir esse “vasto mundo” que, na era da Internet, favorece-me  com a rapidez e a instantaneidade da comunicação virtual, fazendo que esse “vasto mundo” seja aqui mesmo. Por isso fico encantado e, insisto, curioso. Quem é que me honra com sua visita por esse Brasil e por todo esse mundão de Deus?

Peço perdão aos que estão sempre por aqui; aqueles que já me conhecem, um pouquinho que seja, compreenderão essa curiosidade, esse estranho prazer que é ser lido em Luxemburgo e também em algum recanto da imensa Rússia. Cá, entre todos nós, sinto-me pertinho de Minas Gerais, Tocantins, Piauí, Rio de Janeiro, Pará, Paraná, Bahia. Sinto-me extensão de São Paulo, um pequeno braço de Uberaba. Mas tenho vontade de ir além, criar outros laços, já que não  há limites pra conhecer gente e fazer amizades. Daí escrever este post, aos mais distantes, aos saudosos do Brasil, àqueles que buscam um pouco daquilo que escrevo. Por isso, peço: por favor, quando possível, matem essa curiosidade. Digam nem que seja apenas o nome e o lugar de onde estão vendo/lendo este blog. Desde já, meu muitíssimo obrigado. E aos que estão sempre por aqui, um carinho especial.

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Boa semana para todos!

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Nota:

O trecho citado de Carlos Drummond de Andrade é do “Poema de sete faces”.

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A próxima atração

Depois das fotos de uma pobre mãe nua e das violações sofridas por uma rainha, o que é que vem por aí? O que poderá prender a atenção do público e fazer uma emissora de tv bater recordes de audiência? Fico pensando na moça que raspou o cabelo, nas meninas russas que se afirmam como encarnações da boneca Barbie e continuo sem a menor idéia de onde isso irá parar. Será que o silêncio do político perante a CPI vai causar o mesmo alvoroço que todas essas loiras? Não. Essa certeza é péssima.

Assim como o silencio do político mexe pouco com a audiência, a greve é outra atração indigesta. Greve, idéia geral, é um imenso incômodo. Bom, é preciso lembrar que a idéia é essa mesma: incomodar! Para sensibilizar. Para atrapalhar o comércio, a indústria; aí, os chefões chiam porque carecem do trabalhador para tocar seus negócios e é assim, só assim, que o político toma uma atitude. As reais razões de uma greve dão audiência? Sei não…

Entre as próximas atrações, tem cadeira cativa a demora na construção dos estádios para a Copa do Mundo. Um problemão nesse Brasil tão bem resolvido. Temos ótimas escolas, uma segurança pública impecável, uma imensa rede de hospitais… Esse Brasil a gente tem certeza que não existe, mas parece que a idéia é fazer de conta perante os futuros visitantes.

Já que Copa do Mundo é outra coisa, entre as próximas atrações, o futebol,… E, lamento, nessa área não consigo pensar em algo novo que possa acontecer, entre uma briga de torcidas, um roubo de juiz,  uma vitória, um empate ou, o que é repetido com frequência,  um jogo de “vida ou morte”.

A próxima atração é um caso sério. Há sempre um jogo enorme entre o que interessa para diferentes lados (o da emissora, o do anunciante, o do público), entre o que é necessário e entre o que prende a atenção. Os processos de apreensão de mensagem são variados, mas é fato que algumas palavras são tão fortes que colocam todas as outras em planos secundários. Um exemplo?  No último domingo, pesou tanto a exploração sexual sofrida pela rainha dos baixinhos que, penso eu, pouquíssimos notaram que ela não citou o pai da criança – a dela, a Sacha – nem que a moça deixou de recordar a parceria com Marlene Matos, profissional fundamental na carreira da apresentadora. E assim, porque exploração sexual é um negócio forte, nem nos tocamos que em uma entrevista com o mote “O Que Eu Vi da Vida”, a figura em destaque “não viu” o pai da própria filha…

E vamos seguindo a vida, bombardeados por novas atrações. Uma fatalidade: antes de refletir, ponderar, buscar respostas, indagações, discutir os fatos, outras atrações virão. E fico pensando na vida dura do produtor de tv, naquele responsável pela próxima atração; o que poderá nos sensibilizar? O que nos prenderá a atenção? O que levantará a audiência? Tai um trabalho dificílimo.

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Até mais!

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Gabriela, beleza da terra

Juliana Paes, incendiando o sertão.

As chamadas para “Gabriela”, novo seriado da Rede Globo baseada em “Gabriela, Cravo e Canela”, de Jorge Amado, evidenciam desde as primeiras imagens a força da beleza da terra. Gisele Bündchen que me perdoe, mas é impossível pensar em pele branquinha com gosto de mato. Há outros bons cheiros para as loiras do sul, muito bons mesmo. Mas, se a pele é morena… Juliana Paes vem chegando com gosto de terra, de barro; nas sutilezas, nos entremeios da paixão, a atriz reacende o mito da mulher espetacular cujo cheiro acende paixões incontroláveis; irresistível tempero de cravo e canela.

Quem teve o privilégio de viajar pelo sertão, pelo calor da caatinga, já viu morenas Gabrielas, com seus vestidos leves torneando o corpo. São voluptuosas de nascença e despertam desejos profundos enquanto caminham com suas cestas, trouxas de roupa ou, melhor vestidinhas se operárias do comércio. Uma chuva na caatinga é sempre uma festa, uma convidada muito bem-vinda. As gentes do sul buscam refúgio; o povo de lá arrasta as cadeiras para o quintal, sentam-se para sentir a água caindo, alimentando primeiro o corpo, depois a terra. Só sendo muito insensível para não invejar a água da chuva invadindo o corpo das Gabrielas sertanejas; gotas que acariciam o corpo, revelam detalhes das formas já desenhadas e provocam imensa excitação.

Sonia Braga, Gabriela para sempre

Imagino uma Gabriela chegando a Ilhéus. Não é Juliana Paes, nem Sonia Braga. A beleza, todavia, é feita da mesma morenice, brejeira, encantadoramente gostosa. Para Jorge Amado ela tem a cor da canela, o cheiro do cravo. Para todos os homens cor e cheiro se misturam, são picantes, sempre exigindo que bocas sequiosas peçam um pouco mais, que dedos busquem carinhos para além do que o pudor permite mostrar; e como essas Gabrielas mostram…

A cozinheira do bar Vesúvio está na mente de todos nós. Sei de muita gente que, passando pelas estradas de Itabuna, rumando para Ilhéus, sonha com uma retirante pés descalços, trouxinha de roupa na cabeça, com sorriso largo e espírito livre, pronta para brincar. Com sorriso largo, olhos profundos… Quem sabe, um dia, não aparece uma carona assim, com morenice de cravo e canela? Uma morena assim Juliana, Sonia, Gabriela.

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Boa semana!

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Emicida agradece?

Manter-se na mídia não é fácil. O sujeito tem que fazer das tripas coração para conseguir espaço, tempo de exposição. É caro; muito caro. Exceto quando a polícia ajuda; no caso, a polícia mineira, dando um “up” na carreira do rapper Emicida, prendendo o moço por um “disse que disse”.

Poderiam ter indiciado o rapaz, chamado para esclarecimentos, essas coisas da justiça; mas, olha só que chance, prender um artista! E assim contribuíram para que o país todo soubesse que o moço esteve em Belo Horizonte;  colocaram o rapaz no topo dos comentários de redes sociais, contribuíram para a divulgação da música “Dedo na ferida”. Bom trabalho, senhores!

Volta e meia fala-se em “serviço de inteligência”; expressão que indica a ação de profissionais específicos agindo com bases científicas para solucionar questões difíceis. Provavelmente são dessa estirpe os que estão no caso da atriz nua na internet. Essa gente inteligente encontrou pobres diabos vivendo em quartos também pobres; supostamente entre esses os autores do crime. Outros calcularam que as fotos de Carolina Dieckmann tiveram oito milhões de acessos entre os dias 4 e 8 passados, e continuam por aí, como foi constatado por quem, hoje, entrou no site da Cetesb-SP (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental).

Nosso país é incrível. Um rapper é preso por suposto desacato e as fotos íntimas – agora públicas – de uma mãe de família são rastreadas até aos prováveis divulgadores (esses sim, com a absoluta intenção de socializar informações!). Tudo muito rápido; no entanto, há uma investigação em andamento de um servidor paulistano que adquiriu 106 imóveis por “suspeita de incompatibilidade em relação ao seu patrimônio”. Olha que chic! Propriedades incompatíveis com salário. Só falta o cara dizer que ganhou na loteria. Como isso envolve muita grana e gente poderosa, vai demorar muito para encontrar solução. Muito mesmo! Até minimizar a opinião pública.

A mesma demora em punição deverá ocorrer para o pessoal do Rio Grande do Norte. O escândalo tornou-se nacionalmente conhecido e comentado após reportagem no Fantástico, o programa dominical da Rede Globo. Uma mulher envolvida, com um descaramento impar, disse que foram retirados dos cofres públicos quase R$ 20 milhões. O mais irônico dessa notícia é ela cumpre prisão domiciliar! Ela e o marido, também envolvido no desvio de dinheiro.

Poderosos afanam dinheiro público e continuam na maior mordomia em prisão domiciliar, servidos por motoristas particulares, camareiras, cozinheiros, mordomos… O Emicida foi preso rapidinho e só livrou uma diária; ou será que o hotel cobrou a diária do rapaz que passou a noite no xilindró? Já os pequenos tarados por Carolina Dieckmann que vivem em locais bem pobrezinhos, cujo destaque no cenário moral e material fica por conta do domínio sobre o computador, logo estarão nas celas superlotadas de nossos presídios.

O pior dessas questões é sobrar a sensação de “pizza” ou de que polícia só existe para operações contra ou a favor de artistas. Para criminosos do setor público não há polícia, há justiça. A tal que é cega e – em nosso país – mais lenta que lesma paralítica. Para os artistas, porém, resta a fama. Carolina é mais comentada que as mocinhas das novelas de todos os horários; Emicida, penso eu, agradece toda essa “mídia espontânea” que será revertida em shows, venda de CDs e similares… E assim vamos vivendo, esperando justiça.

Até mais!

Laura

Dois poemas para minha mãe; para todas as mães.

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Laura n° 2 (poemeto ilustrado)

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as mulheres todas, minha mãe

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namorada, estrela de cinema, mãe, avó…

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irmã, jovem, amiga, mulher…

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sobretudo mãe, nossa mãe!

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Feliz dia das mães!

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Shakespeare para levar no bolso

Shakespeare no original. 15 livros em inglês para download

“Mais de 500 livros disponíveis para download gratuito”. Ou seja, só é “excluído literário” quem quer. O portal Universia Brasil mantém 521 arquivos para download, em formato PDF. Para aqueles que carregam “tablets” e “e-readers”, a biblioteca é mais que ambulante, é de bolso. Quem tem seu computador em casa é só abrir, colocar um chá ou um cafezinho ao lado da máquina e curtir alguns dos maiores textos da humanidade.

Há Shakespeare no original. 15 livros em inglês, para ler o bardo sem interferências de tradutores bem intencionados, além de ser um excelente exercício para conhecimento da língua britânica. Há comédias e tragédias: “Hamlet, Prince of Denmark”, “A Midsummer Night’s Dream” e “Macbeth” estão entre as obras disponíveis.

13 livros de Fernando Pessoa estão disponíveis.

Além de obras exigidas para os vestibulares da Fuvest e Unicamp, para jovens que lerão com a torturante pressão em ter que memorizar dados para os exames, há outras, para puro deleite de todo e qualquer cidadão.

Meu aluno Reginaldo Tenório poderá se deliciar com 20 livros sobre o cinema nacional. Há temas atuais, como “A Hora do Cinema Digital”, de Luiz Gonzaga Assis de Luca, e obras abrangentes como “Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro”, de Antonio Leão da Silva Neto.

Em português, “A Divina Comédia” é um clássico da literatura italiana e medieval. Um poema de Dante Alighieri, dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. O livro é uma história narrada em versos, divididos em 100 capítulos ou cantos. Há o maior poeta da língua portuguesa, Fernando Pessoa, com 13 livros. Entre as obras do mestre português, há “O Guardador de Rebanhos” (Alberto Caeiro) e “Do Livro do Desassossego” (Bernardo Soares).

O grande poema de Dante está em Português

Como nem só de clássicos vive a humanidade, o portal publicou 40 livros de literatura de cordel. Diversão garantida com a expressão poética popular.  Há títulos que, por si, já são hilários, como “A terrível história da Perna Cabeluda”, de Guaipuan Vieira, e outros que lembram acontecimentos históricos recentes como  “A triste partida do Rei do Baião”, sobre o grande Luiz Gonzaga, também este de Guaipuan Vieira.

É isso aí. É só entrar no portal e fazer o download. É de graça! Clique aqui e conheça as obras disponíveis pelo portal que fez a gentileza de agregar os títulos publicados na internet em um único endereço.

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Boa Leitura

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Novas oportunidades para bons projetos

Silvana Santos foi minha aluna e hoje é uma empreendedora que, em Campinas, no interior de São Paulo, desenvolve novo trabalho. Fico feliz em poder divulgar o empreendimento; para que conheçam e para que possam analisar possibilidades de trabalho com a nova empresa.

Desejando boa sorte para todos os envolvidos, optei por transcrever o material enviado pelos jovens empresários. Certamente, falam com maior propriedade sobre as possibilidades de obtenção de investimentos para bons projetos; leiam e, quem sabe, não esteja aí uma grande oportunidade!

Campinas ganha seu primeiro site de financiamento coletivo

Sucesso nos Estados Unidos em e alguns países da Europa, os sites de financiamento coletivo – ou colaborativo –, conhecidos como “crowdfunding”, já possuem suas versões brasileiras. E, em maio. Campinas ganhará seu primeiro site com o lançamento da “Soul Social”, que já nasce com vários projetos importantes em seu portfólio de negócios.

O crowdfunding tem por objetivo financiar projetos que precisam de verba para que possam ser realizados. Sejam eles de cunho cultural, social, esportivo, ambiental, esses projetos ganham uma chance real de saírem do papel para efetivamente serem executados através do financiamento coletivo. A Soul Social pretende oferecer todo o Know-how para dar apoio técnico às pessoas físicas e organizações que queiram levar adiante seus projetos.

Utilizando o bom exemplo de outras plataformas e aperfeiçoando as ferramentas para as necessidades de sustentabilidade das organizações, a Soul Social busca inovar na utilização do poder do coletivo, trabalhando para estabelecer parcerias duradouras com as pessoas e com as organizações para assim se tornar uma referência, uma ponte, um caminho conhecido entre os projetos e seus financiadores.

A ferramenta básica para que os projetos consigam arrecadar o dinheiro necessário é a capacidade das pessoas de se conectarem e se comunicarem através das novas tecnologias. É por isso que os sites de financiamento coletivo só se tornaram possíveis agora, quando o fenômeno das redes sociais cresce de forma vertiginosa, chegando a todos os níveis sociais, criando uma força viral de propagação das informações.

São os contatos da rede social do idealizador do projeto que fomentam a força da colaboração e garantem a viabilização da ideia. Divulgado nas redes sociais, o projeto busca o apoio das pessoas, que escolhem o valor da contribuição dentro de uma escala pré-estipulada pelo idealizador do projeto.

As contribuições são feitas através de meios de pagamento virtuais em ambientes seguros, por cartão ou boleto, sendo que as operações por cartão são, em geral, as mais comuns. Contudo, o valor aportado só vai para a conta do projeto quando o mínimo previsto é efetivamente arrecadado, garantindo a execução do projeto. Caso contrário, são estornados ao colaborador. Na maioria das vezes, os colaboradores recebem contrapartidas do projeto, dependendo do valor por ele despendido.

A ferramenta de arrecadação fica por conta do site, que, para tanto, soma ao valor total do projeto uma pequena porcentagem por essa facilitação. Dezenas de projetos já foram  viabilizados dessa maneira em outras plataformas existentes, como, por exemplo, o projeto para rodar o documentário sobre Belo Monte, dando provas de que o sistema é confiável e veio para ficar.

Para o mês de lançamento estão em construção projetos de cunho social, esportivo e cultural, a maioria deles com foco na cidade de Campinas.

Há negociações em andamento com o Instituto Meta Social, de Campinas, que luta pela inclusão social do deficiente, em especial à pessoa com Síndrome de Down e cunhou o lema “Ser Diferente é Normal”, para o financiamento de uma série de programas de televisão chamado “Ser Diferente”.

Ainda, um projeto para o financiamento da produção do CD Nove Luas do jornalista, poeta, músico e compositor campineiro Nilson Ribeiro. Uma discussão com as ONGs ADUS – Instituto de Reintegração do Refugiado de São Paulo, com o COMEC – Centro de Orientação ao Adolescente de Campinas, com o Instituto Ide e Ensinai de Vitória da Conquista e com os Expedicionários da Saúde de Campinas, que se interessaram pelo uso da plataforma.

Além desses projetos, está em andamento uma parceria com a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários – UNISOL Brasil, entidade nacional, presente em 23 estados, que representa mais de 700 empreendimentos econômicos solidários e está sediada em São Bernardo do Campo. Trata-se de um projeto de co-financiamento de projetos de empreendimentos inscritos no Programa de Investimento Solidário que receberão apoio financeiro parcial da instituição e farão a captação do restante por meio da Soul Social.

A plataforma será lançada no dia 07/05 e novos projetos deverão ser inscritos através do site.

www.soulsocial.com.br