Império e Mangueira, as campeãs

Participar do carnaval de São Paulo é uma honra. Escolher, dentre as grandes escolas, a vencedora de uma categoria (Alegoria!) é uma responsabilidade imensa. Neste ano o Troféu Nota 10, do Diário de São Paulo, antecipou a grande campeã paulista. Sintonia entre os jurados do jornal e do juri da Liga das Escolas de Samba….

Passeios e livros… de quem?

Domingo passado fui, pela primeira vez, caminhar na Avenida Paulista. Estava cheio de gente, contrariando o político que fotografou o local em dia de chuva. Um passeio simples, barato e que humaniza a região. Para quem não é de São Paulo: a prefeitura municipal, após criar espaços específicos para ciclistas na Avenida Paulista, resolveu suspender…

Duas canções para Laura

Há canções que me levam para a infância; uma delas é “colcha de retalhos”; minha mãe enfrentando bravamente a dureza do dia a dia com música nos lábios. A voz de minha mãe é de soprano, bem suave e doce. Como a voz de Inhana que casa tão bem com os graves de Cascatinha. Sussuarana…

Sabiá, um Sonho Impossível

Duas canções, um nome: Chico Buarque. Desde quando conheci “A Banda” que Chico passou a ser minha referência de letrista na música brasileira. Essas duas canções, Sabiá e Sonho Impossível, estão comigo dualisticamente. Tentarei voltar… nunca deixarei de sonhar.  Talvez eu volte, pode não ser um sonho impossível. Melhor que falar, ouvir. Sabiá, na voz inesquecível…

Elis Regina em 1965

Tornar-se cantora e ficar entre as melhores do Brasil foi tarefa gigantesca até para Elis Regina. É possível constatar a grandiosidade enfrentada pela cantora, por exemplo, traçando um painel do ano de 1965. Neste ano Elis projetou-se nacionalmente ao vencer o I Festival Nacional de Música Popular Brasileira (TV Excelsior) com “Arrastão” (Edu Lobo e…

Viramundo

Viramundo virado! Nada mais, nada menos.  E se não encontro como dizer, como quero dizer, então o melhor é contar com a música,  poesia em forma de canção. É isso. De quebra, uma Maria Bethânia completamente entregue ao ato de cantar. Quem sabe, algum dia, eu consiga transformar esse mundo em “festa, trabalho e pão”……

Sem celular ou os cacarecos da modernidade

Meu celular, acompanhando as tendências atuais, resolveu esquentar de tal forma que me provocou o receio de um acidente desagradável; já li que baterias explodem e o melhor é não arriscar. Antes que eu tomasse a decisão de desligar o aparelho ele… “morreu”.  Tive alguns minutos de pânico, algumas horas de incômodo e já estou…