Pequenas e necessárias mudanças

Mudanças incomodam, tiram-nos da comodidade cotidiana; todavia, são necessárias. Bem, muitos sabem e tem gente que não sabe. Tive um blog no Papolog.com, iniciado em 2008, indo até agosto deste 2011. Lá escrevi sobre música ou tendo a música como elemento norteador de temas diversos. Tudo tem seu tempo e o meu, com o Papolog, já foi. Guardo boas recordações e tenho, no coração, grandes e queridos amigos desse período, gente que conheci na e através da empresa.

Sou de gêmeos e gosto de mudanças

De tudo o que escrevi no blog anterior há coisas que quero preservar e centralizar em um único local. Meu atual espaço é este; por isso, estou selecionando e transferindo alguns posts do blog anterior. Aqui na página inicial, ao lado há um espaço denominado ARQUIVO e nele já estão três posts, copiados do meu outro blog. Infelizmente não é possível e inviável copiar os comentários de cada post. Esses guardarei em arquivo pessoal e na lembrança.

Outras pequenas mudanças na parte superior, com as páginas “Quem Sou”, “Teatro”, “Música”, “Artes Plásticas”,  e “Cotidiano”.  Através de cada página é possível acessar o conteúdo específico relacionado.

Fica aqui o convite para uma visita nos posts anteriores (veja as tags, se o assunto for de seu interesse, entre!) e em cada uma das páginas. E amanhã, quarta, teremos post novo.

Abraços!

A professora do dia

Os professores de hoje estão mudados. Exige-se outro perfil do profissional de ensino, quando comparado aos meus primeiros mestres ou ao estereótipo que ainda prevalece no subconsciente coletivo sobre o que seja a figura do professor. O professor taciturno, fechado em seus livros, trancado em uma saleta preparando aulas, corrigindo exercícios, cedeu lugar ao “antenado”, “descolado”, às vezes humorista, outras animador de auditório.

A professorinha meiga que dividia-se entre as tarefas domésticas e os trabalhos escolares, entre filhos e alunos, deu lugar a mulher dinâmica, forte e, para usar expressões do momento, “proativa” e “up to date”. E é fato que quando pertinente e se necessário, essas professoras também são tudo o que escrevi sobre o professor.

Regina, a professora do dia!

Um bom exemplo de tudo isso é Regina Cavalieri, com quem trabalho nos últimos séculos (sim, séculos! Tudo muito intenso!). Se há um ditado popular que não se aplica a Regina é o tal “salvem a professorinha!”. É mais fácil presenciar o mundo pedindo socorro a esta professora.

“Antenada”, mantêm-se atenta a tudo – daquela forma que só as mulheres conseguem: a gravidez da secretária, o crime que abala a cidade, os solos de guitarra do Eric Clapton, a plantação de alfaces e rúculas… e as questões escolares (que, para imbecis, não é trabalho). Por questões escolares, no caso de Regina Cavalieri, fica subentendido a gestão e administração de uma pequena cidade: são 13 mil alunos, cerca de 500 professores e coordenadores e 260 funcionários. Porque professor não é funcionário é uma questão fácil: atualmente, como Regina Cavalieri, o professor é multifuncional. Não cabe mais atuar em uma única disciplina, uma única atividade, um só interesse.

Pequena parcela dos 13 mil

Pense em administrar e conciliar interesses de tanta gente e… conflitos são estabelecidos. E Regina tem uma resposta ótima, começando o diálogo com um “-Por que eu sou uma pessoa clara, professor!” e finalizando com “Você está irritado porque não faço o que você quer!” Outras expressões também lembram nossa cara colega: “Impreterivelmente!” e “Zero é nota!” são as mais frequentes.

Regina, Brengel e eu, parte de uma equipe do balacobaco!

Hoje é dia do professor. Nossa equipe é formada por André Antas, Carlos Henrique Ferreira, Claudia Bouman, Daniela Palma, Fernando Brengel, Maria Schochter, Christina Guerino, Marcelo Abud, Nelson Gomes, Dema Jorge Filho, Vânia Toledo Piza e euzinho (o lindo!).  Todos nós sabemos que junto com a poderosa Regina Cavalieri que tentei descrever aqui, há também aquela professorinha antiga, que sofre com os alunos, chora quando eles se formam e, sobretudo, é a mulher que tem paixão pelo que faz.

Todo o pessoal do Campus Marquês sabe que Regina é durona. Mas há sempre o dia de festa, de pura emoção. Nesta sexta, por exemplo, Regina capitaneou uma guerra de confetes; com muito barulho, serpentina e pirulitos. E foi com o espírito de festa e despedida da turma do atual oitavo semestre de Propaganda e Marketing que sai de lá para, em casa, terminar este texto para Regina, para todos os professores meus colegas e todos os grandes mestres desse meu Brasil.

Estádios, shows e distribuição de renda

O público de grandes shows já está habituado a associar música ao estádio do Morumbi. Agora o Palmeiras anuncia que entra na briga para disputar esses grandes eventos com o São Paulo FC.

Eric Clapton, no dia das crianças, aumentando a renda do São Paulo

Os números, sempre eles, são estimulantes para o Verdão: se o São Paulo chega a faturar R$1,2 milhão com um único show e em 2010 foram nove, isso equivale a receita de dez partidas de futebol. O Palmeiras, segundo noticiou o UOL, pretende arrecadar US$ 1 bilhão nos próximos 30 anos.

Shows no estádio do Palmeiras não são novidade. Eu, por exemplo, tive o privilégio de ver David Bowie no estádio do Palestra. Portanto, o que está sendo anunciado é a continuidade de um trabalho interrompido, já que todos os grandes shows, em tempos recentes, migraram para o Morumbi.

O aproveitamento de grandes estádios de futebol recebe críticas severas. Recentemente ouvimos, na Universidade, uma palestra onde uma profissional de futebol apontou problemas decorrentes do uso inadequado de nossos estádios. Eles ficam vazios e sem utilidade na maior parte do tempo. A desculpa mais comum costuma ser para proteger o gramado. Na realidade, o lance é grana. Quando entram grandes cifras, a proteção do gramado é balela. As reclamações quanto a qualidade do gramado do São Paulo são raras.

Os moradores da região do Pacaembu acabaram com os shows no estádio municipal. A população do Murumbi, sem o mesmo grau de mobilização, só aumenta a quantidade de reclamações decorrentes dos eventos no estádio local. O Palmeiras entra na briga, contando com a proximidade do Metrô e dos trens para o trânsito ágil do público. E o Corinthians; bem, vamos aguardar para saber se será lá a abertura da Copa e, um pouco mais, para saber o que virá depois.

Futuro estádio do Palmeiras, também para shows e similares

O que me levou a este texto foram duas notícias. A do Palmeiras e seus futuros shows e a outra, da FIFA, alardeando perdas com descontos nos ingressos dos jogos da Copa do Mundo. A entidade parece não respeitar a autonomia e as leis do país. Idosos e estudantes têm meia entrada garantida por lei. E a briga, parece, vai longe.

Essas grandes instituições, FIFA, São Paulo FC, Palmeiras e Corinthians só ganham: com ingressos, com patrocinadores, com direitos de imagem, com vendas de atletas e, além de canecas e camisetas, sabe-se lá o que mais.

Exceto pelo efêmera alegria de uma vitória em um jogo, um pouco maior quando é um campeonato, essas instituições com seus eventos geram distúrbios violentos e grandes congestionamentos, só para ficar em dois exemplos corriqueiros. Agora, qual a contrapartida? Se em cada jogo, ou show, os times e a FIFA enchem os bolsos, o que a cidade ganha além de contornar os problemas de trânsito e garantir a segurança entre torcidas?

Está na hora de a população cobrar dessas instituições uma ação que não seja exclusivamente comercial. Museus dão entrada livre um dia por semana para os cidadãos. Universidades cedem seus espaços para eventos da população de seus entornos. O que os grandes estádios podem fazer? Um dia de show, um jogo gratuito? O direito do time amador jogar lá, pelo menos uma vez ao ano?

Torcedores costumam perder o raciocínio diante da paixão pelo time. Não são os mais indicados para pensar em soluções. Nossos políticos, receando perda de votos, adiam discussões para depois. A única distribuição de renda advinda do futebol vem do fraco que alguns atletas têm por loiras. Não estaria na hora de que os milionários times da cidade pensassem um pouco na população?

Steve Jobs e a herança que interessa

E por ser humano faleceu; aos 56 anos de idade.

Todo aquele que usa um computador, que gosta dessa maquininha fabulosa, tem uma divida de gratidão para com Steve Jobs. Afinal, esse homem tornou acessível o bichinho para um número incalculável de pessoas. Jobs foi tema de um trabalho na universidade e foi assim que eu conheci quem era o criador, o poderoso, o milionário e, na medida do possível, o ser humano. E por ser humano faleceu; aos 56 anos; a idade que tenho hoje.

Poucas horas e já vi homenagens e piadas sobre a figura mundial. O cara que, segundo a revista Forbes deixou cerca de US$ 8,3 bilhões para, provavelmente, os três filhos. De tudo o que foi dito sobre esse acontecimento penso é no silêncio sobre a doença, sobre o verdadeiro mal que vitimou Steve Jobs.

Em tempos passados, presenciei indivíduos contaminados pelo vírus da AIDS. Fizeram de tudo para esconder esse fato das pessoas. Recentemente perdi um amigo de infância, vítima de câncer, que também escondeu o fato de, praticamente, todo mundo. Penso que todo o segredo sobre a doença de Jobs tem viés financeiro, embora possa estar enganado. Uma pessoa como ele, faz subir e descer ações nas bolsas de valores de todo o mundo. Só da poderosa Disney o empresário tinha 7% das ações, e os jornais noticiam que ele era o maior acionista físico dessa empresa.

A opinião pública pesa mesmo quando estamos diante da morte. E por isso as pessoas não dizem que estão doentes, não revelam a doença. Por outro lado, uma incrível característica humana, a esperança, mantém o interesse e os projetos dos doentes até nos últimos momentos. Ricos ou pobres, mesmo em estado terminal, os indivíduos se recusam a entregar os pontos. Já vi isso.

Como certas doenças não olham a personalidade, o caráter, a religião, o poder e a conta bancária das pessoas… Um poderoso morreu. E essa morte choca também por isso: ninguém compra saúde mesmo com US$ 8,3 bilhões. Morte é a prova concreta da impotência do ser humano perante a vida. Pensamos que somos, que temos, que podemos e ela chega. Pode começar no pâncreas ou no dedo mínimo, mas quando vem, nada pode ser feito.

É pela impotência, pela impossibilidade humana diante da morte que deveríamos aprender alguma coisa. Pela morte de um cara inteligente, rico e poderoso que deveríamos repensar nossas próprias vidas, nossas limitações. A morte de Steve Jobs nos propicia bastante reflexão sobre nossas precariedades. Talvez seja essa a última grande lição do mega empresário, do criador incansável e do dono de fabulosa fortuna: Somos frágeis e morreremos.

Reafirmo minha gratidão por Steve Jobs. Por todas as músicas, imagens e vídeos que guardo na maquininha aqui de casa. Por todas aquelas às quais tenho acesso graças aos caras todos do universo da computação. Sou grato ao Steve Jobs que, com suas atitudes, impulsionou a concorrência e favoreceu todo o planeta. Por isso podemos escrever mais, ler mais. Som, imagem, produção de texto e leitura em abundância para o mundo inteiro. Conhecimento e diversão! Esse sim é um legado admirável, uma herança incalculável.

Uma ideia: Lembre-se de Steve Jobs e de todos os criadores dessa revolucionária máquina no próximo “Ctrl C + Ctrl V”. É mais que uma simples homenagem; na real, é um pouco da verdadeira herança desses caras, seres humanos, entrando em nossas vidas.

Sim, para a boa música.

Apesar do frio, que insiste em permanecer, a vida segue seu rumo. E o destino mais próximo é a primavera. Estive ouvindo a nova música de Marisa Monte, “Ainda bem” e a música me pareceu tão ou mais velha que  “Body and soul”, o velho sucesso regravado por Tony Bennett e Amy Winehouse. Três bons cantores, bem assessorados, certamente essas duas canções serão tocadas, muito divulgadas, vendidas.

Penso em ficar quieto um pouquinho

Lá no meio do som

Peço salamaleikum, carinho, bênção, axé, shalom

Passo devagarinho o caminho

Que vai de tom a tom

Posso ficar pensando no que é bom…

Havia pensado em não escrever sobre Amy, o aniversário de Amy, a morte recente da cantora. E até pensei evitar escrever sobre o encontro dela com o cantor americano para não repisar os acontecimentos, já exaustivamente passados e repassados pela imprensa. Todavia, “Body and soul” é tão bom, a gravação dos dois astros é tão soberba, tão apaixonantemente boa! E aqui estou, deixando Marisa Monte com seu iê-iê-iê tardio para, partindo da canção de Caetano Veloso, curtir a canção americana.

Tony Bennett está comemorando o 85º quinto aniversário e convidou um time de gigantes para um disco só com duetos. Amy Winehouse foi escolhida para dividir com o cantor uma canção dos anos de 1930, “Body and soul”.  O veterano cantor continua impecável e a jovem Amy esbanja elegância e domínio do que canta. Um encontro absolutamente feliz.

E foi ouvindo os dois cantores que “Nu com minha música”, a canção de Caetano Veloso, tomou conta do meu pensamento. Justamente porque Tony Bennett e Amy Winehouse permitiram-me realizar “o caminho que vai de tom a tom / Posso ficar pensando no que é bom”. E fui misturando todas as coisas deste dia e deixei fluir na tela do meu computador.

O frio está indo embora; a primavera logo vem. Seremos bombardeados pelo bom marketing de Marisa Monte; seremos embalados pelos duetos de Tony Bennett com seus convidados. Nesta e em interpretações similares é que Amy Winehouse perdurará sempre e sempre; portanto, vamos celebrar a vida.

Deixo fluir tranqüilo

Naquilo tudo que não tem fim

Eu que existindo tudo comigo, depende só de mim

Vaca, manacá, nuvem, saudade

Cana, café, capim

Coragem grande é poder dizer sim.

Sim; dizer sim para Caetano Veloso que com suas inspiradas letras dá-nos momentos de prazer, sim para os grandes intérpretes que cantam com a alma as canções que nós, pobres mortais, só conseguimos entoar perfeitamente em pensamentos. Sim para o vento frio dessa madrugada e para um possível sol, um desejado dia de sol.

Eu quero um dia de sol – mesmo que este exista só no meu desejo – porque é aniversário de minha irmã Waldênia e da minha amiga Fafá. Duas pessoas amadas por mim e por um montão de gente. E já que não estarei presente com presentes, paro por aqui, desejando…

Boa música para todos!

Escrever é eterno recomeçar

Então, vamos lá:

O ato de escrever é atividade mais ou menos árdua. Pensar, arquitetar e organizar as idéias. Ordená-las em frases, parágrafos. Rever o que foi escrito, revisar, cortar tudo o que é desnecessário. Pronto. Tornado público, o texto irá ou não estabelecer um diálogo com o leitor, o receptor. E para não cessar a comunicação, vem o recomeço: Pensar, arquitetar e, sobretudo, GOSTAR de escrever.

Volto a redigir em um blog neste primeiro de setembro de 2011, dia em que TARSILA DO AMARAL, a grande pintora do modernismo brasileira, é lembrada até pelo Google. Bom sinal. Pois é parte dessa nova proposta ir além do que escrevi em blog anterior, onde priorizei a música e vez em quando abordei outras formas de arte.

Neste blog assumo nova empreitada, com a música sempre presente. Para excluir qualquer possibilidade de dúvida quanto a isso escolhi o verso de CHICO BUARQUE, da música “ASSENTAMENTO”, ao lado do meu nome. Um primeiro norte para essa caminhada. Também escreverei sobre outro assunto, área de atuação pessoal: Teatro.  ARTES PLÁSTICAS, MÚSICA, TEATRO e um pouco mais, que entrará em uma categoria que denominei COTIDIANO.

E escolhi, homenageando a aniversariante TARSILA, uma reprodução do quadro “A Lua”. Uma sutil referência ao ato noturno de escrever. Desde adolescente, lá em UBERABA, cidade mineira onde nasci, quando o ato de escrever tornou-se hábito. Foi no silêncio da noite, o dia remoído, a vida tornada texto.

Tarsila nasceu em 01/09/1886.

Seja bem-vindo, caro leitor! Por gentileza, sempre que possível, troque uma idéia, deixe um comentário. Escrever é sempre para alguém, mesmo que este seja o próprio escritor. Prefiro o outro, VOCE, como interlocutor; então, se o tempo permitir, não me deixe a impressão de falar sozinho.

Obrigado. Volte sempre!

Para meus parceiros

Parceiro é a palavra que melhor define um colega de trabalho. Amigos nos aceitam incondicionalmente; colega, tenho a impressão, é aquele que nos foi imposto pelas circunstâncias. Colega, penso ainda, é uma etapa primária do que pode vir a ser uma grande parceria; esta, quando sólida, torna-se verdadeira amizade. Tenho grandes parceiros e deixo para que o tempo determine quais serão os maiores amigos. Porque em situação de trabalho há que se atravessar o limite final – a demissão, o afastamento seja lá por qual motivo, ou a aposentadoria.

Minha irmã Walcenis teve grandes parceiros de trabalho e conta, pelo menos, com três grandes amigas: Edna, Marlene e Conceição. Estão sempre presentes lá em casa. Todas são ex-professoras. E é assim que espero, quando vier a aposentadoria, poder ter alguns parceiros, professores, em minha vida. Hoje quero homenagear os meus atuais parceiros professores.

Claudia Bouman e Regina Cavalieri
Claudia e Regina

Vou começar por quem tem mais de dez anos de estrada comigo: Regina Cavalieri, que hoje coordena todo mundo, cumpre fielmente a posição que a função lhe exige. Ela nos dá segurança; e não é difícil perceber o quanto isso é importante. Fernando Brengel é corretíssimo; tenho a impressão de que todo mundo, intimamente, afirma: – ele é mais correto do que eu. Claudia Bouman dá show de segurança, domínio de conteúdo. Precisaria de algumas horas pra explicar direitinho tudo o que aprendeu em todos os cursos que fez. Waldemar Jorge, o Dema, dá lições constantes de leveza; um estar de bem com a vida que torna agradável o ambiente mais sombrio.

Fernando Brengel

com Fernando Brengel

Lilian

Os “Gêmeos” Carlos Henrique e

André

Alguns chegaram depois, bem depois. Mas a boa cumplicidade já está estabelecida. Tem o mestre de cerimônias, o Marcelo Abud; ele é parcimonioso, não menos atencioso, e solícito. Lilian Brito, sempre pronta a sorrir, sabe dividir e trabalhar em dupla – e disso sou testemunha! Dou fé também de trabalho em conjunto com André Antas, que leva tudo com muito humor. André é irmão gêmeo do Carlos Henrique, o que o céu e o cotidiano explicam. Esse Carlos sabe tudo de números e eu, que preciso de máquina de calcular para operações mínimas, olho-o com profundo respeito. Desse grupo há a discreta Cristina Guerino, que mostra competência no que faz e Maria Schochter, que é a delicadeza em pessoa.

Da turma mais novinha, os que chegaram depois vêm conquistando espaço nessa seleta categoria de grandes parceiros de trabalho. Levo fé de que chegarão lá, profissionais como Rene Mesquita, Shellida Fernanda, Anderson Ladeira, Igor Ferreira, Igor Magrini e, entre outros, Su Stathopoulos. Nem tudo é perfeito; neste momento, por exemplo, estou em pinimbas com a Vânia Toledo – ela sabe o motivo! Não escreverei que ela é educada e gentil. E como o mundo caminha já tem ex-alunos como parceiros: é o caso da Luciana Ferrari.

Um trabalho escolar é composto por muita gente. Não dá pra citar todos os profissionais envolvidos. Priorizei, neste texto, alguns professores do campus onde atuo. Contei com uma parceira adorável para ajudar a ilustrar este post. Rosi Canto comparece, mais uma vez, em várias imagens precisas, e por captar essas com muito carinho acabou deixando todo mundo mais bonito. E para simbolizar todos os funcionários, vou enviar um agradecimento – tenho certeza que meus parceiros concordam – pra lá de especial para Gisele Alves, nossa colaboradora mais próxima.

Gisele

Tenho aprendido muito, ao longo de todos os anos, com esses profissionais. Primeiro de tudo a paixão pelo que fazem – professores têm a firme convicção de que a disciplina que ensinam é a coisa mais importante do planeta. Vem em segundo, mas não menos importante, o prazer em facilitar o conhecimento com o outro: aquele mais próximo que vai do porteiro à faxineira, passando pelos vizinhos, o dono do boteco, pela família, pelos cônjuges e, prioritariamente ao aluno; do mais relapso ao mais aplicado. Conheci e aprendi um monte de coisas com todos eles.

No ano passado, nesta data, eu estava em Belém do Pará. De lá prestei homenagem a minha querida professora Maria Ignez Prata. É o meu referencial de professora e para ela, assim como para os amigos professores, e aos meus parceiros professores do Campus Marquês, envio todo meu carinho.

Até!

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