Belas peças, Fernandinho!

Fernando Brengel arrasa no material de divulgação do nosso livro, “Um profissional para 2020”. Liderando a Presença Propaganda, vem colocando um precioso material em nossas páginas sociais. Quero registrar aqui e, tenho certeza, que a gratidão que sinto é compartilhada pelos demais autores do livro. E, já que o Brengel é um grande publicitário, nada como lembrar um mega sucesso em forma de agradecimento: – Bonita camisa, fern… ops! Belas peças, Fernandinho!

.

Presença Propaganda

.

Presença Propaganda

.

Presença Propaganda

.

.

A diagramação, capa e todas as peças de divulgação são da Presença Propaganda. Obrigado, Fernando Brengel. Muito obrigado, pessoal da agência.

.

Até mais.

.

Lembrete:

O lançamento do livro será na próxima quarta-feira, 19.09.12, a partir das 18h30, na Livraria Martins Fontes, São Paulo-SP, Av. Paulista, 509.

Momento de usar a memória

Cresci ouvindo dizer que o Brasil é um país sem memória, sempre achando que este é um argumento frágil. E o tempo vem provando que essa é uma premissa falsa. Um exemplo é Wanderléa cantando “Prova de fogo” ou estrelando comercial da prefeitura de São Paulo com “Pare o casamento”, tentando parar os motoristas amalucados e apressados da cidade. As duas músicas têm no mínimo quatro décadas, já que são da primeira fase da carreira da cantora, comemorando cinqüentenário profissional neste ano (Wanderléa gravou o primeiro disco em 1962).

Outro cinqüentenário é o de Milton Nascimento. O compositor está em turnê com o show Milton Nascimento – 50 Anos de Carreira. No repertório estão clássicos do início da carreira, como “Cais” e “Travessia”, estão ao lado de outras, a maioria da década de 1970, comprovando a longevidade da memória do público quando o assunto é música de qualidade.

Além de considerar a vasta lista de eventos comemorando centenários de ícones (Jorge Amado, Luis Gonzaga, Nelson Rodrigues…) e de outros artistas como Herivelto Martins (1912 – 1992), é possível brincar com outros aspectos da memória nacional: Garrincha e Pelé são eternos ídolos, ao lado de uma galeria imensa de atletas do futebol, do automobilismo, do boxe e de outras categorias esportivas. O brasileiro também lembra heroínas, vilãs televisivas assim como os folhetins que consagraram tais criaturas. Regina Duarte, ao que tudo indica, jamais se livrará do fato de ser a “namoradinha do Brasil”.

Se a memória nacional funciona para tantos fatos, porque temos tantas dificuldades em perceber certas artimanhas políticas? Puxando pela memória é fácil comprovar que já vimos fatos como este, quando D. Dilma promete conta de luz mais barata; também já sabemos que a ética dos nossos políticos permite, por exemplo, que D. Marta apareça na TV apoiando candidato para ganhar ministério. Não é bastante sintomático que a presidenta anuncie redução do preço da energia em período de eleição? E que políticos virem amigos de outros por interesses absolutamente pessoais?

Qualquer pessoa com algumas décadas de vida fará uma considerável lista de falcatruas, promessas vãs, mentiras. Em um dos piores momentos de nossa história, um governo imposto pela força criou um slogan perverso: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Implicitamente levando nossa gente a aturar certos problemas, já que o amor, quando verdadeiro, é incondicional. As grandes decepções com nossos líderes levaram nossa gente a não gostar de política, a ter político como sinônimo de coisa ruim.

Brasileiro gosta de recordar coisas boas. A Jovem Guarda de Wanderléa, o Clube da Esquina de Milton Nascimento… As Copas do Mundo, os campeonatos de automobilismo, as interpretações memoráveis de atores e atrizes nacionais.

Recentemente, inventaram o dito que “brasileiro não desiste nunca”. Gosto de acreditar nisso. Por isso exerço meu direito de não desistir de alimentar idéias sobre políticos honestos, Partidos éticos. Se nós, brasileiros, temos dificuldades em nomear bons políticos; se não há registros em nossa memória de ótimos Partidos políticos, que pelo menos não nos esqueçamos de que é nosso o poder de escolha. E nada melhor do que a memória para conduzir nossa escolha. O melhor critério então é: o que você sabe realmente sobre o candidato que quer o seu voto? Se sua memória falhar, a Internet está aqui .

.

Até mais!

.

O salto, o mergulho…

Estou ouvindo e, volta e meia, vendo Elis Regina. Tranquilizem-se que é apenas um DVD, já que ainda não sou “médium”. Elis canta como quem salta de paraquedas. A associação leva a outra lembrança, quando Maria Bethânia canta que “o amor não é mais do que ato de a gente ficar, no ar, antes de mergulhar”. O salto, o mergulho…

Elis mergulhou com tudo nos palcos por onde cantou. Seu canto é visceral. Maria Bethânia ainda brilha entre nós; e é Caetano Veloso quem melhor define essa presença: “No palco Maria Bethânia; desenha-se todas as chamas do pássaro”. Leveza ou força, suavidade ou intensidade, a vida pede entrega. É, sobretudo, pela capacidade de entrega dos seres humanos em suas ações é que quero refletir.

De imediato quero lembrar e homenagear os atletas paraolímpicos brasileiros. Eles nos trouxeram 43 medalhas de Londres, sendo que 21 dessas são medalhas de ouro. Esses atletas são donos de um caráter exemplar e lembram-nos, sempre, que a vida segue em frente, que devemos encarar o que a sorte nos trás e ir além, atingindo nossos objetivos.

Vi alguns boletins das Paraolimpíadas de Londres; revi Fernando Fernandes, apresentando o programa ao lado de Flavio Canto, e refleti várias vezes sobre meus preconceitos contra essa gente que participa do BBB. O rapaz, que sofreu um acidente e, dando a volta por cima, tornou-se tricampeão mundial de paracanoagem. O ex-BBB é um exemplo público de alguém que soube viver, continuar a viver com o que a vida propiciou.

Grandes artistas, grandes esportistas, assim como um incontável número de pessoas estão entre aquelas que dão o salto, encaram o mergulho e ensinam-nos a viver.  É perceptível, em toda essa gente, a entrega sem ressalvas ao que escolheram, ou que lhes foi imposto para viver. Pegam o arado e seguem em frente, lembrando-nos a verdade bíblica:   “Aquele que põe a mão no arado e olha para trás não é digno do Reino de Deus” (Lucas 9,62).

Somos humanos! E assim, é com essa expressão que frequentemente caminhamos apenas até a esquina, subimos apenas o primeiro degrau, molhamos apenas os pés e, salto… Nem de paraquedas! Olhando para nosso cotidiano, em casa, no trabalho ou no grupo de amigos percebemos o receio de nossos amigos em saltar tanto quanto não admitimos nosso medo de mergulhar. Cobramos as posturas alheias e pouco revemos nossas próprias atitudes.

Tenho tentado mergulhar na vida. Venho dando pequenos pulos, como que ensaiando o grande salto. Viver intensamente! Trabalhar honestamente, tenazmente e, buscando evitar lamentos, seguir em frente. Neste momento, por exemplo, que o DVD de Elis Regina já terminou e que escrevo ouvindo canto gregoriano, percebo que foi dada a partida. Mais uma vez estou, com grandes amigos, prestes a dar mais um salto, outro mergulho. Mais um, que não será o último.

Neste atual projeto, temos idéia de onde queremos chegar; temos objetivos, metas. Planos tornados realidade e sonhos, para o futuro. O melhor de tudo é estar em movimento, sentindo o olhar de meus amigos, com tudo o que pode um olhar. Confiança, alegria, incerteza, força, dúvida, fé, amizade, briga… Estamos concluindo uma importante etapa do nosso trabalho e sinto-me de mãos dadas, caminhando rumo ao trampolim para o mergulho (Meu Deus, e eu não sei nadar!), subindo as escadas de um avião que nos levará para o grande salto (Quem tem as manhas de saltar de paraquedas?). O resultado disso, o futuro? Viver, continuar a viver.

.

Boa semana para todos.

.

Dedico este texto aos meus companheiros de trabalho no lançamento de “Um profissional para 2020”.

.

Notas:

1 – “O amor não é mais do que o ato…” é verso de Trampolim, de Caetano Veloso e Maria Bethânia.

2 – O verso de Caetano, definindo Maria Bethânia, é da música Tapete Mágico.

.

Parceiros na estrada

Vamos em frente! A estrada ainda é longa, vamos caminhar!

Quero apresentar meus parceiros neste trabalho, “Um profissional para 2020”. Com a informalidade que nossas relações permite e que, se eu conseguir escrever legal,  facilitará ao leitor conhecer um aspecto humano de cada um dos autores, meus amigos. Tente imaginar um ambiente tranquilo, uma pizzaria, local onde muitas idéias foram trocadas. E para apresentá-los, eu faria assim:

Cae (Carlos Eduardo) é psicólogo; logo, há uma leve tendência para discutir a relação. Rapaz sério, do tipo aplicado que, se adolescente, seria nerd. Todo equilíbrio do cidadão entra em colapso quando, em campo, o Corinthians perde.

Claudia sorri sempre. Profissional de mídia, sabe quase tudo; discreta, revela aos poucos. Ponderada, sabe negociar e, ultimamente vem ensinando-me a manter o tal sorriso nas adversidades. A grande negociadora neste projeto.

Luis Américo sabe tudo de varejo. Feito para essa área é elegante e de fino trato. Quando ele está entre nós a gentileza flui por atacado. Trabalha muito; tanto que um dia pode até entrar para a lista das grandes fortunas entre os professores brasileiros…  (Fenômeno!)

Vania de Toledo trabalha com pesquisa, ou seja, diplomata. Tem aquele jeito para armar perguntas educadas, nos mais rígidos padrões do “por favor”, “obrigada”, “com licença”… Parece frágil, mas é de uma persistência inabalável.

Victor é aquele do marketing que, quando todos ficam descontrolados, fica frio e segura as pontas, analisa e aponta soluções viáveis. Como a humanidade não é puro marketing, pode discorrer sobre Caetano Veloso e doenças pulmonares… (???)

Brengel, o Fernando, é publicitário; ou seja, emocional, festivo, amoroso. Criativo, pode pintar, bordar e criar peças, muitas peças. Entre as suas criações mais recentes: narração comentada online de novelas. Patente registrada.

Regina já foi descrita aqui, em outra oportunidade. Eu não perderia a chance de um pequeno golpe: veja mais uma página deste blog e saiba mais sobre a professora!

No centro da foto (sim, comecei pela esquerda e segui, sentido horário) está Vania Maria, a moça dos resíduos sólidos, gestão ambiental e outras questões deste século XXI. A moça manja de ecorrelações … (hein? não, ela não abraça árvores!)

E assim estamos, mais uma vez, na estrada. Para este percurso outros agregados; Cae trouxe Elen e Regina Luppi; já Regina, a Cavalieri, nos trouxe a Kelly Cristiane; o livro pronto, e Victor apresentou nosso trabalho ao professor Mitsuru Yanaze. E há todo um pessoal na composição do livro, na edição, na revisão, no marketing… parcerias nascentes que serão oficialmente apresentadas para todos no dia 19 de setembro, 18h30, na Livraria Martins Fontes, 509, em São Paulo.

.

Até mais!

.

Nota: os nomes completos e corretos do pessoal citado:  Carlos Eduardo Costa, Claudia Regina Bouman Olszenski, Elen Gongora Moreira, Fernando Brengel, Kelly Cristiane da Silva, Luis Américo Tancsik, Mitsuru Higuchi Yanaze, Regina Cavalieri, Regina Ferreira Luppi, Vania de Toledo Piza, Vania Maria Lourenço Sanches, Victor Olszenski.

Um profissional para 2020

Caríssimos

Mistério desfeito. 10 autores, entre os quais me incluo, lançaremos a obra “Um profissional para 2020”. Conto com vocês nesse momento tão especial para todos nós. Como organizador apresento o projeto no primeiro vídeo e, no segundo, o meu capítulo. Entrem na página do Youtube e vejam outros videos do projeto. Agradeço desde já a atenção e carinho de todos.

.

.

.

Até mais!

Tripulação Identificada

1 – Carlos Eduardo Costa – 2 – Vania de Toledo Piza – 3 – Vania Maria Lourenço Sanches

4 – Mitsuru  Higuchi Yanaze – 5 – Elen Gongora Moreira – 6 – Luis Américo Tancsik

7 – Victor Olszenski – 8 – Regina Cavalieri – 9 – Fernando Brengel

10 – Claudia Regina Bouman Olszenski – 11 – Valdo Resende (Intimamente identificado como “Eulindo”)

12 – Kelly Cristiane da Silva – 13 – Regina Ferreira Luppi