Vai até o próximo dia 20 de maio, domingo, a exposição “O sertão: da caatinga, dos santos, dos beatos e dos cabras da peste”. Está no Museu Afro Brasil e merece uma visita, até mesmo um retorno para quem já viu.
Pinturas, gravuras e esculturas estão somadas a roupas, fotografias e uma série de objetos, totalizando 800 obras que retratam o sertão de Luiz Gonzaga, da Seara Vermelha de Jorge Amado e de tantos outros sertões, Guimarães, sem fins! No ano que celebramos Gonzaga e Jorge Amado, nada é pouco. A exposição, um sucesso que levou o museu a ampliar o prazo para visitações, revela os traços marcantes regionais, que favorecem e dificultam a vida humana. O sertanejo, “um forte”, é o ser que estabeleceu a relação de harmonia com a terra, tirando dela o sustento e amando-a com todo o ardor.
Antônio Conselheiro (1955), de Mário Cravo Jr. está na exposição que tem a curadoria de Emanoel Araújo.
O Museu Afro Brasil fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, portão 10 do Parque do Ibirapuera e quem quiser detalhes adicionais deve ligar para 3320-8900. As visitas são de terça a domingo, entre 10h00 e 17h00.
Ok! É segunda-feira! Mas que tal preparar-se para o próximo final de semana?
Shakespeare no original. 15 livros em inglês para download
“Mais de 500 livros disponíveis para download gratuito”. Ou seja, só é “excluído literário” quem quer. O portal Universia Brasil mantém 521 arquivos para download, em formato PDF. Para aqueles que carregam “tablets” e “e-readers”, a biblioteca é mais que ambulante, é de bolso. Quem tem seu computador em casa é só abrir, colocar um chá ou um cafezinho ao lado da máquina e curtir alguns dos maiores textos da humanidade.
Há Shakespeare no original. 15 livros em inglês, para ler o bardo sem interferências de tradutores bem intencionados, além de ser um excelente exercício para conhecimento da língua britânica. Há comédias e tragédias: “Hamlet, Prince of Denmark”, “A Midsummer Night’s Dream” e “Macbeth” estão entre as obras disponíveis.
13 livros de Fernando Pessoa estão disponíveis.
Além de obras exigidas para os vestibulares da Fuvest e Unicamp, para jovens que lerão com a torturante pressão em ter que memorizar dados para os exames, há outras, para puro deleite de todo e qualquer cidadão.
Meu aluno Reginaldo Tenório poderá se deliciar com 20 livros sobre o cinema nacional. Há temas atuais, como “A Hora do Cinema Digital”, de Luiz Gonzaga Assis de Luca, e obras abrangentes como “Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro”, de Antonio Leão da Silva Neto.
Em português, “A Divina Comédia” é um clássico da literatura italiana e medieval. Um poema de Dante Alighieri, dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. O livro é uma história narrada em versos, divididos em 100 capítulos ou cantos. Há o maior poeta da língua portuguesa, Fernando Pessoa, com 13 livros. Entre as obras do mestre português, há “O Guardador de Rebanhos” (Alberto Caeiro) e “Do Livro do Desassossego” (Bernardo Soares).
O grande poema de Dante está em Português
Como nem só de clássicos vive a humanidade, o portal publicou 40 livros de literatura de cordel. Diversão garantida com a expressão poética popular. Há títulos que, por si, já são hilários, como “A terrível história da Perna Cabeluda”, de Guaipuan Vieira, e outros que lembram acontecimentos históricos recentes como “A triste partida do Rei do Baião”, sobre o grande Luiz Gonzaga, também este de Guaipuan Vieira.
É isso aí. É só entrar no portal e fazer o download. É de graça! Clique aqui e conheça as obras disponíveis pelo portal que fez a gentileza de agregar os títulos publicados na internet em um único endereço.
Silvana Santos foi minha aluna e hoje é uma empreendedora que, em Campinas, no interior de São Paulo, desenvolve novo trabalho. Fico feliz em poder divulgar o empreendimento; para que conheçam e para que possam analisar possibilidades de trabalho com a nova empresa.
Desejando boa sorte para todos os envolvidos, optei por transcrever o material enviado pelos jovens empresários. Certamente, falam com maior propriedade sobre as possibilidades de obtenção de investimentos para bons projetos; leiam e, quem sabe, não esteja aí uma grande oportunidade!
Campinas ganha seu primeiro site de financiamento coletivo
Sucesso nos Estados Unidos em e alguns países da Europa, os sites de financiamento coletivo – ou colaborativo –, conhecidos como “crowdfunding”, já possuem suas versões brasileiras. E, em maio. Campinas ganhará seu primeiro site com o lançamento da “Soul Social”, que já nasce com vários projetos importantes em seu portfólio de negócios.
O crowdfunding tem por objetivo financiar projetos que precisam de verba para que possam ser realizados. Sejam eles de cunho cultural, social, esportivo, ambiental, esses projetos ganham uma chance real de saírem do papel para efetivamente serem executados através do financiamento coletivo. A Soul Social pretende oferecer todo o Know-how para dar apoio técnico às pessoas físicas e organizações que queiram levar adiante seus projetos.
Utilizando o bom exemplo de outras plataformas e aperfeiçoando as ferramentas para as necessidades de sustentabilidade das organizações, a Soul Social busca inovar na utilização do poder do coletivo, trabalhando para estabelecer parcerias duradouras com as pessoas e com as organizações para assim se tornar uma referência, uma ponte, um caminho conhecido entre os projetos e seus financiadores.
A ferramenta básica para que os projetos consigam arrecadar o dinheiro necessário é a capacidade das pessoas de se conectarem e se comunicarem através das novas tecnologias. É por isso que os sites de financiamento coletivo só se tornaram possíveis agora, quando o fenômeno das redes sociais cresce de forma vertiginosa, chegando a todos os níveis sociais, criando uma força viral de propagação das informações.
São os contatos da rede social do idealizador do projeto que fomentam a força da colaboração e garantem a viabilização da ideia. Divulgado nas redes sociais, o projeto busca o apoio das pessoas, que escolhem o valor da contribuição dentro de uma escala pré-estipulada pelo idealizador do projeto.
As contribuições são feitas através de meios de pagamento virtuais em ambientes seguros, por cartão ou boleto, sendo que as operações por cartão são, em geral, as mais comuns. Contudo, o valor aportado só vai para a conta do projeto quando o mínimo previsto é efetivamente arrecadado, garantindo a execução do projeto. Caso contrário, são estornados ao colaborador. Na maioria das vezes, os colaboradores recebem contrapartidas do projeto, dependendo do valor por ele despendido.
A ferramenta de arrecadação fica por conta do site, que, para tanto, soma ao valor total do projeto uma pequena porcentagem por essa facilitação. Dezenas de projetos já foram viabilizados dessa maneira em outras plataformas existentes, como, por exemplo, o projeto para rodar o documentário sobre Belo Monte, dando provas de que o sistema é confiável e veio para ficar.
Para o mês de lançamento estão em construção projetos de cunho social, esportivo e cultural, a maioria deles com foco na cidade de Campinas.
Há negociações em andamento com o Instituto Meta Social, de Campinas, que luta pela inclusão social do deficiente, em especial à pessoa com Síndrome de Down e cunhou o lema “Ser Diferente é Normal”, para o financiamento de uma série de programas de televisão chamado “Ser Diferente”.
Ainda, um projeto para o financiamento da produção do CD Nove Luas do jornalista, poeta, músico e compositor campineiro Nilson Ribeiro. Uma discussão com as ONGs ADUS – Instituto de Reintegração do Refugiado de São Paulo, com o COMEC – Centro de Orientação ao Adolescente de Campinas, com o Instituto Ide e Ensinai de Vitória da Conquista e com os Expedicionários da Saúde de Campinas, que se interessaram pelo uso da plataforma.
Além desses projetos, está em andamento uma parceria com a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários – UNISOL Brasil, entidade nacional, presente em 23 estados, que representa mais de 700 empreendimentos econômicos solidários e está sediada em São Bernardo do Campo. Trata-se de um projeto de co-financiamento de projetos de empreendimentos inscritos no Programa de Investimento Solidário que receberão apoio financeiro parcial da instituição e farão a captação do restante por meio da Soul Social.
A plataforma será lançada no dia 07/05 e novos projetos deverão ser inscritos através do site.
Se a moda pega… Uma decisão judicial determinou que um cidadão – pai de alguém – não deu afeto suficiente para uma cidadã – filha do tal pai – e o preço desse afeto, alicerçado em danos morais e baseado nas posses do dito pai, foi estipulado pela justiça em 415 mil, depois, pelos trâmites que só os iniciados entendem, a quantia caiu para 200 mil.
Imaginei a acareação perante o meritíssimo e, de pronto, recordei Wanderléa com o braço erguido:
“– Por favor, pare agora, sr. Juiz!” Ops! Não é por aqui; vamos voltar ao pai e a filha:
Filha – Senhor juiz, meu pai não gosta de mim!
Pai – Gosto sim.
Filha – Não gosta o suficiente!
E aí, pelos critérios mercadológicos do capitalismo, a moça justifica razões pelo pouco afeto do pai.
Filha – Não ganhei 12 pares de sapatos, não ganhei 24 bonecas, não fui 36 vezes à praia, não ganhei 48 ovos de páscoa…
O juiz certamente somou todos os valores dos referidos produtos mais roupas, material de higiene, absorventes íntimos, maquiagem, pílula e… O que mais? Ah! Material escolar e um ou dois livros daqueles de religião (formação moral cristã para ensinar o que é afeto?).
Outra forma de mensurar o afeto é, parece, pela presença. Faltou no terceiro aniversário, não presenciou a primeira palavra, nem viu quando a criança tirou a primeira catota do nariz… Se presença física é sinal de afeto, coitados dos viajantes, sempre distantes do seio familiar! Vão deixar muita grana perante os tribunais!
Surrealismo é pouco para classificar a situação; dadaísmo? Sei lá; o que é perceptível é que a justiça abre um precedente, no mínimo, interessante. Se a tal filha ganhar o processo em todas as instâncias haverá, a partir disso, jurisprudência – ou seja, outros juízes, baseados nessa sentença poderão dar ganho de causa quando houver reivindicações similares. Ou seja, toda e qualquer pessoa poderá alegar afeto insuficiente de outra e compensar isso com grana.
Namorado, noivo, marido, pai, filho, amigo, primo, empregada, vizinha, todo mundo enfim pode processar alguém por não se sentir amado o suficiente. É melhor que golpe do baú, já que nem precisa casar; melhor que golpe da barriga, já que não é necessário desmanchar o corpinho para levantar uns trocados. Do jeito que vai, logo, logo, alguém processará a vizinha por esta manter a perereca presa na gaiola… Que falta de afeto para com o próximo!
Eu gostaria de saber o que é que as pessoas estão pensando sobre isso. Cá entre nós, no Brasil não pode dar um tapinha na criança (sem eufemismo!) e já é possível colocar preço em afeto – o de pai, já sabemos, fica em 200 mil reais. Seria legal que a justiça divulgasse os critérios para essa situação. Afinal, a grande pergunta, que teima em não sair da minha cabeça, continua: como é que se mede afeto? E quanto custa um carinho, um afago?
Escrevi sobre Tinoco em fevereiro de 2009. Os últimos anos do cantor foram melancólicos, difíceis e isso ficou claro lá, quando a imprensa noticiou os problemas enfrentados pelo artista. Hoje lamentamos a morte do cantor. Optei por editar o texto anterior e reproduzi-lo aqui. É mais uma constatação de que, infelizmente, as coisas mudam muito pouco. É, também, homenagem sincera ao artista e ao trabalho da dupla Tonico e Tinoco. Aprendi com meu pai a admirar, gostar e a respeitar esses grandes artistas.
TINOCO PRECISA DE TRABALHO?
O Brasil tem cada coisa! Há horas que penso que exagero no nacionalismo deste blog. Quem vem por aqui com frequência já percebeu que raramente abordo estrangeiros. Nada contra; é questão de opção e, em certos aspectos, de resistência. Pura e teimosa resistência.
Há tanto espaço na mídia destinado aos músicos estrangeiros, compositores, bandas e intérpretes, e tanta gente de quem se fala muito pouco. Ou não se fala tanto quanto deveria. E acaba sendo diferencial atentar sobre certos aspectos da nossa música, de nossos artistas e, fundamentalmente, o quanto estão ligados ao nosso cotidiano, nossas vidas.
Reafirmo não ter nada contra, por exemplo, LILY ALLEN; fala-se dela toda hora. Nada contra CHRIS BROWN, nem contra OZZY OSBOURNE, JESSICA SIMPSON, BRUCE SPRINGSTEEN, PETER MURPHY, ou a juventude da banda FRANZ FERDINAND (Esses em 2009. Os “da hora” são outros)
Aliás, já temos, aqui na terrinha, a banda HOLGER com letras em inglês e STEPHANIE TOTH, a paulistana que canta folk. Não; definitivamente nada tenho contra essa gente toda. A urgência é outra. Preciso falar de um brasileiro chamado TINOCO.
“Moreninha linda
Do meu bem querer
É triste a saudade
Longe de você…”
TONICO e TINOCO, mesmo para aqueles que não conhecem a dupla profundamente, ou que não identificam suas vozes, lembram-se dos nomes ao exemplificar música caipira. Isto porque, se alguém tiver vontade em pesquisar, descobrirá que essa dupla paulista emplacou mais de 100 sucessos ao longo de várias décadas. Desde 1946 que o Brasil canta o “Chico Mineiro”.
“Fizemo a úrtima viagem
Foi lá pro sertão de Goiás
Foi eu e o Chico Mineiro
Também foi o capataz…”
A “Dupla Coração do Brasil”, assim chamada pelas gravações de todos os chamados ritmos regionais, terminou em1994, com a morte de TONICO. E o jornal Agora São Paulo, edição do dia 15, conta a atual situação de TINOCO, em matéria assinada por ALBERTO PEREIRA JR. Com uma agenda restrita, um salário ínfimo de aposentadoria e enfrentando problemas familiares, o cantor vive momentos difíceis. Eu fiquei indignado com o que li, triste pelo que este homem está passando. O Brasil precisa cuidar do Brasil, dos brasileiros! Sejam esses simples cidadãos ou grandes artistas.
“Neste mundo choro a dor
Por uma paixão sem fim
Ninguém conhece a razão
Por que eu choro no mundo, assim…”
PraçaTonico e Tinoco, em São Manuel – SP
A dupla TONICO E TINOCO já é nome de praça e tem museu dedicado ao trabalho que realizaram, em Pratânia, interior de São Paulo. Já receberam inúmeras homenagens. Aos 88 anos TINOCO deveria estar colhendo louros da gloriosa carreira, mas “gostaria mesmo é de trabalhar”.Pior, porque estamos no Brasil e temos um sistema de saúde precário, esse senhor “precisa” trabalhar para garantir tratamento para a esposa.
A ganância dos grandes laboratórios farmacêuticos, em colocar o preço dos remédios na estratosfera, leva famílias inteiras à falência e ao desespero, pelo receio constante em não ter como bancar o tratamento dos entes queridos. Contra os 600,00 reais pagos em ingressos para ver MADONNA temos R$ 2,00 cobrados no salão da igreja onde TINOCO se apresentou, buscando garantir os remédios de que a família necessita… É a pior das ironias.
“Ó que saudade do luar da minha terra
Lá na serra branqueando folhas secas pelo chão
Esse luar cá da cidade tão escuro
Não tem aquela saudade do luar lá do sertão…”
Artistas não param nunca. Diferente do operário, louco pra aposentar e abandonar o trabalho árduo, o artista vive e respira através da forma de expressão que lhe é própria. Eu espero que TINOCO não pare de cantar. O ideal seria que ele não precisasse cantar nas atuais condições. Mas, esse é o meu Brasil. Nosso país!
Já citei a dupla em posts anteriores. Gostaria muito de não ter escrito este, com esses assuntos. No entanto, a realidade é esta. Deixo aqui minha solidariedade a TINOCO. Sobretudo, presto minha homenagem ao homem simples, batalhador, que veio da terra para os palcos e mostra, com sua atitude perante a adversidade momentânea, a força, a fé e a raça do caipira brasileiro.
“Vou parar com minha viola
Já não posso mais cantar
Pois um jeca quando canta
Tem vontade de chorar
O choro que vai caindo
Devagar vai se sumindo
Como as águas vão pro mar.”
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Até!
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Notas Musicais:
Moreninha – Tonico, Priminho e Maninho
Chico Mineiro – Tonico e Francisco Ribeiro
Saudade de Matão – Raul Torres e Jorge Gallati
Luar do Sertão – Catulo da Paixão Cearense e Laura Okumura
Tristeza do Jeca – Angelino de Oliveira
Outras:
Para os interessados em ler toda a matéria sobre as dificuldades de TINOCO, em 2009, o link:
O Parque Fernando Costa sob o céu azul de Uberaba.
Minha cidade em festa; a 78ª edição da ExpoZebu, iniciada no dia 28 passado, tem abertura oficial amanhã, 3 de maio, às 10h00. O evento mantém-se na ponta dos acontecimentos que envolvem a pecuária brasileira. Neste ano, a ABCZ – Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – promove uma série de debates sobre o desenvolvimento do setor em consonância com as questões ambientais.
A entidade lançará documento – “Zebu: o futuro em boas mãos” – que versa sobre pecuária e sustentabilidade. O lançamento antecede a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, em Junho, no Rio de Janeiro. Assim, além dos famosos leilões com seus valores astronômicos, a ExpoZebu promove ações que vão além do interesse específico de produtores de gado. Compromisso e responsabilidade ambiental é o que a associação prega e que, esperamos, que essas determinações sejam assumidas pelos grandes fazendeiros.
O Parque Fernando Costa continua lindo, ótima opção de passeio para uberabenses e visitantes. Os jornais da cidade – Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba – noticiam o lançamento da Sala Virtual “Adalberto Rodrigues da Cunha”, ligada ao Museu do Zebu, somando esta aos trabalhos anteriores feitos para a preservação da memória da instituição e dos criadores que trouxeram o Zebu para o Brasil. Há muitos detalhes que interessam diretamente aos expositores. Quem, aqui de longe, quiser saber do agito, tem que olhar o site da Virginia Abdalla – que me foi apresentado pela Edna Idaló (Beijos carinhosos para ambas!). A colunista faz um amplo trabalho divulgando os acontecimentos da cidade.
No site da Virginia tenho até notícias dos parentes. Luis Alexandre, Priscila e Adriana Gabriela estiveram em evento de abertura da ExpoZebu,noticiado pela colunista
Seria bom estar em Uberaba. Esse início de maio é fatal estar com a cidade na memória e, como uberabense, fico orgulhoso em ver minha cidade nos principais jornais do país, com sua ExpoZebu, evento nacional mais importante do setor. Como o trabalho impossibilita ir até a cidade neste momento, vou por aqui mesmo, via internet, olhando tudo o que se faz por lá nesse momento. E desejando que todos aproveitem muito, e bem, esses dias de festa.