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Então, vamos lá:

O ato de escrever é atividade mais ou menos árdua. Pensar, arquitetar e organizar as idéias. Ordená-las em frases, parágrafos. Rever o que foi escrito, revisar, cortar tudo o que é desnecessário. Pronto. Tornado público, o texto irá ou não estabelecer um diálogo com o leitor, o receptor. E para não cessar a comunicação, vem o recomeço: Pensar, arquitetar e, sobretudo, GOSTAR de escrever.

Volto a redigir em um blog neste primeiro de setembro de 2011, dia em que TARSILA DO AMARAL, a grande pintora do modernismo brasileira, é lembrada até pelo Google. Bom sinal. Pois é parte dessa nova proposta ir além do que escrevi em blog anterior, onde priorizei a música e vez em quando abordei outras formas de arte.

Neste blog assumo nova empreitada, com a música sempre presente. Para excluir qualquer possibilidade de dúvida quanto a isso escolhi o verso de CHICO BUARQUE, da música “ASSENTAMENTO”, ao lado do meu nome. Um primeiro norte para essa caminhada. Também escreverei sobre outro assunto, área de atuação pessoal: Teatro.  ARTES PLÁSTICAS, MÚSICA, TEATRO e um pouco mais, que entrará em uma categoria que denominei COTIDIANO.

E escolhi, homenageando a aniversariante TARSILA, uma reprodução do quadro “A Lua”. Uma sutil referência ao ato noturno de escrever. Desde adolescente, lá em UBERABA, cidade mineira onde nasci, quando o ato de escrever tornou-se hábito. Foi no silêncio da noite, o dia remoído, a vida tornada texto.

Tarsila nasceu em 01/09/1886.

Seja bem-vindo, caro leitor! Por gentileza, sempre que possível, troque uma idéia, deixe um comentário. Escrever é sempre para alguém, mesmo que este seja o próprio escritor. Prefiro o outro, VOCE, como interlocutor; então, se o tempo permitir, não me deixe a impressão de falar sozinho.

Obrigado. Volte sempre!